A Câmara Municipal de Torres Vedras, o Agrupamento de Centros de Saúde – Oeste Sul (Centro de Saúde de Torres Vedras), o Centro Hospitalar do Oeste (Unidade de Torres Vedras), através da sua Unidade Funcional Coordenadora da Diabetes e as farmácias do concelho de Torres Vedras vão assinalar o Dia Mundial da Diabetes, de 11 a 17 de novembro, com um programa de ações.

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A Câmara de Torres Vedras decidiu avançar com uma parceria com a Universidade de Lisboa para criar um campus universitário ligado à investigação em Medicina e Ciências Biomédicas no antigo Hospital do Barro.

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Corporações de bombeiros de concelhos do Oeste, servidos pela urgência de Torres Vedras do Centro Hospitalar do Oeste, denunciaram ontem que há ambulâncias a ficarem retidas no hospital por falta de macas, comprometendo o socorro às populações.

"A situação é mesmo caótica e tem retido várias ambulâncias dos corpos de bombeiros. Não estamos a falar numa ou duas ambulâncias, mas cinco por exemplo no dia de anteontem, por falta de macas no hospital. Todos os doentes transportados de emergência para a urgência do hospital de Torres Vedras ficam em cima da maca dos bombeiros horas esquecidas até serem atendidos, paralisando as ambulâncias", denunciou o comandante dos bombeiros da Lourinhã, Carlos Pereira, à agência Lusa.

Contactado pela Lusa, o administrador do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), Carlos Sá, justificou que a falta de macas se deve ao "período de gripes em que houve um aumento de doentes na urgência, o que leva a um atraso na entrega de macas".

O "caos", que os bombeiros dizem que se arrasta desde há um mês, é também confirmado pelo comandante dos bombeiros de Torres Vedras, Fernando Barrão. No caso de Torres Vedras, só não se tem agravado porque a corporação dispõe de algumas macas suplentes.

As corporações alertam que o socorro às populações "está a ser posto em causa", uma vez que algumas já ficaram sem ambulâncias disponíveis nos quartéis e tiveram de pedir ajuda a outras corporações. Os bombeiros apontam diferentes casos em que as ambulâncias estiveram à espera entre as três e as seis horas.

Apesar de tudo, o administrador hospitalar esclareceu que "os tempos de espera têm vindo a aumentar na urgência, mas continuam dentro dos valores recomendados".

No domingo, os doentes com pulseira amarela (urgentes) esperaram em média 56 minutos para serem atendidos, enquanto o tempo para os da pulseira verde (pouco urgentes) foi de duas horas e nove minutos, valores semelhantes aos de ontem.

Para melhorar o atendimento, o CHO decidiu aumentar 10 camas de internamento na Unidade de Peniche e transferir doentes da urgência para os serviços de internamento, onde existem camas disponíveis.

O CHO vai também reunir na quarta-feira com os bombeiros para avaliar melhor o problema.

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais das Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, e abrange, para além destas, as populações de Óbidos, Bombarral, Cadaval, Lourinhã e parte dos concelhos de Alcobaça e de Mafra, servindo mais de 292.500 pessoas.

Torres Vedras, Mafra, Lourinhã e Cadaval são os concelhos servidos em primeira linha pela unidade de Torres Vedras.

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A Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDPk) vai promover no próximo dia 20 de Setembro (sábado), pelas 11h, em Torres Vedras, uma caminhada pela Doença de Parkinson. Inserida na iniciativa europeia European Unity Walk, a caminhada pretende sensibilizar a população para esta patologia neurodegenerativa crónica, progressiva e debilitante.

De acordo com José Luís Mota Vieira, presidente da APDPk, “neste mesmo dia, em toda a Europa, milhares de pessoas vão unir-se a esta acção que pretende alertar para a importância do diagnóstico e tratamento da doença. É importante que sensibilizemos a população e os dirigentes para o impacto que a doença tem não só na vida dos próprios doentes, como também das suas famílias e de toda a sociedade”.

O evento surge no âmbito da European Unity Walk, uma iniciativa inédita e organizada pela Associação Europeia da Doença de Parkinson, que inspira outras associações, a nível europeu, a adoptarem actividades semelhantes, de forma a aumentar a consciencialização para a doença.

Todos os interessados em participar no evento devem dirigir-se à Praça 25 de Abril a partir das 10h30. Esta caminhada é da responsabilidade da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, em colaboração com o Campus Neurológico Sénior e conta com o apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras.

A Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, membro da European Parkinson’s Disease Association e da World Parkinson’s Disease Association. Foi constituída em 1984 e os seus principais objectivos são sensibilizar para a doença e reunir meios para intervir junto dos organismos competentes, de forma a melhorar a qualidade de vida dos doentes de Parkinson.

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[caption id="attachment_4121" align="alignleft" width="300"]ambulancia O coordenador da viatura de Portalegre, Hugo Capote, adiantou à Lusa que já foram formados “entre 20 e 30 médicos”, mas que, actualmente, prestam serviço “entre 10 e 12”. “Alguns médicos fizeram a sua actividade na VMER durante cinco ou seis anos, mas, depois, as suas carreiras médicas evoluíram e, a partir de certa altura, optaram por trabalhar a tempo inteiro nos seus serviços”, explicou[/caption]

O acidente provocado por um cavalo no dia de Natal, perto de Évora, e que causou quatro mortos e quatro feridos graves, foi um dos que ocorreu numa zona coberta com viatura médica de emergência, mas que se encontrava inoperacional.

Segundo uma ronda feita pela agência Lusa, nos últimos meses, pelo menos outras quatro viaturas estiveram temporariamente inoperacionais: as de Portalegre, Guarda, Faro e Torres Vedras.

No caso mais grave, em Évora, a administração do hospital confirmou que “a VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) estava, momentaneamente, inoperacional” quando ocorreu o acidente, no dia 25 de Dezembro, que envolveu dois automóveis e um cavalo.

A coordenadora da VMER de Évora reconheceu que “em épocas especiais é mais complicado ter médicos disponíveis”, alegando que “a escala é preenchida com horário voluntário” e que os clínicos “nem sempre estão disponíveis”.

A indisponibilidade “esporádica” dos clínicos pode explicar-se, segundo Ireneia Lino, com o facto de “o retorno financeiro” estar a “descer para valores próximos aos dos serviços dentro do hospital”, apesar de ter “um risco acrescido”.

Ainda assim, assinalou que a VMER de Évora tem actualmente “poucos períodos” de paragem, apresentando “dois ou três por cento de inoperacionalidade”.

Na noite da passagem de ano, foi a VMER de Portalegre que não saiu para assistir duas pessoas atropeladas no centro da cidade. Um homem de 42 anos morreu e uma mulher de 36 ficou ferida.

Fonte da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano confirmou que “a VMER esteve inoperacional entre as 20:00 do dia 31 de Dezembro e as 12:00 do dia 01 de Janeiro”, porque “não havia médico disponível”.

O coordenador da viatura de Portalegre, Hugo Capote, adiantou à Lusa que já foram formados “entre 20 e 30 médicos”, mas que, actualmente, prestam serviço “entre 10 e 12”.

“Alguns médicos fizeram a sua actividade na VMER durante cinco ou seis anos, mas, depois, as suas carreiras médicas evoluíram e, a partir de certa altura, optaram por trabalhar a tempo inteiro nos seus serviços”, explicou.

Hugo Capote referiu que “há quase três anos” que não há formação de médicos para a VMER de Portalegre, tendo já sido “solicitada várias vezes ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM)”.

A situação não é “exclusiva” do Alentejo. Em Torres Vedras, no distrito de Lisboa, segundo o bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, a VMER “esteve 10 dias 100 por cento inoperacional”, em agosto de 2013.

A “situação pode-se agravar dramaticamente” agora com a VMER do Hospital de Vila Nova de Gaia, cuja administração pretende reduzir “o pagamento dos médicos para 11,68 euros e dos enfermeiros para 7,52 euros” por hora, disse.

Também a VMER da Guarda enfrenta “pequenos períodos” de inoperacionalidade, reconheceu à Lusa o seu coordenador, Tiago Saraiva, indicando que as paragens correspondem a cerca de 5%, devido à falta de médicos para o serviço, mas no prazo de dois a três meses o problema deve estar resolvido.

No Algarve, o caso não é tão grave porque existem três viaturas (Faro, Portimão e Albufeira), mas, mesmo assim, de acordo com o Centro Hospitalar do Algarve, “durante o período do Natal, como é normal em feriados e festividades, houve um ou dois dias em que, além de um helicóptero, só esteve accionada uma VMER”.

Segundo o Centro Hospitalar do Algarve, a partir do dia 15 deste mês, vai dispor de 18 médicos que estão a acabar o curso, numa formação a realizar de novo em Março e que deverá tornar a região “num exemplo em termos de activação” dessas viaturas.

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[caption id="attachment_5366" align="alignleft" width="300"]centrohospitalardooeste Além da consulta programada, o serviço faz o acompanhamento do doente alérgico, ensinando por exemplo a técnica inalatória, administrando a chamada ‘vacina da alergia' ou realizando testes cutâneos. Asma brônquica, rinite, sinusite, conjuntivite alérgica, eczema, urticária e alergias várias podem ser diagnosticadas e tratadas na consulta de imunoalergologia[/caption]

O Centro Hospitalar do Oeste (CHO) anunciou hoje a abertura da consulta de imunoalergologia no hospital de Torres Vedras, prevendo alargá-la no início do próximo ano a Caldas da Rainha, evitando deslocações dos cidadãos aos hospitais em Lisboa.

O CHO informou, em comunicado, que o serviço "está a funcionar na consulta externa de Torres Vedras e conta com um médico especialista, que trabalha em articulação com uma equipa de enfermagem com formação específica nesta área".

O centro hospitalar adiantou que está previsto o alargamento da valência ao hospital de Caldas da Rainha "já no início de 2014", garantindo aos cidadãos da região Oeste "cuidados de saúde de proximidade ao nível do serviço público" e evitando deslocações aos hospitais em Lisboa.

Além da consulta programada, o serviço faz o acompanhamento do doente alérgico, ensinando por exemplo a técnica inalatória, administrando a chamada ‘vacina da alergia' ou realizando testes cutâneos.

Asma brônquica, rinite, sinusite, conjuntivite alérgica, eczema, urticária e alergias várias podem ser diagnosticadas e tratadas na consulta de imunoalergologia.

A consulta vai dar resposta não só aos doentes referenciados internamente pelas várias unidades hospitalares do CHO, como também pelos centros de saúde desta região, englobando nesta primeira fase apenas crianças e jovens até aos 18 anos.

A área de influência do CHO abrange as populações das Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com excepção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estevão das Galés e Venda do Pinheiro), servindo mais de 292.500 pessoas.

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2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

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