Cerca de 20 profissionais vão reforçar unidades de saúde da Amadora, Sintra, Loures e Odivelas, anunciou hoje o secretário de Estado da Saúde, referindo que a Região de Lisboa e Vale do Tejo continua a exigir atenção relativamente à Covid-19.

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A Câmara Municipal de Sintra aprovou o projeto de arquitetura do futuro hospital do concelho, um investimento de 51 milhões de euros, que deverá estar concluído em 2021.

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Medica Família 1

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, anunciou ontem que até ao final do verão serão colocados, em Sintra, 19 novos médicos de família, metade das necessidades do concelho.

Adalberto Campos Fernandes, que esteve presente na assinatura dos contratos-programa para a construção de três unidades de saúde em Sintra, revelou que 19 jovens médicos especialistas em Medicina Geral e Familiar vão integrar o quadro de médicos de família do concelho até ao final do primeiro semestre deste ano.

"Cobre-se, assim, metade do défice de cobertura de médicos de família no concelho de Sintra. Daqui a um ano vamos colocar os restantes 19 que faltam. Ou seja, no verão do ano que vem poderemos declarar Sintra como um concelho livre da ausência de médicos de família", afirmou o ministro.

A comunicação mereceu fortes aplausos de toda a plateia presente, sobretudo do presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta, que minutos antes, na sua intervenção, tinha alertado, precisamente, para a necessidade de médicos de família no concelho.

Sintra vai ter quatro novos centros de saúde que, no total, vão implicar um investimento de 6,5 milhões de euros, sendo que o Governo disponibiliza-se a financiar três unidades em 5,6 milhões.

A Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo irá investir na construção das novas unidades de cuidados de saúde de Agualva, Algueirão-Mem Martins e de Queluz, onde será também instalada uma unidade de pedopsiquiatria do Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra).

Desse investimento, segundo consta dos contratos-programa, a Câmara de Sintra vai contribuir com 1,8 milhões de euros, além de executar a obra e ceder os terrenos e edifícios recuperados.

Além disso, a autarquia vai ainda financiar totalmente o Centro de Saúde na Estefânia, no valor de 875 mil euros.

As quatro novas unidades de saúde vão, no total, servir cerca de 135 mil pessoas.

A autarquia informou ainda que na segunda-feira vai ser lançado o concurso público para a construção do Centro de Saúde de Queluz (1,4 milhões de euros), cujas obras de construção deverão arrancar em setembro.

Basílio Horta disse hoje que "a parceria virtuosa" com o Governo traduziu-se na "chegada a bom porto" de uma "velha aspiração" da Câmara Municipal.

"Depois de um longo caminho, nem sempre fácil, chegámos hoje a bom porto. Sintra foi abandonada na Saúde. Depois de muito lutarmos, quase três anos, finalmente temos a concretização de uma velha aspiração", sustentou o autarca.

Já o ministro da Saúde afirmou que o investimento nos novos equipamentos "não são mais do que obrigação".

"Não estamos a fazer nada de especial. Estamos a fazer a nossa obrigação, com enorme sentido de responsabilidade. O tempo perdido está perdido e vamos é falar no que se está a fazer e para fazer", sublinhou.

Adalberto Campos Fernandes adiantou também que "seguramente, ainda este ano" haverá um "impulso significativo" na criação de novas unidades de saúde familiar em todo o país, sem precisar o número.

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Sinalética centro de saúde
A Câmara Municipal de Sintra anunciou ontem que vão ser construídos no concelho, até 2017, quatro novos centros de saúde, que servirão 135 mil utentes, num investimento de 6,4 milhões de euros.

Os quatro novos equipamentos de saúde vão servir as freguesias de Queluz, Algueirão Mem Martins e Agualva e Sintra, resultando a construção de três deles de um contrato-programa assinado esta tarde entre a Câmara de Sintra e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

Os centros de saúde de Queluz, Algueirão Mem Martins e Agualva vão servir mais de 120 mil utentes e representam um custo de 5,6 milhões de euros, dos quais a autarquia financia 30% (1,68 milhões), além de ceder os terrenos.

À margem destes contratos-programa, o município irá assumir o encargo global para a construção do novo centro de Saúde da Estefânia, na União de Freguesias de Sintra, orçado em 800 mil euros e com capacidade para servir 15 mil utentes.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta, congratulou-se com a conclusão do processo, sublinhando que foram quase dois anos de negociações entre a autarquia e a ARSLVT.

"É um dia muito importante e feliz. Foi um longo processo, que chegou finalmente ao fim", apontou.

O autarca referiu que a construção destes equipamentos será muito importante para aumentar a resposta de cuidados de saúde no concelho, mas também para "aliviar" as urgências do hospital Amadora-Sintra.

Relativamente aos prazos para a conclusão e entrada em funcionamento dos centros de saúde, Basílio Horta perspetivou que os quatro possam estar em plena atividade durante o primeiro semestre de 2017.

Lusa/Jornal Médico

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Big build hospital (done in 3d)

A CDU entregou hoje, no Ministério da Saúde, um documento com cerca de 10.000 assinaturas em defesa do Serviço Nacional de Saúde e da construção de um novo hospital público, em alternativa ao Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra).

Segundo o vereador da Câmara de Sintra Pedro Ventura (CDU), o abaixo-assinado “tem como principais objectivos a construção de um hospital público em Sintra, o reforço de médicos e enfermeiros nos centros de saúde e a construção de novas unidades e a melhoria de condições nas existentes”.

“Entregámos cerca de 10.000 assinaturas, que foram recolhidas nos últimos dois meses no concelho de Sintra”, acrescentou o autarca comunista, salientando que “a rapidez na recolha das assinaturas é reveladora da consciência da falta de meios na área da saúde” no município.

A existência de “cerca de 160.000 utentes sem médico de família” e “a falta de 70 médicos” contribuem para “uma situação verdadeiramente dramática” na prestação de cuidados de saúde no concelho de Sintra, apontou Pedro Ventura.

A CDU de Sintra, em comunicado, revelou que a recolha de assinaturas foi realizada em mais de 35 acções de rua, incluindo junto ao hospital de Amadora-Sintra, e que “ficou claro, através dos testemunhos recolhidos, que existe um grave problema de saúde pública no concelho de Sintra, não existindo efectivamente uma política de prevenção da doença”.

Além da carência de “um quarto dos enfermeiros que deveriam estar destacados para os centros de saúde”, a ausência de investimento nas últimas décadas traduz-se em “instalações onde funcionam unidades de saúde que não reúnem um mínimo de condições”.

A urgência básica de Algueirão-Mem Martins não resolve o problema de sobrelotação no Amadora-Sintra, “porque não existe divulgação da sua existência”, e “a deturpação do conceito de unidade de saúde familiar” levou ao aumento do número de utentes sem médico de família, no Cacém e em Rio de Mouro, criticou a CDU.

De acordo com Pedro Ventura, o abaixo-assinado foi entregue, hoje de manhã, por uma comitiva de meia centena de elementos da CDU das diferentes freguesias do concelho no Ministério da Saúde, em Lisboa.

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Conselho Popular

Utentes da unidade de saúde de Albarraque, na freguesia de Rio de Mouro, concelho de Sintra, protestaram hoje em frente às instalações no Bairro da Tabaqueira contra a falta de médicos e a eventual deslocalização dos serviços.

"Médicos e enfermeiros não são substituídos à medida que se reformam, nem quando são transferidos", explicou Luís Morais, da Comissão de Utentes da Saúde de Rio de Mouro, que convocou uma vigília, a partir das 8H00, em frente à extensão de Albarraque. A acção, que durou pouco mais de uma hora, mobilizou dezenas de pessoas com o objectivo de protestar "em defesa do Serviço Nacional de Saúde e por condições dignas" na unidade de saúde.

Os promotores do protesto queixam-se da falta de informação do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Sintra, mas Carolina Santos, da comissão de utentes, estimou que a unidade precise de pelo menos mais três médicos.

A triagem dos pacientes sem privacidade no balcão dos serviços administrativos e a construção de um elevador que nunca chegou a funcionar foram outras críticas apontadas por Carolina Santos.

Para Luís Morais, o ACES está a efectuar "uma limpeza administrativa dos utentes inscritos para justificar que a extensão não tem utentes suficientes", prejudicando com um eventual encerramento os residentes nas zonas limítrofes dos concelhos de Oeiras e de Cascais.

A comissão alertou que o actual centro de saúde de Rio de Mouro "não dá resposta aos utentes que tem" e que a situação deverá piorar com a transferência de pacientes da unidade de Albarraque.

Luís Morais admitiu que no centro de saúde de Rio de Mouro, segundo dados de anos anteriores, os utentes sem médico de família oscilem "entre 5.000 e 15.000" e notou que não existe transporte público directo entre Albarraque e Rio de Mouro.

O edifício e o terreno em Albarraque foram cedidos pela Tabaqueira ao Ministério da Saúde para que o centro de saúde dos trabalhadores da empresa passasse a ser uma unidade de saúde pública para a população da zona sul da freguesia.

A vigília foi a segunda iniciativa contra o encerramento da unidade de saúde de Albarraque, que já motivou o lançamento de um abaixo-assinado subscrito até agora por "perto de 400 pessoas", mas Carolina Santos adiantou que a recolha de assinaturas vai prosseguir nas localidades perto da unidade de saúde.

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Conselho Popular
As extensões de saúde de Almargem do Bispo, Dona Maria e Sabugo, no concelho de Sintra, reabriram a partir de sexta-feira após a contratação de três médicos pelo município, confirmou hoje a Administração Regional de Saúde (ARS).

O presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), afirmou na sexta-feira que o Ministério da Saúde considerou “ilegal” a contratação de médicos reformados pelo município para reabrir três extensões de saúde no concelho.

O autarca alertou, numa reunião do Conselho Metropolitano de Lisboa, para uma eventual “questão política”, porque tinha recebido através do presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo “a indicação de que a contratação de médicos era ilegal, por estarem reformados”. “Consultámos a lei e não é ilegal”, concluiu o presidente da câmara, durante o encontro dos 18 autarcas da Área Metropolitana de Lisboa.

O autarca reiterou que, no entendimento da câmara, os clínicos contratados através da empresa Cintramédica não estavam impedidos de exercer, porque “os centros de saúde é que não podem contratar médicos aposentados”, mas a questão acabou por ser ultrapassada.

“No seguimento do acordo com a Câmara de Sintra será retomado o funcionamento das extensões de saúde de Almargem do Bispo, Dona Maria e Sabugo”, confirmou uma fonte oficial da ARS de Lisboa e Vale do Tejo.

O presidente da autarquia anunciou na semana passada a contratação de três médicos para viabilizar a reabertura das unidades. A contratação, à empresa Cintramédica, representa um encargo para o município de cerca de 2.800 euros por mês.

As três extensões encerraram a 9 de Junho por decisão do Agrupamento de Centros de Saúde de Sintra e as consultas foram concentradas em Negrais.

Os moradores protestaram, argumentando que o fecho dos serviços afectava uma população maioritariamente envelhecida e com deficiente ou ausência de transportes públicos para Negrais.

A extensão de saúde de Dona Maria reabriu na passada sexta-feira, pelas 10H00, seguindo-se a reabertura da extensão de saúde de Almargem do Bispo no mesmo dia à tarde e por último reabre a extensão de saúde do Sabugo.

A autarquia e o Ministério da Saúde acordaram recentemente a construção de quatro novos centros de saúde no concelho, nomeadamente em Algueirão-Mem Martins, Agualva, Almargem do Bispo e Queluz.

A população de Dona Maria concentrou-se na passada sexta-feira junto à extensão de saúde para agradecer à Câmara de Sintra a contratação de médicos que permitem reabrir a unidade até à construção do novo centro de saúde de Almargem do Bispo.

"Obrigado pela alegria que dão a Dona Maria" ou "Temos mais pedidos, não queremos ser esquecidos", foram algumas das mensagens escritas em folhas de papel empunhadas por moradores que esperaram pelo presidente da câmara.

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Conselho Popular

A Câmara de Sintra chegou ontem a um acordo com o Ministério da Saúde que viabiliza a reabertura das unidades de Dona Maria, Sabugo e Almargem do Bispo, encerradas há oito dias.

"Ficou acordado reabrir esses centros de saúde, fechados desde o dia 9 de Junho, com médicos contratados pela Câmara e também pessoal administrativo", afirmou Basílio Horta (PS).

O autarca esclareceu que serão disponibilizados dois médicos pela autarquia, para atender os cerca de seis mil utentes daqueles locais.

"Foi uma decisão muito importante para o concelho. Foi uma longa marcha e estamos todos de parabéns", acrescentou.

Além disso, acrescentou Basílio Horta, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo acordou também com a autarquia construir quatro novas unidades de saúde. Queluz e Belas, Almargem do Bispo, Algueirão-Mem Martins e Agualva e Mira Sintra serão as zonas beneficiadas, num total de 400 mil utentes a serem beneficiados.

"A Câmara de Sintra comprometeu-se a dar as instalações e a financiar em 30 por cento o custo total do investimento, num total de cerca de 2,5 milhões de euros e a câmara tem já esse dinheiro disponível", referiu Basílio Horta.

A manifestação marcada para hoje junto ao Ministério da Saúde, em Lisboa, foi desconvocada após o acordo entre a Câmara de Sintra e a tutela. “A manifestação já não faz sentido”, afirmou à Lusa Vera Duarte, moradora em Dona Maria e uma das responsáveis pela organização do protesto.

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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