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Cerca de 30 jovens entre os 15 e os 19 anos foram infetados com VIH/SIDA em cada hora de 2017, sendo que dois terços eram raparigas, o que significa que a cada três minutos uma adolescente foi infetada.

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Portugal registou 80 casos de mutilação genital feminina entre janeiro de 2016 e o mesmo mês do ano passado, revelam dados divulgados no Dia Internacional da Tolerância Zero contra esta prática, celebrado ontem.

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A UNICEF defendeu que o Governo venezuelano deve cuidar das crianças, considerando que neste grupo populacional “aumenta a prevalência da desnutrição” ao mesmo tempo que se intensifica “uma crise económica cada vez mais profunda”.

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) alertou que “400.000 crianças gravemente desnutridas podem morrer” na região do Kasai (centro), na República Democrática do Congo, que tem sido palco de violência desde setembro de 2016.

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Cerca de 300 milhões de crianças em todo o mundo respiram um ar tão poluído que podem sofrer danos físicos, incluindo no cérebro em desenvolvimento, alerta um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) hoje divulgado.

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) concedeu anteontem 40 pacotes informáticos para equipar 20 maternidades em Luanda, com o objetivo de reforçar a expansão do registo de nascimento em Angola.

O material, que foi financiado pela UE e entregue à direção nacional dos Registos e do Notário, incluía computadores, 'scanners', máquinas fotocopiadoras e impressoras.

O programa deverá estender-se às províncias do Uíge, Moxico, Huíla, Bié, Cuanza Sul e Malange, onde foram identificadas mais de 40 maternidades.

No ato de entrega, a representante adjunta da UNICEF em Angola, Amélia Russo, disse que a expansão dos serviços nas maternidades irá facilitar o acesso gratuito aos serviços de registo de nascimento para milhões de crianças recém-nascidas em diferentes localidades do país.

O objetivo do Governo é proporcionar o registo da criança logo à nascença, confirmou o diretor nacional dos Registos e Notariado, Claudino Filipe, aludindo ao projeto “Nascer com Registo” que deverá arrancar este mês.

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A taxa de mortalidade infantil em Portugal continua a ser das mais baixas do mundo, segundo um relatório da UNICEF hoje divulgado, o qual refere que este indicador melhorou em 76% nos últimos 25 anos.

O documento enviado à agência Lusa, com o título Levels and Trends in Child Mortality Report 2015 (Níveis e Tendências na Mortalidade Infantil 2015), adianta que o país passou de uma taxa de 15 crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes, em 1990, para quatro crianças mortas, em 2015, o que situa Portugal entre os melhores ao nível deste indicador.

Portugal integra um grupo de 14 países que apresenta o terceiro melhor indicador de taxa de mortalidade abaixo dos cinco anos, juntamente com a França, Alemanha, Holanda ou Espanha.

Nos últimos 25 anos, a taxa de mortalidade infantil reduziu-se em 76%, com uma média anual de redução de 5,6%.

A lista é liderada pelo Luxemburgo, Islândia e Finlândia, com uma taxa de mortalidade de duas crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes. Em segundo lugar estão outros sete países com uma taxa de mortalidade de três crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes, como é o caso de Noruega, Suécia, República Checa ou Eslovénia.

Em termos globais, a taxa de mortalidade infantil no mundo desceu para metade em 25 anos, segundo o documento, que indica que o número de mortes de menores de cinco anos diminuiu de 12,7 milhões, em 1990, para 5,9 milhões, em 2015, o primeiro ano em que o total se irá situar abaixo do patamar dos seis milhões.

As novas estimativas que constam do relatório publicado pela UNICEF, a Organização Mundial de Saúde, o Grupo do Banco Mundial e a Divisão de População da UNDESA, indicam que "apesar de os progressos globais terem sido substanciais, continua a registar-se por dia a morte de 16.000 crianças menores de cinco anos".

O relatório adianta que a descida de 53% na mortalidade dos menores de cinco anos entre 1990 e 2015 não é suficiente para cumprir o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio para uma redução em dois terços, como estava programado.

Lusa

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Duas em cada cinco crianças viverão em África nos próximos 35 anos, estima um relatório da Unicef, que, por isso, apela ao investimento na geração mais nova do continente.

“As elevadas taxas de fecundidade e o número crescente de mulheres em idade reprodutiva significam que, ao longo dos próximos 35 anos, perto de dois mil milhões de bebés vão nascer em África”; a população do continente duplicará e a população com menos de 18 anos de idade aumentará em cerca de dois terços, atingindo cerca de um bilião de crianças, realça o “Geração 2030/Relatório sobre África”, apresentado hoje em Joanesburgo, na África do Sul.

“O futuro da humanidade é cada vez mais africano”, constata a Unicef, classificando o previsível “aumento sem precedentes da população infantil” como “uma oportunidade única" para os responsáveis políticos definirem "uma estratégia de investimento centrada na criança”, que se traduza em “benefícios” para África e o mundo.

Em 2015, mais de metade da população de 15 países africanos terá menos de 18 anos, incluindo Angola (54 por cento) e Moçambique (52 por cento).

O relatório chama a atenção para a Nigéria, onde já se verifica o maior número de nascimentos do continente e que, segundo as estimativas, em 2050, “contabilizará quase dez por cento dos nascimentos a nível mundial”.

A população nigeriana será 2,5 vezes maior, devendo atingir os 440 milhões de habitantes em 2050, e os menores de 18 anos aumentarão de 93 para 181 milhões.

Dos 54 países africanos, a Nigéria é o exemplo mais relevante, porque representa 16 por cento da população regional, mas todo o continente está em transição demográfica.

Moçambique está também no “top ten” dos países que, até 2050, mais contribuirão para o aumento populacional em África, devendo crescer em 33 milhões de habitantes. Os actuais 14 milhões de crianças do país lusófono aumentarão em 11 milhões.

A urbanização crescente do continente fará com que a maioria dos africanos viva em cidades, antecipa o documento. Se dentro de um ano 40 por cento da população africana habitará em contextos urbanos, essa percentagem deverá aumentar para 60 por cento até 2050.

Em 2015, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe estarão no “top ten” (em 6.º e 8.º lugares, respectivamente) dos países africanos com maior percentagem de população urbana. Cabo Verde será também um dos países africanos mais densamente povoados.

Em comunicado, Leila Gharagozloo-Pakkala, directora regional da Unicef para a África Oriental e Austral, espera que estas projecções sirvam de “catalisador para um debate internacional, regional e nacional sobre as crianças africanas”.

Isto porque, sublinha, “investindo nas crianças de hoje – na sua saúde, educação e protecção” traria “vantagens económicas” a um continente onde, “apesar da melhoria”, ocorrem “metade de todas as mortes infantis do mundo”.

Em África, uma em cada onze crianças morre antes dos cinco anos, taxa 14 vezes superior à média dos países de rendimento elevado, recorda a Unicef, estimando que, a manter-se este panorama, a mortalidade infantil “pode subir para próximo dos 70 por cento” em 2050.

“As alterações demográficas profundas pelas quais a população de crianças africanas vai passar estão entre os problemas mais importantes que o continente enfrenta”, conclui o relatório. “Se o investimento nas crianças africanas não for considerado prioritário, o continente não conseguirá aproveitar plenamente esta transição demográfica”, alerta Manuel Fontaine, director regional da Unicef para a África Ocidental e Central.

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As certezas enganadoras sobre os Outros
Editorial | Mário Santos, membro da Direção Nacional da APMGF
As certezas enganadoras sobre os Outros

No processo de reflexão da minha prática clínica, levo em conta para além do meu índice de desempenho geral (IDG) e da satisfação dos meus pacientes, a opinião dos Outros. Não deixo, por isso, de ler as entrevistas cujos destaques despertam em mim o interesse sobre o que pensam e o que esperam das minhas funções, como médico de família. Selecionei alguns títulos divulgados pelo Jornal Médico, que mereceram a minha atenção no último ano: