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 O I Torneio de Natação ANEA junta, pela primeira vez, atletas federados e doentes com espondilite anquilosante num torneio desportivo único e inédito para dar a conhecer a doença e incentivar para a prática regular de exercício físico.

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segunda-feira, 05 março 2018 11:49

Novartis participa na The Lisbon Summit 2018

A presidente do Grupo Novartis Portugal, Cristina Campos, é uma das oradoras da conferência The Lisbon Summit 2018, que junta diversos protagonistas da política e economia nacionais para debater o futuro de Portugal, nos próximos dias 13 e 14 de março, no Hotel Cascais Miragem.

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A Novartis e a Associação Nacional da Espondilite Anquilosante (ANEA), em colaboração com a Federação Portuguesa de Natação (FPN) e Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) acabam de lançar o I Torneio de Natação que junta atletas de natação federados e doentes com espondilite anquilosante.

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Entresto (sacubitril/valsartan) é o primeiro fármaco de uma nova classe (ARNI - inibidor da neprilisina e dos recetores da angiotensina) com um mecanismo de ação único e que representa o culminar de décadas de investigação na área da insuficiência cardíaca (IC).

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A Novartis atingiu o seu marco histórico ao entregar 300 milhões de tratamentos pediátricos contra a malária, fornecidos sem fins lucrativos, ajudando a reduzir o impacto desta doença nas crianças em mais de 30 países endémicos de malária.

Os bebés e as crianças mais pequenas fazem parte do grupo em maior risco de contrair a malária, sendo que, atualmente, 70% das mortes ocorrem em crianças com idade inferior a cinco anos.

Apesar da taxa de mortalidade infantil por malária ter diminuído em 71%, desde 2000, a malária continua a matar uma criança a cada dois minutos, de acordo com o Relatório Mundial da Malária 2015 da OMS.

“Este marco histórico demonstra o nosso compromisso, a longo prazo, em combater a malária e ajudar as crianças que estão em maior risco”, diz Joseph Jimenez, CEO da Novartis. “Estamos orgulhosos do papel que temos desempenhado para ajudar a reduzir a mortalidade infantil por malária. E vamos continuar a fornecer tratamentos a pessoas que precisem, sem fins lucrativos, contribuindo para o objetivo de vivermos num mundo sem malária”, acrescentou.

O medicamento da Novartis constitui a referência de tratamento para milhões de pessoas com malária, em todo o mundo. A formulação dispersível deste anti malárico (uma combinação de arteméter e lumefantrina) foi desenvolvida pela Novartis e pela Medicines for Malaria Venture, respondendo a um apelo da UNICEF/OMS para o desenvolvimento de medicamentos child-friendly. As diretrizes da OMS para o tratamento da malária recomendam comprimidos dispersíveis em vez de formulações líquidas para crianças. E por isso, foi o primeiro medicamento pré-qualificado pela Organização Mundial de Saúde para combater a malária em idade pediátrica.

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A Novartis anunciou há dias que se encontram abertas as candidaturas para o prémio eXcellence in Ophthalmology Vision (XOVA), que anualmente premeia com 50 mil euros projectos inovadores, sem fins lucrativos, capazes de marcar a diferença e melhorar a saúde da visão de pessoas carenciadas em todo o mundo.

As candidaturas à bolsa decorrem até ao dia 15 de Abril, podendo concorrer todos os especialistas em saúde da visão, incluindo profissionais em formação e enfermeiros especialistas, com o apoio das suas instituições responsáveis.

Em comunicado, a multinacional com sede em Basileia, justifica a iniciativa com o facto de se estimar que a nível mundial, mais de 285 milhões de pessoas viverem com deficiência visual e cegueira. Um número tanto mais impressionante quanto se sabe que mais de 80% dos problemas visuais podem ser prevenidos, tratados ou curados se os doentes tiverem acesso aos cuidados necessários. O programa XOVA pretende, assim, melhorar a saúde da visão das pessoas carenciadas em todo o mundo através da colaboração de líderes e pessoas com ideias inovadoras nas áreas de Oftalmologia e Optometria.

Lançado em 2010 e apoiado pelas divisões Pharmaceuticals e Alcon da Novartis, o programa XOVA já atribuiu 21 bolsas em 16 países num valor total de 650 mil euros a diversos projectos inovadores.

 

Projectos com impacto beneficiam doentes em todo o mundo

Em 2014, os projectos vencedores do XOVA compreenderam cinco programas: rastreios porta-a-porta ao glaucoma, diabetes e hipertensão na Índia; cirurgia, cuidados pós-operatórios e dispositivos para crianças e formação de um profissional em visão no leste do Uganda; um hospital com sala de operações em Mianmar; formação e mobilização de pessoas capazes de assegurar um serviço de atendimento na área de oftalmologia na Etiópia; e formação clínica e administrativa para permitir o acesso ao tratamento para pacientes com retinopatia diabética na Nigéria.

 

Processo de candidatura e critérios de selecção

As candidaturas ao programa XOVA 2015 devem ser apoiadas por uma instituição – uma universidade, por exemplo – ou por outras organizações, como associações, hospitais e clínicas. As bolsas são atribuídas às instituições empregadoras dos vencedores no dia da cerimónia de entrega dos prémios que se realizará durante um congresso médico no Outono de 2015.

O prémio XOVA será atribuído aos profissionais de saúde e às instituições que desenvolveram iniciativas inovadoras sem fins lucrativos:

Os projectos candidatos devem ter um impacto significativo na satisfação das necessidades dos doentes com problemas visuais, devendo os proponentes indicar ainda de que forma a iniciativa pode ser exequível no país em causa, através de recursos locais depois de ter sido utilizada a bolsa. Finalmente, as propostas devem demonstrar, através de planos claros e exemplos viáveis a longo-prazo, o impacto e os benefícios do projecto no local escolhido.

Os projectos podem ser submetidos através da página oficial do XOVA em: www.xovaprogram.org/index.html#apply.

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Silva, Aranda

Em Portugal gastam-se anualmente 1.653 euros para tratar uma pessoa com diabetes, um custo inferior ao de outros países da União Europeia, como França, Reino Unido ou Itália, países com uma prevalência muito inferior. A Revista Portuguesa de Farmacoterapia publica hoje uma análise de evidência intitulada “A Diabetes em Portugal: um contributo para uma melhor compreensão da realidade portuguesa”, que coloca em perspectiva os gastos com a doença em Portugal e a evolução na qualidade do tratamento da pessoa com diabetes.

“Os custos totais da diabetes são elevados ascendendo a 960 milhões de euros por ano na população diagnosticada. Mesmo considerando que Portugal é dos países da Europa com maior prevalência da diabetes, o gasto médio por doente diabético no nosso país é muito inferior ao gasto médio nos restantes países da União Europeia (UE)”, explica José Aranda da Silva, director da Revista.

O consumo de antidiabéticos orais aumentou significativamente ao longo dos últimos anos em toda a Europa, no entanto esse crescimento é menos acentuado em Portugal, estando em linha com a média dos 15 países da UE. Nos últimos anos registaram-se melhorias significativas no seguimento dos doentes em Portugal, facto que este estudo vem agora evidenciar. Cerca de 81 por cento das pessoas com diabetes seguidas nos cuidados de saúde primários têm registo de consulta, 80 por cento registo de pedido de HbA1c, 58 por cento com registo de observação do pé e há dois anos foram realizadas mais de 100.000 retinografias a nível nacional.

“O número de internamentos por descompensação e/ou complicações está estável sendo metade do que seria expectável para um país com a nossa prevalência da diabetes. A taxa actual de hospitalizações em Portugal também teve uma redução significativa, cerca de 8,4 por cento, colocando Portugal entre os países da Europa com taxa mais baixa. Existe, por isso, um melhor controlo e um melhor acompanhamento da pessoa com diabetes” acrescenta José Aranda da Silva.

João Nabais, Presidente da International Diabetes Federation, European Region, que assina o prefácio deste estudo, refere que “esta publicação, o conhecimento e divulgação destes dados é fundamental para avaliar a situação actual e perspectivar o que pode ser feito para mudar a diabetes em Portugal pois fornecem-nos boas indicações sobre o que podemos e devemos fazer”. E aponta caminhos a seguir, “é urgente implementar medidas eficazes de prevenção na diabetes, quer seja prevenção primária quer secundária. O estado actual da ciência coloca à nossa disposição um conjunto de soluções que urge colocar em prática para prevenir ou retardar o surgimento da diabetes e também prevenir o surgimento das complicações associadas ao mau controlo da doença, determinantes nos custos pessoais e económicos da diabetes”, conclui.

A população diabética portuguesa caracteriza-se por uma elevada percentagem de doentes idosos, com excesso de peso e um elevado nível de iliteracia. Mais de 56 por cento dos doentes com diabetes tem 60 ou mais anos, 90 por cento tem excesso de peso e 30 por cento não sabe escrever nem ler. As características da população podem influenciar a forma como se aborda o tratamento e quais as opções terapêuticas mais adequadas para controlar a doença.

Em Portugal existem actualmente mais de 1 milhão de pessoas com diabetes. Estima-se que em 2035 a prevalência desta doença crónica atinja os 15,8 por cento, cerca de 1,2 milhões de pessoas.

Os dados completos de evidência sobre a diabetes publicados hoje, estarão em debate no VII Fórum Diabetes, uma iniciativa da Novartis, que vai decorrer no próximo dia 11 de Outubro, pelas 15 horas, no Taguspark, em Lisboa.

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Ana Catarina Lima, estudante da Universidade do Minho e Nuno Silva, estudante da Universidade do Porto foram seleccionados entre mais de 70 candidatos de universidades portuguesas para representar Portugal na edição deste ano do Biotechnology Leadership Camp (BioCamp) que se realiza entre os dias 24 a 27 de Agosto na sede da Novartis, em Basileia (Suíça) e no qual participa um grupo restrito de 60 estudantes de todo o mundo, com o objectivo de conhecer melhor como funciona uma empresa farmacêutica de investigação e desenvolvimento.

A estudante da Universidade do Minho, Ana Catarina Lima, tirou o mestrado em Engenharia Biomédica e posteriormente integrou o programa MIT Portugal. Actualmente está a desenvolver um projecto na área dos Biomateriais no âmbito do programa doutoral em Sistemas de Bioengenharia.

Nuno Silva, estudante da Universidade do Porto, é mestre na área da Bioquímica e está actualmente a finalizar o doutoramento em Metabolismo - Clínica e Experimentação.

O BioCamp é um programa pioneiro, lançado em 2004, que tem como objectivo atrair jovens talentos de universidades de todo mundo, oferecendo-lhes a possibilidade de conhecer melhor a indústria farmacêutica, em especial a Novartis, contactando com os representantes de topo da empresa e gerando uma aproximação à biotecnologia. Ao interagir com um conjunto de gestores experientes, investigadores de sucesso e outros especialistas convidados, os alunos aprendem o que é preciso para criar os avanços biotecnológicos que estão a mudar o mundo. É também uma oportunidade para construir uma rede de contactos com outros estudantes de todo o mundo.

Entre os temas a abordar no Biotechnology Leadership Camp deste ano, destacam-se a biotecnologia e tendências globais, o desenvolvimento de um produto biotecnológico e as oportunidades de carreira na indústria farmacêutica e biotecnológica. Para além disso, os participantes serão desafiados a delinear um plano de negócio, ficando a conhecer melhor o que é preciso e quais os desafios a enfrentar na criação e desenvolvimento de uma companhia biotecnológica.

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Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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