Considerado um dos pais da reumatologia portuguesa, o médico Robert Martins faleceu aos 94 anos.

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Cerca de metade dos portugueses não tem acesso a reumatologista nos hospitais públicos, havendo apenas cinco unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com o quadro completo de especialistas, alerta a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR).

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As Jornadas de Outono, organizadas pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), decorrem entre 5 e 7 de outubro, no Hotel Lux Fátima.

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O Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) comparou as doenças reumáticas com outras patologias não transmissíveis e concluiu que, isoladamente, o primeiro grupo de doenças é o que acarreta maior impacto para a sociedade.

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O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) disponibiliza, desde o início de janeiro, uma consulta em Reumatologia, revelou hoje o organismo em comunicado.

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A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) lançou um alerta para o facto de, apesar de as doenças reumáticas atingirem cerca de 0,7% dos portugueses e serem a quarta causa de dor crónica país, permanece “a falta de uma estratégia para o diagnóstico precoce desta doença é o maior problema que ainda enfrentamos.

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A região do Alentejo está sem médicos reumatologistas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) há mais de quatro anos, sendo apenas um exemplo da falta destes especialistas em grandes hospitais.

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Doença Reumática Mãos

Quase 70% dos doentes com osteoartrose entre os 50 e os 65 anos estão sem trabalhar, segundo um estudo que analisou o impacto da doença reumática que afeta dois milhões de portugueses.

A investigação foi feita com base nos dados do primeiro estudo epidemiológico nacional sobre doenças reumáticas (EpiReumaPt), que abrangeu mais de 10 mil pessoas.

Os dados parcelares do estudo, a que a agência Lusa teve acesso, analisaram todas as pessoas do estudo epidemiológico entre os 50 e os 65 anos, antes da idade oficial da reforma.

Mais de metade (68,8%) dos inquiridos afetados pela osteoartrose dizem não trabalhar, o que corresponde potencialmente a mais de 140 anos de trabalho perdidos. Por comparação, entre os inquiridos sem osteoartrose na mesma faixa etária a percentagem dos que indicam não trabalhar fica pelos 47,6%.

O estudo mostra que quase 30% da população entre os 50 e os 65 anos sofre de osteoartrose, sendo as articulações mais afetadas o joelho (18,6%), mãos (12,6%) e anca (3,6%).

Embora muito associada ao envelhecimento, a osteoartrose não está apenas relacionada com a idade. Segundo a Sociedade Portuguesa de Reumatologia, é uma doença que resulta dos danos e alterações que a articulação sofreu anteriormente e é também determinada pela hereditariedade.

Reumatologistas contestam a ideia muitas vezes generalizada de que quem sofre de osteoartrose deve aprender a conviver com a dor, sendo uma noção que leva à desvalorização da doença e do seu impacto social e económico.

A osteoartrose é uma doença reumática que pode comprometer uma ou mais articulações, provocando dor, sensação de rigidez e inchaço, afetando a mobilidade.

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Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança
Editorial | Jornal Médico
Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança

O futuro tem hoje 5 dias! Inacreditável! Quem é que tem agenda para mais de 5 dias? A pandemia COVID-19 alterou profundamente a vida quotidiana, a prestação de cuidados de saúde e a organização dos serviços de saúde está totalmente alterada. O isolamento social é a orientação primordial de confrontação da pandemia. Mas é necessário promover o apoio de proximidade essencial e aprender a fazê-lo em segurança.

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