Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), no Porto, vão procurar marcadores genéticos em indivíduos do Norte do país com o intuito de perceber o que os torna mais suscetíveis ou resistentes à infeção pelo novo coronavírus.
Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (iS3), no Porto, vão estudar tecidos tumorais de doentes com Covid-19 que foram operados durante o surto pandémico, para perceber se o novo coronavírus infeta as células tumorais e muda o seu comportamento.
Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) vão tentar identificar, através de amostras de sangue de doentes, marcadores relacionados com o metabolismo do ferro que possam vir a ser usados para classificar a gravidade da Covid-19.
O Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) e o Centro Hospitalar São João, no Porto estão a desenvolver um projeto que visa otimizar o prognóstico e o tratamento de tumores cerebrais pediátricos através de “imunoterapias dirigidas”.
Mais de 10 anos de investigação de uma equipa portuguesa resultaram na descoberta de uma alteração genética que causa uma doença neurodegenerativa incurável (ataxia familiar SCA37) e permitiu também o desenvolvimento de um novo teste genético.
Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.
Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.