sinaletica - centro de saúde

Cinco especialistas de Medicina Geral e Familiar (MGF) iniciaram funções no início deste mês no Centro de Saúde (CS) de Portimão, permitindo alargar a cobertura assistencial em cuidados de saúde primários (CSP) e atribuir médico de família (MF) a cerca de 9.500 utentes do concelho de Portimão que se encontravam sem MF atribuído.

De acordo com a notícia avançada no website da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, estes profissionais, colocados no âmbito do concurso nacional lançado no passado mês de junho pelo Ministério da Saúde para médicos de MGF para as unidades de CSP do SNS, foram recebidos pelo presidente do Conselho Diretivo da ARS do Algarve, Dr. Moura Reis, a 4 de agosto, na sede do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Barlavento, em Portimão, onde tiveram oportunidade de ficar a conhecer as instalações e os profissionais das diversas unidades funcionais deste ACES, facilitando desta forma o seu processo de integração na equipa.

Published in Atualidade

ginecologia

O director da Pediatria do Centro Hospitalar do Algarve (CHA) defendeu o encerramento transitório da maternidade do hospital de Portimão por falta de pediatras, mas a administração da unidade diz que a proposta não é "exequível".

Em carta datada de 2 de Julho, a que a agência Lusa teve hoje acesso, o director daquele serviço sugere o encerramento transitório da maternidade de Portimão no período nocturno durante o mês de Julho e o encerramento diurno em oito dos 31 dias deste mês, argumentando que existe apenas um pediatra por cada período de 12 horas.

"A urgência da unidade de Portimão é responsável pela assistência na maternidade, o que implica a presença de dois pediatras no período diurno e nocturno, o que tem sido mais ou menos conseguido com recurso aos pediatras de Faro e pedindo aos médicos que façam mais horas extraordinárias do que aquelas que legalmente têm de fazer", lê-se no documento.

Em declarações à Lusa, o administrador do CHA, Pedro Nunes, confirmou ter recebido a proposta, mas afirmou que a mesma não é exequível, assumindo, no entanto, que aquela maternidade só se mantém aberta devido à "boa vontade" dos médicos de Portimão, que têm que trabalhar mais horas, e também dos médicos de Faro, que lá vão ajudar quando é necessário.

"A maternidade de Portimão só está aberta porque os médicos têm muito boa vontade", afirmou Pedro Nunes, sublinhando que a administração fará o esforço financeiro que for necessário para a manter aberta, mas que não pode "obrigar" os médicos a irem de Faro para Portimão e quando os profissionais "se cansarem, não há escalas".

Segundo aquele responsável, a maternidade do hospital de Portimão realiza cerca de mil partos por ano e tem apenas seis pediatras e oito obstetras, que fazem simultaneamente os serviços de urgência e maternidade.

Contudo, mantém-se como maternidade de primeira linha por questões de localização, já que populações como a de Aljezur, por exemplo, ficam a cerca de 100 quilómetros do hospital de Faro.

"Não há recursos nem num lado, nem no outro", afirmou, observando que em Faro, cuja maternidade realiza cerca de 3.000 partos por ano, existem 20 obstetras, 14 dos quais com mais de 55 anos.

De acordo com Pedro Nunes, uma das soluções possíveis seria reduzir a actividade da maternidade de Portimão e deslocar as grávidas de termo para Faro, que ficariam em alojamentos para esse fim.

As unidades de Faro, Portimão e Lagos passaram a integrar o Centro Hospitalar do Algarve há um ano, gerando uma onda de contestação por parte de cidadãos e de presidentes de autarquias, como a de Portimão, que subscreveu uma providência cautelar para evitar a extinção de valências naquela unidade.

No final de Março, o tribunal deu provimento à providência cautelar, obrigando à reposição de valências, o que na prática resultou no impedimento da transferência de pessoal e de serviços do hospital de Portimão para o de Faro.

O ministro da Saúde anunciou, entretanto, na última quinta-feira, a abertura de mais de cem vagas para médicos de várias especialidades no Algarve, incluindo medicina familiar, após a denúncia da Ordem dos Médicos de falta de clínicos na região.

Na semana anterior, o ministro anunciara, no Parlamento, a contratação de 45 enfermeiros para o Algarve, e também de mais médicos, embora sem precisar o número.

A Ordem dos Médicos estimou a falta, no Algarve, de mais de 200 clínicos, temendo problemas de acesso aos serviços públicos de saúde durante o verão.

Published in Mundo

[caption id="attachment_5787" align="alignleft" width="300"]pedronunes “Os autarcas do Algarve têm a percepção que o Dr. Pedro Nunes se colocou, ele próprio, numa posição insustentável para gerir o centro hospitalar. Agora cabe ao senhor ministro tomar as decisões”, afirmou o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Jorge Botelho, referindo-se ao presidente do conselho de administração do CHA[/caption]

Os autarcas algarvios transmitiram ao Ministro da Saúde que o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Algarve está numa “posição insustentável” para gerir os hospitais de Faro, Portimão e Lagos, afirmou o presidente da Comunidade Intermunicipal.

A posição foi manifestada pelos autarcas algarvios a Paulo Macedo durante uma reunião realizada no Ministério da Saúde para debater a situação da sector na região, depois de um grupo de 180 médicos ter feito um abaixo-assinado a denunciar a falta de condições dos hospitais que integram o Centro Hospitalar do Algarve (CHA) e de queixas de doentes que se deparam com faltas várias.

“Os autarcas do Algarve têm a percepção que o Dr. Pedro Nunes se colocou, ele próprio, numa posição insustentável para gerir o centro hospitalar. Agora cabe ao senhor ministro tomar as decisões”, afirmou o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), Jorge Botelho, referindo-se ao presidente do conselho de administração do CHA.

Jorge Botelho frisou que os autarcas entendem que Pedro Nunes, antigo bastonário da Ordem dos Médicos, se colocou nessa “posição insustentável” pelas “posições que recentemente tem tomado de confronto com toda a gente” e transmitiram essa ideia a Paulo Macedo, que “registou” mas disse que só em “casos excepcionais é que procede a alguma substituição” nas administrações.

Jorge Botelho, que preside também à Câmara de Tavira, disse que no Algarve há uma “percepção de falta de confiança e clima instalado entre a classe médica, a classe do centro hospitalar, entre os profissionais do sector e que se está a transmitir à população com faltas várias, de medicamentos, de consumíveis, adiamento de consultas, meios complementares de diagnóstico ou de cirurgias, que obviamente têm muito também a ver com a falta de médicos”.

A falta de clínicos e de atractividade da região para os médicos foi outro dos assuntos debatidos na reunião de mais de duas horas, assim como o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, em São Brás de Alportel, que Paulo Macedo garantiu que “iria continuar e com o padrão de qualidade que teve até aqui, segundo Jorge Botelho.

“Houve um conjunto de compromissos, falámos do número de médicos, ou da falta deles, que era a nossa percepção que faltam médicos, faltava um corpo de enfermagem, e o senhor ministro para isso disse-nos que estava prevista a abertura de um concurso para reforço de médicos e que estava muito preocupado com a situação, por causa da questão de o Algarve ter muita gente ao longo do ano e especialmente no verão”, contou ainda Jorge Botelho.

Foi ainda dada a garantia pelo ministro, segundo o autarca, de que se iriam “manter-se os centros hospitalares existentes” e de “de que se iriam manter [os hospitais] de Faro, Portimão e Lagos, obviamente com a preocupação do reforço dos médicos e as questões da logística a ela associada, para que haja prestação de cuidados eficazes à população”.

Jorge Botelho concluiu que o objectivo da AMAL é que o Algarve tenha “acesso a cuidados de saúde eficazes e sem faltas”, preocupação que é partilhada pelo ministro da Saúde.

Published in Atualidade

manifestaçãoO Movimento de Cidadãos pela Defesa dos Serviços Públicos de Saúde do Algarve organiza no sábado um cordão humano em Portimão e, no domingo, uma caravana automóvel na Estrada Nacional 125 para pedir a demissão do ministro da Saúde.

O Movimento de Cidadãos, constituído por um grupo de 15 pessoas, informa que as acções de luta pretendem denunciar a ”degradação acelerada na região” do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e, ao mesmo tempo, servir para pedir a demissão do ministro da Saúde, Paulo Macedo, e do presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), Pedro Nunes.

Segundo aquele movimento, foi o ministro da Saúde o “mentor do CHA” (centro hospitalar que agrupou os hospitais de Faro, Portimão e Lagos) e foi também aquele ministro que nomeou a administração do CHA.

“Este Governo não deixa de ser o principal responsável pelas políticas de destruição do SNS no Algarve e em todo o país”, lê-se no comunicado do movimento.

No sábado, o cordão humano realiza-se a partir das 15:30 em frente ao Hospital de Portimão, e no domingo vai acontecer uma "Marcha pela Nossa Saúde”, em caravana automóvel pela Estrada Nacional 125 (EN125), unindo os hospitais de Portimão e de Faro, explica o movimento.

A concentração é em frente ao Hospital de Portimão, pelas 14:00, com partida pelas 14:30 para a EN125, para se associar ao cordão humano de Faro.

O movimento de cidadãos argumenta que o SNS se encontra em “degradação acelerada” na região do Algarve, devido às “políticas destrutivas impostas pela ´troika` e pelo Governo PSD/CDS-PP”, sentindo-se essa degradação “particularmente, nos hospitais públicos de Faro, Portimão e Lagos, a tríade que compõe o actual Centro Hospitalar do Algarve (CHA).

Segundo o Movimento de Cidadãos pela Defesa dos Serviços Públicos de Saúde do Algarve, o Hospital de Lagos encontra-se em “risco de encerrar ou de ser entregue à Misericórdia” e no Hospital de Portimão as “diversas escalas de serviço, como de Clínicos Gerais, Obstetrícia e Ortopedia, têm sido aprovadas com dois e três meses de atraso, além de ter faltado medicação necessária a doentes oncológicos”.

Este mês de Janeiro trouxe a público um abaixo-assinado subscrito por 182 médicos do CHA a denunciar a alegada existência de adiamentos de cirurgias programadas no CHA, por falta de material, e que havia falta de medicamentos.

Published in Atualidade

manifportimaoCerca de 300 pessoas concentraram-se no passado sábado à entrada do hospital de Portimão, em protesto contra a austeridade e os cortes financeiros, exigindo "um melhor" Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Convocada pela Comissão de Utentes do Serviço Nacional de Saúde, a manifestação teve início cerca das 15:30, e juntou autarcas, utentes e profissionais de saúde das unidades hospitalares do Algarve.

Entoando palavras de ordem contra o Governo e em defesa do SNS, os manifestantes ostentavam também cartazes onde se lia: "Governo Rua", "Melhor saúde" e "A saúde é um direito".

Em declarações à agência Lusa, Maria José Pacheco, representante do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses indicou que "faltam as condições mínimas para prestar cuidados de excelência às pessoas e, neste momento, até com um mínimo de dignidade".

De acordo com a sindicalista, "os profissionais são cada vez menos e os doentes cada vez mais e não há condições de trabalho" nos hospitais de Lagos, Portimão e Faro, unidades que compõem o Centro Hospitalar do Algarve.

"Como não há profissionais em número suficiente e estes fazem mais horas, o erro é mais susceptível de acontecer", alegou Maria José Pacheco, acrescentando que "faltam também materiais básicos como medicamentos que as pessoas têm de ir comprar ao exterior para usarem dentro do hospital".

"Isto é inadmissível", destacou, observando que neste momento "estão a destruir o Serviço Nacional de Saúde, que é um serviço de excelência, porque não está em causa a competência dos profissionais, mas sim uma vontade política de encerrar serviços e privatizar a saúde".

Por seu turno, Pedro Purificação da Comissão de Utentes da Saúde disse à Lusa que o Centro Hospitalar do Algarve "está a fazer o contrário do que tinha anunciado, ao acabar com serviços às populações".

"Acabaram valências como a cirurgia em Lagos, hospital que agora é apenas um centro de saúde", alegou aquele responsável.

De acordo com Pedro Purificação, "a criação do centro hospitalar irá afectar negativamente os cuidados de saúde em Portimão", sublinhando que a comissão irá manter "a voz elevada em defesa dos cuidados de saúde às populações do Algarve".

"A luta vai continuar até termos novamente o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio", concluiu.

Published in Atualidade

[caption id="attachment_5758" align="alignleft" width="300"]hospitaldefaro 182 dos 230 médicos que integram os hospitais de Faro e Portimão, subscreveram um abaixo-assinado queixando-se de falta de condições. Os médicos queixam-se da degradação dos cuidados de saúde prestados à população algarvia, exemplificando com os frequentes adiamentos de cirurgias programadas, por falta de material, os atrasos na realização de exames e a falta de medicamentos. Em resposta, o presidente da administração do CHA, Pedro Nunes, veio classificar de “ridículo” e “desleal” alguns médicos afirmarem que há falta de medicamentos em Faro e Portimão e que as cirurgias são adiadas por falta de material[/caption]

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (Amal) denuncia que  há falta de “prontidão” e de “qualidade na prestação de serviços de saúde” na região e pediu uma reunião ao ministro da Saúde com carácter de urgência.

"É hora de uma vez por todas o Governo olhar para a Saúde no Algarve com o propósito de resolver muitos problemas existentes", lê-se num comunicado entregue  pela Amal aos jornalistas, após os 16 autarcas que compõem a comunidade intermunicipal algarvia se terem reunido para discutir a Saúde na região.

Nesse encontro decidiram pedir, com "carácter de urgência", uma reunião ao ministro da Saúde, Paulo Macedo.

O Conselho Intermunicipal da Amal, que congrega as 16 autarquias do Algarve, deliberou , por unanimidade, expressar a sua “apreensão pela situação actual” e exigiu da tutela uma "decisão clarificadora" e "célere" para efeitos de normalização do funcionamento das unidades hospitalares.

Um abaixo-assinado subscrito por 182 médicos há 15 dias denunciou a existência de adiamentos de cirurgias programadas no Centro Hospitalar do Algarve (CHA), por falta de material, e a falta de medicamentos nos hospitais públicos de Faro e Portimão.

Preocupados com a falta de médicos e enfermeiros na região, os 16 autarcas algarvios afirmaram que “cabe ao Governo resolver com urgência a suborçamentação do CHA” e “permitir à administração o imediato reforço do quadro técnico de médicos e de enfermagem”.

“A saúde no Algarve, com ou sem reorganização, está a passar sérias dificuldades”, admitiu o presidente do conselho intermunicipal da Amal, reconhecendo, por exemplo que a Amal está preocupada com as dificuldades sérias de resposta em cuidados de saúde no Algarve, designadamente com a falta de médicos e o fecho das valências Psiquiatria e Otorrino do Hospital do barlavento, que passaram para o Hospital de Faro.

A Amal decidiu também exigir a “reabertura das extensões de saúde já encerradas” e “manifesta-se contra mais encerramentos de extensões de saúde, particularmente no interior do Algarve”, tendo em conta que a população que reside nestes concelhos é na sua maioria idosa.

Os autarcas exigem ainda que a “curto prazo” se verifique a melhoria dos cuidados de saúde no Algarve, bem como o aumento do número de camas existentes, e que se encontrem soluções para o enquadramento da lei dos compromissos na sua aplicação à gestão hospitalar, no sentido da sua flexibilização.

O abaixo-assinado dos médicos, que denúncia as más condições dos hospitais de Faro e Portimão, é subscrito por 182 de um universo de 230 médicos especialistas efectivos daquelas duas unidades, ou seja, aproximadamente 80%.

Os médicos queixam-se da degradação dos cuidados de saúde prestados à população algarvia, exemplificando com os frequentes adiamentos de cirurgias programadas, por falta de material, os atrasos na realização de exames e a falta de medicamentos.

O presidente da administração do CHA, Pedro Nunes, já veio classificar de “ridículo” e “desleal” alguns médicos afirmarem que há falta de medicamentos em Faro e Portimão e que as cirurgias são adiadas por falta de material.

Published in Atualidade

[caption id="attachment_5759" align="alignleft" width="300"]hospitaldefaro Os médicos queixam-se da degradação dos cuidados de saúde prestados à população algarvia, exemplificando com os frequentes adiamentos de cirurgias programadas, por falta de material, os atrasos na realização de exames e a falta de medicamentos[/caption]

Os 16 presidentes de câmara do Algarve reunem-se hoje para discutirem um abaixo-assinado subscrito por 182 médicos do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), informou o presidente da Comunidade Intermunicipal (AMAL).

Em declarações à Lusa, Jorge Botelho considerou "grave" o conteúdo do documento, que disse ter recebido na sexta-feira, acrescentando que os autarcas algarvios vão avaliá-lo na segunda-feira para emitirem uma tomada de posição.

O abaixo-assinado, que denúncia as más condições dos hospitais de Faro e Portimão, é subscrito por 182 de um universo de 230 médicos especialistas efectivos daquelas duas unidades, ou seja, aproximadamente 80%.

Os médicos queixam-se da degradação dos cuidados de saúde prestados à população algarvia, exemplificando com os frequentes adiamentos de cirurgias programadas, por falta de material, os atrasos na realização de exames e a falta de medicamentos.

De acordo com o documento, a que a Lusa teve acesso, não houve, desde a criação do centro, no verão passado, "qualquer melhoria" na qualidade da Urgência, nomeadamente em Portimão, "que passa frequentemente por situações ridículas, ao melhor estilo dos países em vias de desenvolvimento".

Os médicos acusam ainda a administração do CHA de falta de diálogo para com os profissionais de saúde, o que "muito prejudica os doentes", uma vez que não são ouvidas as opiniões técnicas dos médicos especialistas.

"Está em curso todo um processo que leva ao descrédito dos serviços hospitalares, por parte de quem os utiliza", resumem.

O documento foi enviado à administração do CHA, presidida pelo ex-bastonário da Ordem dos Médicos Pedro Nunes, mas também ao ministro da Saúde, actual bastonário, presidente da ARS/Algarve, Comissão Parlamentar de Saúde e AMAL.

Published in Atualidade
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

Mais lidas