A presidente executiva da Luz Saúde adiantou hoje que o Hospital da Luz vai duplicar de tamanho até 2018 num investimento de cerca de 100 milhões de euros, que representa a criação de 1.000 a 1.200 novos empregos.

"O Hospital da Luz vai duplicar o seu tamanho nos próximos três anos, será o maior investimento feito na saúde privada em Portugal", disse a presidente executiva Luz Saúde, Isabel Vaz, durante a apresentação do primeiro seguro individual de saúde oncológico lançado pela seguradora Fidelidade (Multicare), um ano depois de ter adquirido a Luz Saúde.

Isabel Vaz anunciou que a expansão do hospital vai envolver um investimento de cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos e que "em termos de emprego vai envolver entre 1.000 a 1.200 empregos novos".

Os licenciamentos e projetos de arquitetura vão ser apresentados à Câmara de Lisboa até ao final do ano e as novas instalações começarão a abrir, de forma faseada, a partir de 2018.

"Vamos reequacionar [o hospital], vamos abrir áreas novas, fazer obras nas partes velhas, esperamos entre 2018 e 2019 ter tudo concluído", disse Isabel Vaz.

De acordo com a presidente executiva da Luz Saúde, a expansão desta unidade hospitalar reflete "a continuação da aposta no centro oncológico, que duplica de tamanho", assim como nos blocos operatórios, nos cuidados intensivos e nos intermédios.

"Trata-se da continuação da aposta em cuidados altamente diferenciados e complexos e, portanto, o hospital vai crescer no seu parque tecnológico e depois em termos de estrutura assistencial em camas mais complexas", reforçou, destacando as áreas oncológica, cardiovascular e das neurociências como as "três apostas fortíssimas do hospital".

As novas instalações irão também ter um centro de simulação, ensino e investigação.

Lusa/Jornal Médico

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terça-feira, 11 fevereiro 2014 15:15

Hospital da Luz duplica área nos próximos quatro anos

[caption id="attachment_6647" align="alignleft" width="300"]hospitaldaluz hospital, situado na zona de Benfica, em Lisboa.
Este aumento, agora dependente da alteração do Plano Director Municipal (PDM), deverá custar entre 70 a 90 milhões de euros e será uma resposta ao aumento “cada vez maior” da procura desta unidade de saúde privada[/caption]

O Hospital da Luz vai duplicar a sua área nos próximos quatro anos e criar um centro de formação, num investimento que rondará os 90 milhões de euros, revelou hoje a presidente da comissão executiva da Espírito Santo Saúde.

Isabel Vaz falava à margem da apresentação do congresso médico internacional e multidisciplinar “Leaping Forward”, organizado pelo grupo e que decorrerá entre quinta-feira e quarta-feira, em Lisboa.

A administradora disse que o aumento do hospital poderá registar-se através do crescimento do edifício – prémio Valmor de Arquitectura em 2011 – em altura, ou através da ocupação de terrenos que já pertencem ao grupo e são adjacentes ao hospital, situado na zona de Benfica, em Lisboa.

Este aumento, agora dependente da alteração do Plano Director Municipal (PDM), deverá custar entre 70 a 90 milhões de euros e será uma resposta ao aumento “cada vez maior” da procura desta unidade de saúde privada.

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[caption id="attachment_6579" align="alignleft" width="300"]isabelvaz A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros[/caption]

Os investidores institucionais ficaram com 39,2% do capital da Espírito Santo Saúde, após a oferta pública de venda (OPV) de acções ao preço mínimo de 3,20 euros, ficando o público em geral com 9,27%.

Após esta operação, que teve uma procura de 104,9% (pouco acima da oferta), o capital da empresa está agora distribuído da seguinte forma: 39,2% em investidores institucionais, 9,27% no público em geral e 0,53% em colaboradores da Espírito Santo Saúde.

Os restantes 51% pertencem à Espírito Santo Health Care Investments, que assim continua a controlar a empresa.

Na oferta institucional, ficaram com acções 60 investidores, num encaixe de 119,848 milhões de euros, enquanto no público em geral foram 2740 investidores, com um encaixe de 29,962 milhões de euros.

As acções da empresa liderada por Isabel Vaz deverão agora entrar em negociação na bolsa a 12 de Fevereiro, com uma capitalização de cerca de 300 milhões de euros, sendo esperando um ‘free float’ de cerca de 25% do capital.

Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários.

A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros.

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[caption id="attachment_6545" align="alignleft" width="300"]hospitalbeatrizangelo Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, na imagem), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários[/caption]

O preço final de venda das acções da Espírito Santo Saúde foi fixado no ponto mínimo do intervalo, de 3,20 euros, anunciou a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O preço das acções estava fixado entre os 3,20 e 3,90 euros. A operação terminou na quinta-feira e hoje decorre a sessão especial de bolsa para apurar os resultados.

No documento, a empresa liderada por Isabel Vaz explica que a oferta combinada incluiu uma oferta pública de subscrição pela ES Saúde de 7.042.254 novas acções e uma oferta pública de venda (OPV) pela Rio Forte Investments de 2.320.886 títulos, além de uma oferta particular para determinados investidores qualificados domésticos e internacionais, de 31.346.168 acções pelas Rio Forte Investments, Espírito Santo Financial Group e Companhia de Seguros Tranquilidade (accionistas vendedores).

Esta última, detalha, poderá ser acrescida em até 6.106.396 acções, caso a opção de compra sobre o lote suplementar de acções seja exercida na totalidade.

A Espírito Santo Saúde adianta que o encaixe bruto da oferta Combinada atinge os 130,3 milhões de euros, dos quais 22,5 milhões de euros serão encaixe da ES Saúde e 107,7 milhões de euros dos accionistas vendedores.

Trata-se de um valor que exclui o lote suplementar de acções, diz o documento, segundo o qual o encaixe bruto pode subir para 149,8 milhões de euros caso a opção de compra sobre aquele lote "for exercida na totalidade".

A empresa informa ainda que a procura verificada na oferta pública permite a subscrição integral do aumento de capital da ES Saúde do actual montante de 88.500.000 euros para 95.542.254 euros, através da emissão de 7.042.254 novas acções.

O registo comercial do aumento de capital deverá ser obtido na terça-feira, 11 de Fevereiro, e a percentagem do capital social da ES Saúde detida por novos investidores imediatamente após a oferta combinada será de 42,6%, excluindo o lote suplementar de acções no âmbito da oferta institucional, e de 49%, se a opção de compra sobre o lote suplementar de acções for exercido na totalidade. Um dia depois, a 12 de Fevereiro, deverá ocorrer a admissão à negociação na bolsa de Lisboa.

Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários.

A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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