A primeira edição dos Prémios de Investigação em Medicina do Tagus TANK conta com a presença do Reitor da Universidade NOVA de Lisboa, João Sàágua, do Presidente do Conselho de Administração da José de Mello Saúde, Salvador de Mello, e de António Rendas, Presidente do Comité Científico da iniciativa.

Published in Atualidade

A Universidade NOVA de Lisboa organiza a primeira conferência internacional sobre envelhecimento ativo já esta quarta-feira, dia 19 de setembro, na Reitoria da NOVA, Campus de Campolide.

Published in Atualidade

O presidente do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) rejeitou ontem a integração da instituição na Universidade Nova de Lisboa, mas sublinhou a necessidade de ser feita uma avaliação externa para reestruturar o organismo.

Published in Atualidade

Debater a necessidade de criar padrões que permitam medir os cuidados de saúde com base no valor que produzem para os doentes e a qualidade dos atos clínicos prestados pelas instituições de saúde em Portugal é o objetivo da Nova SBE que promove a Conferência ICHOM em Portugal.

Published in Atualidade

Dinheiro e Saúde

Cerca de nove por cento de consultas no Serviço Nacional de Saúde e 15% de urgências terão ficado por realizar porque os utentes não tinham dinheiro para as pagar, segundo um estudo hoje apresentado em Lisboa.

O estudo da escola de gestão de informação da Universidade Nova de Lisboa concluiu que 8,9% de consultas nos centros de saúde e nos hospitais em 2015 não foram realizadas por causa da barreira do preço das taxas moderadoras.

A análise revela ainda que cerca de 15% de episódios de urgências acabaram por não ocorrer também devido ao fator preço das taxas moderadoras, tendo ficado por fazer mais de 5% de exames de diagnóstico.

Caso não fosse o entrave das taxas moderadoras, teria havido em 2015 um acréscimo de 2,8 milhões de consultas nos centros de saúde, de 1,2 milhões de consultas de especialidade hospitalar e 1,1 milhões de episódios de urgência.

Aliás, de acordo com inquéritos representativos da população feitos a mais de 500 pessoas, o estudo mostra que só 35% da população portuguesa considera o valor das taxas moderadoras adequado, com a grande maioria a percecioná-lo como elevado.

Já em relação aos medicamentos, metade da população considera o seu preço adequado, mas ainda assim mais de 14% dos inquiridos optou por não comprar algum fármaco prescrito devido ao seu custo.

O coordenador do projeto Sustentabilidade na Saúde 3.0, Pedro Simões Coelho, considera também relevante que quase metade dos cidadãos considerem o seu estado de saúde “menos do que bom”.

Há 43% de inquiridos que consideram que o seu estado de saúde afeta negativamente a sua qualidade de vida, 45% diz que afeta as suas tarefas diárias e 46% diz mesmo que o estado de saúde lhe provoca dor/mau estar ou criar ansiedade/depressão.

Dos inquéritos realizados nos primeiros dois meses deste ano sempre em relação a 2015, mais de metade das pessoas faltou ao trabalho ou às aulas por motivos de saúde .

Os dias faltados por doença correspondem a perdas de dois mil milhões de euros relativos a salários.

Em média, os inquiridos faltaram 5,4 dias num ano ao trabalho por motivo de doença, mas os cuidados prestados no Serviço Nacional de Saúde terão permitido reduzir 2,2 dias o número de tempo de absentismo por cada português.

O estudo da Universidade Nova de Lisboa cria ainda um índice de sustentabilidade do SNS, com base na qualidade, na atividade e na despesa.

Segundo Pedro Simões Coelho, entre 2014 e 2015 o índice mostra uma estabilização, com um ligeiro aumento da atividade acompanhado por um ainda mais ténue aumento da despesa e por uma estabilização da qualidade.

Published in Mundo

desenvolvimento
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, o Instituto Portoguês de Oncologia (IPO) do Porto e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Espinho/Gaia vão desenvolver o projeto “GIDO – Gestão Integrada do Doente Oncológico”, com o objetivo de promover o acompanhamento personalizado do doente com cancro em todas as fases da doença.

Este projeto pretende garantir a continuidade de cuidados após o diagnóstico de cancro, através de uma boa comunicação entre as diferentes instituições da região norte e os diversos profissionais, aumentando a satisfação do doente oncológico e reduzindo o desperdício e os custos associados a consultas e exames desnecessários.

Para a implementação do projeto serão criados canais de comunicação estruturados para acompanhamento de doentes entre as Unidades de Saúde de Cuidados Primários e o IPO Porto, durante o diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos doentes referenciados.

O projeto “GIDO” integra-se no programa Boas Práticas de Governação, uma iniciativa da Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, que proporciona aos participantes uma oportunidade de acesso a um plano curricular desenvolvido pela universidade e que lhes garante as bases teóricas e o acompanhamento necessário ao desenvolvimento dos projetos.

Este ano sob o tema “Caminhos para a Humanização”, o programa “Boas Práticas de Governação” teve como objetivo principal a implementação de projetos inovadores que fomentem uma maior articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, que possam trazer melhorias efetivas para o doente.

Published in Mundo

investigacao 4
Algumas unidades juntaram esforços para ligar cientistas e profissionais que trabalham na procura e aplicação de fármacos adequados a cada paciente de doenças crónicas e neurodegenerativas, aumentando a competência de Portugal na área.

"A medicina translacional é essencialmente isso, conseguir interligar os dois parceiros que tradicionalmente estavam mais separados", ou seja, os profissionais que descobrem os medicamentos e aqueles que os ensaiam no hospital, disse ontem à agência Lusa um responsável do projeto, Manuel Carrondo.

O coordenador da unidade de investigação iNOVA4Health, que junta o iBET (Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica), instituições da Universidade Nova de Lisboa (ITQB, Faculdade de Ciências Médicas e CEDOC) e o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil, salientou que, apesar de ciência e hospitais estarem cada vez mais próximos, ainda não chega aos níveis de outros países.

A relação entre os cientistas básicos, os que fazem o desenvolvimento e fabrico dos biofarmacos e aqueles que fazem a aplicação e os utilizam junto dos doentes e a integração de alunos em doutoramento, as equipas clínicas estejam ligadas à investigação, o que "ainda é relativamente rara no caso português, mas já corrente em algumas unidades de investigação mundiais", como norte-americanas, alemãs, suecas ou inglesas, referiu Manuel Carrondo.

"O objetivo último é conseguir "pendurar" as atividades que formos conseguindo desenvolver em conjunto em equipas mais largas internacionais, não apenas para arranjar mais dinheiro", mas também para ter contributos de empresas com as quais o IBET já tem parcerias, para aumentar visibilidade de Lisboa e "tornar país mais importante no mapa da saúde e biofarmacêutica internacional", realçou.

Este processo, explicou Manuel Carrondo, "começa a ter uma prática razoável e que vai aumentar com aquilo que se chama a medicina de precisão, em que se sabe muito melhor o que cada doente é e o que é mais correto e lhe pode ser aplicado como tratamento porque o diagnóstico é feito muito mais corretamente".

Com base em parcerias, organização e coordenação de algumas das atividades de cada unidade, o iNOVA4Health tem como meta conseguir desenvolver entre 15 e 20 projetos, nos próximos seis anos, e poderá envolver 40 a 50 investigadores.

Atualmente, estão oito projetos a arrancar, juntando competências de, pelos menos, duas daquelas unidades, avançou o coordenador do projeto e vice-presidente do iBET, acrescentando que o iNOVA4Health segue "grandes linhas de atividade que têm a ver sobretudo com doenças crónicas, com cancro e processos neurodegenerativos, e pode ir de aspetos específicos de doenças como aterosclerose até diabetes".

Lusa/Jornal Médico

Published in Mundo

Medalha_Ouro_Nova

A NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas, da Universidade NOVA de Lisboa (NMS|FCM-NOVA), recebeu no dia 22 de Abril a Medalha de Serviços Distintos Grau Ouro do Ministério da Saúde.

A distinção foi entregue pelo ministro da Saúde, Dr. Paulo Macedo, após a Cerimónia de Entrega do Prémio de Investigação Santander Totta/Universidade NOVA de Lisboa ao projecto sobre o Alzheimer tardio, liderado pela Investigadora Cláudia Almeida do CEDOC-NMS|FCM.

Nas palavras proferidas pela Secretária-Geral do Ministério da Saúde, Dr.ª Sandra Cavaca, a NOVA Medical School l Faculdade de Ciências Médicas da Universidade NOVA de Lisboa ocupa um lugar fundamental na formação de jovens médicos.

Inovadora, propôs um novo modelo de ensino médico, lançando as bases para uma estreita cooperação com os hospitais, designadamente com as unidades que agora integram o Centro Hospitalar de Lisboa Central e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e com muitas outras unidades hospitalares e de cuidados primários de saúde.

Com uma substancial oferta de cursos e programas de pós-graduação e investigação, conta com um número significativo de grupos de excelência em biomedicina, investigação translacional, investigação clínica e epidemiologia e serviços.

O seu primeiro pólo de investigação foi dedicado às doenças crónicas. A abertura recente do Pólo de Investigação do Campus de Santana veio reforçar as actividades pedagógicas e contribuir para o desenvolvimento da investigação. Dá-se como exemplo o curso de Iniciação à Investigação para clínicos.

Na Cerimónia de entrega da Medalha, o director da NMS|FCM, Professor Doutor Jaime da Cunha Branco, afirmou ser uma honra receber esta distinção e atribuiu-a a todos os trabalhadores da Faculdade: docentes, investigadores e não-docentes pelo bom trabalho realizado e que tem como resultado os milhares de excelentes médicos e investigadores já formados por esta instituição e pelos que irão continuar a ter formação na NOVA Medical School| Faculdade de Ciências Médicas da NOVA.

O director da NMS|FCM garantiu ao ministro da Saúde que esta distinção é mais um incentivo para a continuação e melhoria do trabalho realizado até agora.

Published in Mundo
Pág. 1 de 2
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

Mais lidas