Os Serviços de Saúde (SS) de Macau anunciaram, hoje, que vão intensificar as medidas de prevenção e as ações de eliminação de mosquitos, para reduzir o risco de propagação da febre de dengue e do vírus Zika.

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O governo de Macau divulgou, hoje, estar a traçar um plano para o destacamento de profissionais de saúde para os países que integram a iniciativa chinesa “Uma faixa, uma rota#, em particular Timor-Leste.

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Macau vai contratar 21 médicos portugueses de 13 especialidades no hospital público da região.

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Os Serviços de Saúde de Macau (SSM) corrigiram hoje a informação, divulgada esta quinta-feira, de que quatro portugueses teriam ficado feridos, sem gravidade, devido à passagem do tufão Hato.

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Os Serviços de Saúde de Macau confirmaram ontem a existência de um quinto caso local de febre de dengue, num adolescente residente na zona onde foram registados os quatro anteriores casos da doença.

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O Governo de Macau proibiu hoje a venda de aves vivas, depois de, em dezembro passado, ter sido registado um caso de infeção humana de gripe aviária.

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) criou hoje em Macau o Centro de Cooperação de Medicina Tradicional chinesa, uma plataforma que servirá para a região se afirmar na formação de especialistas e na cooperação internacional.

Para o Secretário dos Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, a medicina tradicional chinesa, à qual recorreu 28% da população local ao longo de 2014, é "muito útil na prevenção de doenças" e "através dos tratamentos da medicina tradicional as pessoas poderão viver melhor".

Alexis Tam referiu que o novo centro demonstra a "confiança" da Organização Mundial de Saúde na "competência e capacidade" de Macau para a promoção das medicinas alternativas, como a tradicional chinesa, que na cidade tem "muitos anos de aplicação".

O Centro da OMS visa a "formação profissional" de médicos de medicina tradicional, quer locais, quer estrangeiros.

"Este centro de cooperação de medicina tradicional chinesa é um centro de ação de formação para as pessoas [aprenderem] como gerir serviços de saúde na área da medicina tradicional e obter uma formação continua no âmbito desta medicina", afirmou.

O lançamento do centro decorreu na abertura do Fórum Internacional de Medicina Tradicional, que reúne em Macau cerca de 300 especialistas e responsáveis políticos de 27 países ou regiões.

Para Margaret Chan, diretora-geral da Organização Mundial de Saúde, a medicina tradicional tem vindo a conquistar adeptos, já que entre os Estados membros da instituição que dirige, entre 1999 e 2012, passaram de 25 a 69 aqueles que definiram políticas sobre a medicina tradicional, aumentaram de 65 para 119 os que regularam a utilização de ervas no tratamento de pacientes e subiram de 19 para 73 aqueles que passaram a dispor de um centro de investigação de medicinas alternativas.

A mesma responsável lembrou também que muitas pessoas sem recursos e doentes não se deslocam a clínicas ou centros de urgência, "porque nenhum deles está disponível ou acessível", recorrendo à medicina tradicional, "não como primeira escolha, mas como a única opção disponível".

Já o diretor da Administração Estatal de Medicina Tradicional Chinesa, Wang Guoqing, explicou que o desenvolvimento desta valência dos cuidados de saúde disponibiliza atualmente na China 3.590 hospitais com 600.000 camas.

No entanto, acrescentou, há que "potenciar a investigação para combinar os melhores elementos possíveis para prevenir doenças" para que a medicina cumpra o seu papel de "melhorar a qualidade de vida" das populações e garantir o maior número de beneficiários.

O Fórum, que se prolonga até sexta-feira, tem como tema principal "Como implementar as estratégias de medicina Tradicional da Organização Mundial de Saúde".

Além do centro da Organização Mundial de Saúde, Macau dispõe ainda de um laboratório criado pelas Universidades de Macau e de Ciência e tecnologia e do parque científico e industrial de medicina tradicional chinesa, criado no âmbito da cooperação com a província continental chinesa de Guangdong.

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O governo de Macau confirmou hoje a contratação de 529 profissionais de saúde até ao final do ano, oriundos de territórios como Portugal, Taiwan e interior da China.

A proposta, que já foi aprovada pelo Secretário dos Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, inclui a contratação de pessoal médico no total de 386 profissionais e de 143 administrativos, detalhou o director dos Serviços de Saúde, Lei Chin Ion.

O pessoal médico abrange 14 médicos especialistas e 18 de clínica geral, 161 enfermeiros, 28 farmacêuticos, 88 técnicos – incluindo 43 técnicos de diagnóstico e terapeutas – e 77 auxiliares de saúde.

“Com certeza que o governo de Macau vai continuar a contratar médicos e enfermeiros de Portugal. Temos uma comunidade portuguesa muito grande e por isso vamos contratar mais”, afirmou Alexis Tam.

O Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura reiterou a importância de colmatar a falta de recursos humanos na saúde depois de ter alertado no início do mês para a necessidade de acelerar a contratação de profissionais de saúde.

O processo de contratação passará por 50 concursos públicos a realizar ao longo do ano, dos quais 18 já estão em curso.

A informação foi avançada durante a apresentação de novas medidas para reduzir o tempo de espera para atendimento nos serviços de saúde em Macau.

As novas medidas incluem a atribuição de subsídios para atendimento no sector privado para alguns grupos populacionais, os quais podem ser usados por um período de 48 horas.

Assim, a partir de hoje passa a ser atribuído um subsídio de 230 patacas (cerca de 25 euros) para os utentes já abrangidos por cuidados de saúde gratuitos no sector público que se dirijam às urgências no hospital privado Kiang Wu. Já as consultas externas passam a ser subsidiadas em 110 patacas (cerca de 12 euros) em várias clínicas e centros médicos.

Até à data estavam abrangidos para cuidados de saúde gratuitos no serviço público indivíduos com idade igual ou superior a 65 anos, crianças e estudantes, grávidas, deficientes e cidadãos carenciados. Com as novas medidas de triagem passam também a ter direito aos novos subsídios os funcionários públicos e seus familiares, docentes e trabalhadores das escolas e portadores do cartão de acesso a cuidados de saúde emitido pelo hospital Público Centro Hospitalar Centro São Januário.

Outra medida anunciada hoje foi a implementação de uma aplicação para telemóvel para consultar as listas de espera em tempo real das diversas instituições médicas integradas na rede.

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2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

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