A ministra da Saúde, Marta Temido, admitiu que a proposta de Lei de Bases da Saúde ainda pode ser aperfeiçoada, remetendo para depois da aprovação do Orçamento do Estado a sua análise em Conselho de Ministros.

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O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) espera que a voz da nova ministra da Saúde, Marta Temido, seja mais audível junto do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro das Finanças, Mário Centeno.

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A Ordem dos Médicos (OM) está disponível para colaborar com a nova ministra da Saúde, Marta Temido, aguardando com expetativa o novo Orçamento de Estado (OE).

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A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) vai procurar novas plataformas de entendimento com sindicatos de outros setores profissionais e espera que a substituição do Ministro da Saúde possa corresponder a uma nova postura negocial.

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segunda-feira, 15 outubro 2018 10:33

Marta Temido é a nova ministra da Saúde

O Governo anunciou este domingo a substituição da pasta da saúde, que fica a partir de agora à responsabilidade da ex-subdiretora do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Marta Temido.

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A presidente da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Marta Temido, confirmou que vai sair do cargo que exercia há dois anos.

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Ordem Medicos
A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos congratulou-se hoje com a nomeação da nova equipa do conselho diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), após sucessivos pedidos de demissão do anterior presidente.

Marta Temido, que era presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, foi nomeada na quinta-feira como nova presidente do conselho diretivo da ACSS, em resolução de Conselho de Ministros.

Em comunicado, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos entende positiva a alteração daquela estrutura diretiva, "considerando os constantes erros, omissões e trocas nos concursos de contratação médica protagonizados pela anterior liderança".

"Pedimos a demissão do anterior responsável da ACSS que revelou amadorismo, irresponsabilidade e desrespeito pelos profissionais de saúde", lembrou Carlos Cortes, presidente da secção regional, citado no documento.

Segundo o responsável regional, nos últimos meses foram reportados "factos de extrema gravidade", que obrigaram a Ordem dos Médicos a pedir à ACSS o fim das "discrepâncias gritantes, nomeadamente nos concursos para o ingresso na Formação Específica do Internato Médico e na colocação de médicos especialista em Medicina Geral e Familiar".

"Os exemplos sucederam-se em prejuízo do Serviço Nacional de Saúde e dos doentes, uma vez que prejudicaram a escolha dos médicos, a distribuição de especialistas e a defesa dos utentes", sublinhou Carlos Cortes.

Para o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, a anterior equipa diretiva da ACSS "foi incompatível com o nível de exigência que se pretende para o Serviço Nacional de Saúde que é património dos portugueses".

À nova equipa, Carlos Cortes solicitou "empenho e dedicação, enquanto fator de estabilidade" na resolução dos problemas e na defesa dos médicos e dos doentes.

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quinta-feira, 14 janeiro 2016 15:21

ACSS com novo Conselho Diretivo

marta temido 03
Marta Temido foi nomeada hoje Presidente do Conselho Diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), em Resolução do Conselho de Ministros, segundo uma nota oficial do Ministério.

Doutorada em Saúde Internacional, especialidade de Políticas de Saúde e Desenvolvimento pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, é ainda mestre em Gestão e Economia da Saúde pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. É igualmente detentora do diploma em Planificación de Recursos Humanos para la Salud da Organização Panamericana de Saúde, da pós-graduação em Direito da Medicina (parte letiva) da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e da especialização em Administração Hospitalar da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa.

Foi administradora hospitalar no Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil e nos Hospitais da Universidade de Coimbra, bem como membro dos conselhos de administração dos seguintes hospitais do Serviço Nacional de Saúde: Hospital do Arcebispo João Crisóstomo; Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil; Centro Hospitalar de Coimbra; Hospital Infante D. Pedro; Centro Hospitalar de Vila Real-Peso da Régua; Hospital de Cantanhede.

Desempenhou ainda o cargo de consultora para a área dos recursos humanos na Universidade de Coimbra e representante do Ministério Público nas comarcas de Idanha-a-Nova e de Arraiolos.

A nível docente é assistente convidada da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra.

Agora, aos 42 anos, assume a presidência da ACSS substituindo Rui Santos Ivo, que esteve no cargo desde setembro de 2014 e agora passa a integrar o conselho diretivo da Autoridade do Medicamento (Infarmed).

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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