A Ordem dos Médicos (OM) vai monitorizar em todos os hospitais o cumprimento das equipas tipo nos serviços de urgência e exigir às direções clínicas que cumpram o número de profissionais exigidos.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) defendeu hoje, em comunicado, a importância do cuidador informal, destacando “o papel fulcral que estes assumem no apoio a doentes crónicos ou com demências e na prestação de cuidados a idosos ou crianças com patologias graves.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), visita esta tarde, a partir das 17 horas, o Hospital de Santo António, que integra o Centro Hospitalar do Porto, para se inteirar do impacto do surto de sarampo ocorrido.
Um ano volvido sobre a tomada de posse como bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães já concretizou uma das suas principais promessas eleitorais: a criação de um fundo de apoio à formação médica contínua, em parceria com a indústria farmacêutica (IF). Prestes a sair do papel, garante, está a medida pela qual quer ser lembrado: a definição de tempos-padrão de consulta.
Arrancou hoje, em Vilamoura, o 35.º Encontro Nacional de Medicina Geral e Familiar (MGF). Organizado pela Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), o evento vai reunir cerca de 800 médicos de família (MF) em torno do mote Novo Ciclo da MGF.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) apelou hoje aos clínicos que deixem de praticar consultas, cirurgias ou procedimentos programados caso não tenham condições de segurança clínica, para ser dado “um grito de alerta” ao ministro da Saúde.
Cerca de 80% dos centros de saúde não têm condições para fazer a avaliação adequada para os atestados de condução, refere a Ordem dos Médicos (OM), que renova o apelo para que os profissionais recusem atestados na ausência de todas as condições.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), apontou, em comunicado, que o risco de rotura da Urgência Pediátrica do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE), devido à falta de médicos especialistas “é mais uma das muitas faces visíveis do desinvestimento a que tem sido sujeito o Serviço Nacional de Saúde (SNS) na última década”.
Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.
Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.