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Onze das 29 pessoas com sintomas de sarampo que desde segunda-feira ligaram para a Linha Saúde 24 foram encaminhadas para as urgências hospitalares, não se tendo confirmado a doença, revelou à Agência Lusa o coordenador do serviço.

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O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, afirmou que o tabaco foi considerado em Portugal "um problema de saúde prioritário", anunciando que a Linha de Saúde 24 passará a dispor de mais capacidade para apoio à cessação tabágica. 

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aexaminardinheiro
O ministro da Saúde anunciou hoje que as taxas moderadoras vão baixar em 2016 e que os utentes previamente referenciados pela linha Saúde 24 ou pelos cuidados de saúde primários não pagarão taxas nas urgências hospitalares.

“Paga quem tiver de pagar, porque tem um consumo ou uma utilização de cuidados inapropriada. Não pode, ou não deve, pagar quem não tem uma alternativa a não ser recorrer a um ponto de cuidados de saúde que a pessoa julga o mais adequado”, disse Adalberto Campos Fernandes aos jornalistas, no final de uma visita às instalações da linha Saúde 24.

De acordo com o ministro, o valor das taxas moderadoras vai baixar, respeitando assim “o compromisso político que está no programa do Governo”.

“Nós honramos os nossos compromissos e estamos neste momento a trabalhar no sentido de fazer as alterações que estão desenhadas”, adiantou.

Para já, Adalberto Campos Fernandes confirmou que está em curso “uma revisão do modelo de taxas moderadoras em vigor”.

“As taxas moderadoras não podem ser taxas frenadoras, castigadoras. Têm de ser taxas que modelam uma procura e que visam construir uma procura que é mais adequada ao interesse dos doentes”.

O ministro quer que as taxas moderadoras sejam “um instrumento de inteligência no acesso e circulação dos doentes”.

“As taxas não são e nunca foram um mecanismo de receita. É importante que elas sejam equilibradas, proporcionais às condições de rendimento dos cidadãos, mas não podem ser um elemento que frena - através de uma barreira económica inaceitável - o acesso aos cuidados de saúde”.

Em concreto, Adalberto Campos Fernandes revelou que está em cima da mesa e a ser objeto de avaliação a possibilidade dos utentes referenciados pelos cuidados de saúde primários não pagarem taxa nas urgências hospitalares.

Por outro lado, pagarão os utentes que não estiverem referenciados previamente e os que não tiverem quadro clínico que justifique uma ida à urgência hospitalar.

“O cidadão tem de perceber que vale a pena ir ao seu médico de família, ao enfermeiro de família ou visitar a sua equipa de saúde e devem, em primeira instância, recorrer a um serviço com enfermeiros treinados e com instrumentos de decisão, clinicamente testados”, prosseguiu.

A “novidade legislativa” vai estar em vigor no início do próximo ano e o objetivo do Governo é que “a Linha Saúde 24 passe a ser verdadeiramente o primeiro ponto de contacto entre os cidadãos que precisam de cuidados agudos de saúde e os serviços”.

Para o ministro, é preciso “garantir que as pessoas doentes têm uma resposta e utilizar as taxas moderadoras no sentido de que, tendo uma resposta adequada - que deve ser a linha e depois a equipa de saúde no centro de saúde ou na unidade de saúde familiar -, se a pessoa ainda assim persistir numa má utilização dos serviços, faz sentido que tenha uma penalização”.

Lusa

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sexta-feira, 02 outubro 2015 11:38

Linha Saúde 24 vai custar 28 milhões até 2019

saude24
O Governo autorizou em Conselho de Ministros a realização da despesa relativa à aquisição dos serviços para a exploração do Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde no montante de 27,9 milhões de euros, com recurso ao procedimento pré-contratual de concurso público. Um montante anual muito próximo do definido na anterior concessão que termina em abril do próximo ano.

A exploração do Saúde 24 decorre de um contrato de prestação de serviços executado por um Operador privado, após concurso internacional. A Direção-Geral da Saúde é a Entidade Pública Contratante.

Em funcionamento desde 2007, o CASNS, mais conhecido como Linha Saúde 24 e que funciona através do número de telefone 808 24 24 24, tem-se revelado um importante instrumento de apoio na prestação de cuidados de saúde, permitindo ampliar e melhorar a acessibilidade aos serviços de saúde e racionalizar a utilização dos recursos existentes, materiais e humanos, disciplinando a orientação de utentes no acesso aos serviços, bem como aumentar a eficácia e eficiência do setor público da saúde através do encaminhamento dos utentes para as instituições integradas no Serviço Nacional de Saúde mais adequadas.

Já foram atendidos cerca de dois milhões de utentes que realizaram mais de 5,5 milhões de contactos, com uma média diária de aproximadamente 2.000 chamadas. Cerca de metade dos utentes que recorrem à Linha Saúde 24 admitem que se não ligassem para este serviço recorreriam aos serviços de urgência. No entanto, mais de 40% destes utentes não tem indicação para recorrer aos serviços de urgência e não vão.

Associado à Linha Saúde 24, seria inaugurado, em abril de 2014, o serviço “Saúde 24 Sénior”, uma medida de acompanhamento de pessoas idosas. Um ano depois de iniciado, o programa, operacionalizado pela aplicação de um algoritmo de avaliação biopsicossocial, com nove dimensões, dirigido a pessoas com mais de 75 nos de idade, já acompanhou mais de 20 mil pessoas, estando atualmente a ser avaliado o impacto. O algoritmo é parte integrante do serviço Triagem, Aconselhamento e Encaminhamento (TAE) e foi desenvolvido de forma incremental e faseada.

A adesão ao acompanhamento no âmbito do algoritmo é voluntária para as pessoas com mais de 75 anos. A ideia é contatar periodicamente os inscritos para monitorizar o estado de saúde, a autonomia e a situação social, de forma a ajudar e capacitando os utentes para medidas preventivas ou orientações específicas de apoio a melhor qualidade de vida. Se os enfermeiros não conseguirem localizar os utentes podem acionar a PSP e a GNR.

Atualmente, o CASNS é gerido por um consórcio que integra as empresas NOS, Teleperformance e Linha Cuidados de Saúde.

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Cerca de 4.000 idosos estão a ser acompanhados pelo serviço "Saúde 24 Sénior", que telefonicamente segue estas pessoas semanal ou mensalmente, em função das suas necessidades, segundo o coordenador do serviço.

Este serviço, que é gerido pela mesma empresa que gere a linha Saúde 24 – Linha de Cuidados de Saúde (LCS) – e é acessível a partir do mesmo número (808 24 24 24), entrou em vigor a 25 de Abril do ano passado.

Desde então, foram identificados cerca de 4.000 idosos, os quais estão a ser contactados por colaboradores da Linha que averiguam o seu estado de saúde, a sua mobilidade e dependência ou outras limitações.

Segundo Sérgio Gomes, através deste contacto os idosos são ajudados a realizar algum treino físico, sempre que tenham condições para isso, e a praticar uma alimentação mais saudável.

O eventual estado de depressão em que estes idosos se encontrem é igualmente apurado através destes contactos.

Sérgio Gomes adiantou que cerca de metade destes idosos apresenta um nível de dependência razoável.

Além deste serviço, a Linha Saúde 24 continua o atendimento normal, tendo nos últimos dias registado um aumento das chamadas.

Segundo Sérgio Gomes, no início de Dezembro a Linha Saúde 24 recebia uma média de 1.800 chamadas por dia, encontrando-se actualmente a realizar 2.500 atendimentos diários.

Este aumento, “expectável para a altura do ano”, centra-se nas pessoas com mais de 65 anos e também na faixa pediátrica, que se situa nos 40 a 45 por cento da procura.

O principal motivo das chamadas são problemas respiratórios, gastrointestinais, musculares, e outro tipo de limitações.

De acordo com Sérgio Gomes, cerca de 18 por cento dos casos atendidos por este serviço telefónico são encaminhados para as urgências hospitalares.

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[caption id="attachment_5690" align="alignleft" width="300"]saude24 Em comunicado, a comissão informal de trabalhadores da Linha de Saúde 24 acusam a administração da empresa (LCS) de se manter “à margem da lei”, uma vez que despede e contrata “ilegalmente”[/caption]

Os trabalhadores da Saúde 24 entregam hoje na Autoridade para as Condições de Trabalho uma compilação de dados relativos aos 150 trabalhadores despedidos pela administração, dos quais 43 foram novamente readmitidos, mas de “forma ilegal, a falsos recibos verdes”.

Em comunicado, a comissão informal de trabalhadores da Linha de Saúde 24 acusam a administração da empresa (LCS) de se manter “à margem da lei”, uma vez que despede e contrata “ilegalmente”.

Além dos 150 despedidos e dos 43 “readmitidos”, a administração contratou ainda mais 63 trabalhadores igualmente a falsos recibos verdes, explicou à Lusa Tiago Pinheiro, da comissão de trabalhadores.

“Para além de prejuízo para os trabalhadores, estas atitudes acarretam também perda para os utentes. Muitos dos novos trabalhadores, apenas formados para situações de gripe, com formação limitada e sem experiência, cometem erros, como é aliás normal”, alertam, sublinhando o aumento do número de queixas “que coloca de forma ainda mais flagrante os utentes em risco”.

No sentido de “exigir a reposição da legalidade e evitar mais despedimentos ilegais”, os trabalhadores entregam hoje na Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) uma carta com “toda a informação disponível, sinalizando todos os colegas que foram saneados e despedidos pela LCS”.

No comunicado, lembram que apresentaram há dois meses uma queixa na ACT por falsos recibos verdes relativos a 400 trabalhadores, e que um mês depois se realizou uma inspecção, da qual não existe ainda “qualquer relatório relativo à situação precária dos trabalhadores”.

A agência Lusa tentou obter uma posição por parte da empresa que gere a linha, mas tal não foi possível até ao momento.

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terça-feira, 28 janeiro 2014 15:01

António Arnaut contra despedimentos na Saúde 24

[caption id="attachment_6266" align="alignleft" width="300"]antonioarnaut António Arnaut é uma das trinta personalidades que afirmam, em manifesto, que “É urgente defender a democracia, defendendo para isso as pessoas que trabalham na Linha Saúde 24”,[/caption]

Trinta individualidades, entre as quais António Arnaut, a investigadora Raquel Varela e o músico Pedro Abrunhosa, subscreveram uma carta contra os “despedimentos” na Linha de Saúde 24 que classificam de “um ataque à democracia”.

No documento, os subscritores lembram que a Linha Saúde 24 é um serviço que “disponibiliza um aconselhamento rápido e qualificado, permitindo o melhor funcionamento do sistema público no seu conjunto e permite dotar os cidadãos de ferramentas importantes para o autocuidado e decisão acertada”.

“É reconhecido como exemplo na capacidade de triagem e encaminhamento, atenuando a pressão sobre os serviços de urgência”, prosseguem os subscritores, como Ana Campos, directora do serviço de obstetrícia da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), o realizador António-Pedro Vasconcelos ou o médico Artur Ramon Rocha de La Feria.

O historiador Fernando Rosas, o escritor José Luís Peixoto e o investigador e professor universitário Manuel Carvalho da Silva são outros dos subscritores do documento.

Na carta lê-se que “a situação que ocorre neste momento na Linha Saúde 24 representa um regresso ao passado, inviabilizando o funcionamento do SNS pela vontade de uma administração privada que não respeita os direitos dos enfermeiros, quer enquanto trabalhadores, quer enquanto cidadãos, punindo a sua tentativa de organização e defesa como se essa fosse um crime”.

“É urgente defender a democracia, defendendo para isso as pessoas que trabalham na Linha Saúde 24”, prosseguem os subscritores.

Os autores lembram que desde Dezembro de 2013 que existe na LCS (empresa que gere a linha) “um conflito laboral resultante de uma tentativa de redução salarial entre os 40-45 por cento por parte da concessionária deste serviço” que “foi amplamente rejeitada”.

“No passado dia 04 de Janeiro os trabalhadores da Linha Saúde 24 realizaram um dia de paralisação, com uma adesão quase total e, uma semana e meia depois, a administração da empresa despediu sumariamente 16 trabalhadores, sem aviso prévio nem justificação”, prosseguem.

Segundo a carta subscrita pelas 30 individualidades, “estes 16 despedimentos não foram inéditos, e anunciaram-se mais retaliações, perfazendo já mais de 115 pessoas dispensadas”.

“Esta acção da administração da empresa é um ataque não apenas a estes trabalhadores, mas a toda a cidadania, e uma ameaça à democracia, porque viola o direito à livre expressão e organização”, acusam.

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saude24Cerca de uma dezena de enfermeiros protestaram hoje nas galerias do hemiciclo da Assembleia da República após a discussão de projectos de resolução de PCP e BE visando a regularização dos trabalhadores da Linha Saúde 24.

Aqueles cidadãos exibiram pensos vermelhos colados em cruz sobre a boca e bateram palmas, ironicamente, a seguir ao debate sobre o assunto e foram convidados a sair pelos agentes policiais.

O vice-presidente da Assembleia da República Guilherme Silva, deputado social-democrata que dirige os trabalhos na ausência de Assunção Esteves, declarou que as pessoas não podem manifestar-se nas galerias.

Os diplomas comunista e bloquista recomendam ao Ministério da Saúde que regularize a situação contratual daqueles funcionários e preserve a qualidade do serviço.

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MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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