Displaying items by tag: Rui Nunes

Atualmente em Haifa, Israel, a Cátedra Internacional de Bioética vai mudar a sua sede para a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP). Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB), destaca a boa notícia e mais um sinal claro do excelente trabalho que o País tem desenvolvido, designadamente, neste campo.

Published in Atualidade

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB), Rui Nunes, foi empossado como membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV).

Published in Atualidade

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB) e antigo presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), Rui Nunes, defende que o licenciamento, fiscalização e auditoria dos lares de idosos devem passar para esta entidade reguladora.

Published in Atualidade

A Associação Portuguesa de Bioética (APB) defende “a possibilidade da participação de voluntários da sociedade civil no procedimento da eutanásia”, numa proposta apresentada pelo seu presidente, Rui Nunes, no decurso de uma audição no grupo de trabalho sobre a Despenalização da Morte Medicamente Assistida da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

Published in Atualidade

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética, Rui Nunes, foi distinguido pela Universidade de Favaloro, em Buenos Aires (Argentina), com o título de Professor Honoris Causa. Uma distinção que visa reconhecer o percurso académico do docente portuense e a intransigente defesa dos Direitos Humanos, em especial no que respeita ao direito a formular Diretivas Antecipadas de Vontade.

Published in Atualidade

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética (APB), Rui Nunes, sabe que “o Centro Hospitalar e Universitário de São João (CHUSJ) tem atualmente no edifício central cerca de 60 camas que se encontram encerradas” e a Pediatra tem uma notação de 48 camas, contudo oito delas estão encerradas.

Published in Atualidade

Escola

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética e professor da Faculdade de Medicina do Porto, Rui Nunes, afirma ser necessária a existência de profissionais de saúde no ensino escolar: “Cada escola será uma escola, mas provavelmente haverá a necessidade de um ou, porventura, mais do que um profissional de saúde dentro dos estabelecimentos ou no agrupamento. Enfim, será uma questão organizativa, mas obviamente tem de haver profissionais para as questões da saúde escolar”.

A propósito de um seminário Sobre Carreiras Especiais para os Não Docentes que hoje terá lugar no auditório da Escola Secundária da Lixa, Rui Nunes defende que é crucial dar "novos passos para a modernidade”, por exemplo através de rastreios auditivos, visuais e orais nos estabelecimentos de ensino.

Rui Nunes alerta para os problemas auditivos que muitas crianças têm e que passam despercebidos na sociedade, afirmando que deveriam ser feitos rastreios no sentido de acompanhar de perto situações que possam ocorrer também a nível da visão, locomoção ou de possíveis problemas respiratórios.

Na sua intervenção, o presidente da Associação de Bioética abordará o caso das crianças com necessidades educativas especiais que, defende, merecem particular atenção, sobretudo a nível de integração social. Casos de surdez profunda ou autismo têm de ser tidos em conta, mas para tal, há que investir em profissionais adequados: “a minha experiência noutros domínios diz-me que, muitas vezes, não são precisos mais recursos materiais, é uma questão de melhor gestão, melhor distribuição e melhores escolas. Se calhar, com os mesmos recursos, podemos fazer mais (…) temos uma demografia que ajuda. Ao contrário da saúde, em que a procura é cada vez maior, nas escolas há menos jovens, logo é teoricamente mais fácil resolver os problemas”, frisou.

Segundo Rui Nunes, é preciso apostar “na dimensão preventiva, não só de rastreio e de diagnóstico, mas de prevenção. No fundo, na educação para a saúde, que tem de ser levada a cabo e concretizada por especialistas na matéria”.

O seminário sobre Carreiras Especiais para os Não Docentes é organizado pela Federação Nacional da Educação (FNE) e pelo Sindicato dos Técnicos Superiores, Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais (STAAEZN), que representa os trabalhadores não docentes da zona Norte.

A iniciativa conta com a presença do secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, de representantes dos diretores escolares (ANDE e ANDAEP), de deputados dos diferentes partidos, da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) e de autarcas.

Published in Mundo

Ordem Medicos

O presidente da Associação Portuguesa de Bioética, Rui Nunes, anunciou ontem a sua candidatura à presidência da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos para o triénio 2017-2019 cujas eleições deverão ser marcadas no final do ano.

O anúncio da candidatura de Rui Nunes, médico e professor catedrático da Faculdade de Medicina do Porto, “surge na sequência de uma série de apelos de profissionais médicos de todo o país e de todas as especialidades, para que possa pôr a sua vasta experiência em todos os domínios da saúde ao serviço dos médicos, numa altura em que a profissão se depara com uma série de desafios novos”, refere o comunicado ontem divulgado.

Numa altura em que “o exercício da profissão médica passou a estar sob forte escrutínio social” Rui Nunes candidata-se à liderança da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos sob o lema “Dignidade e Afirmação”.

"A interpelação sistemática dos valores que orientam a profissão médica é uma preocupação crescente", revela o também diretor do Departamento de Ciências Sociais e Saúde da Faculdade de Medicina do Porto para quem “as fortes restrições sociais e económicas que o país e os serviços de saúde sofreram nos últimos anos ditaram até dificuldades na boa aplicação das práticas médicas”.

Grande impulsionador do Testamento Vital e primeiro presidente da Entidade Reguladora da Saúde, Rui Nunes assume ainda a preocupação com as questões éticas e deontológicas e com as questões da formação de jovens médicos, que “pela primeira” estão a enfrentar o desemprego.

“Estes são pontos fortes de uma candidatura que apresentará muito em breve de forma exaustiva todo o programa que submeterá ao sufrágio dos médicos do Norte, no ato eleitoral que está marcado para o final do corrente ano”, explica o documento.

O diretor do serviço de oncologia do Centro Hospitalar do Porto, António Araújo, anunciou também a sua candidatura, pretendendo “continuar na defesa do ato médico”.

“Esta candidatura surge na sequência do trabalho feito pelo atual corpo de gestão da Secção Regional do Norte, pela continuação do trabalho até aqui efetuado”, afirmou à agência Lusa o candidato, que é também vice-presidente do Conselho Regional do Norte da Ordem dos Médicos.

Presidente da Pulmonale, Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro, e professor no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, António Araújo junta-se assim à corrida à presidência da secção regional do Norte da Ordem.

“Estamos pelos médicos e na defesa do ato médico para os doentes”, realçou o candidato.

António Araújo explicou ainda que a sua candidatura reflete a vontade de “continuar na defesa do ato médico, da ética e deontologia médica” e que pretende também “apoiar Miguel Guimarães [atual presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos] na sua candidatura a bastonário”.

Sobre o trabalho desenvolvido na Secção Regional do Norte, António Araújo destacou a “ação muito grande a nível de defesa da qualidade de formação pré-graduada”, nomeadamente ao nível da definição de numerus clausus.

Já no ensino pós-graduado, lembrou a atividade desenvolvida na defesa dos internos e para “assegurar o maior número de vagas possível com qualidade para formar o maior número de especialistas”.

“A secção regional do Norte tem participado em todos os problemas que afetam a classe, como agora a questão da eutanásia. Queremos envolver todos os colegas médicos em todas estas questões para promover a qualidade da medicina”, assinalou.

As eleições para o triénio 2017-2019 da Ordem dos Médicos deverão ser marcadas para a terceira semana de janeiro de 2017.

Published in Mundo
Pág. 1 de 2
Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?
Editorial | António Luz Pereira
Se os jovens Médicos de Família querem permanecer no SNS e se o SNS precisa deles, o que falta?

Nestes últimos dias tem sido notícia o número de vagas que ficaram por preencher, o número de jovens Médicos de Família que não escolheram vaga e o número de utentes que vão permanecer sem médico de família. Há três grandes razões para isto acontecer e que carecem de correção urgente para conseguir cativar os jovens Médicos de Família.

Mais lidas