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A maioria das crianças que contrai COVID-19 recupera em menos de uma semana e apenas algumas ainda têm alguns dos sintomas mais comuns após um mês. A revelação é avançada pela revista The Lancet, ao publicar um estudo assinado por investigadores do King's College London.

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Cerca de 25% a 30% das pessoas que tiveram covid-19 mantêm sintomas além de oito meses após a recuperação, o que transforma esta doença numa patologia crónica, segundo um estudo divulgado hoje pelo epidemiologista Henrique Barros.
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A forte presença de uma enzima específica na zona do nariz responsável pelo olfato pode explicar a perda deste sentido em muitos pacientes com Covid-19, podendo funcionar como porta de entrada no organismo, segundo um estudo hoje publicado.
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Perante sintomas inexplicados – dispneia, desmaios, tosse, cansaço – em doentes jovens sem motivo para tal e face a exames sem alterações, é bem provável que a realização de uma prova de esforço venha a ser a “chave diagnóstica” da situação, podendo revelar a existência de hipertensão pulmonar.
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A nova versão do site SNS24, lançada a 23 de janeiro de 2019, conta já com um milhão e meio de utilizadores e mais de dois milhões de visualizações da página.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.