A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) aprovou nove projetos da Universidade NOVA de Lisboa, que visam contribuir para o combate à Covid-19. Entre eles, estão construção de ventiladores de baixo custo e fácil implementação, com recurso a impressoras 3D, e testes à Covid-19, através de um método “mais simples e económico e de sensibilidade aumentada”.

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No decorrer do consórcio Tagus Tank, entre a José de Mello Saúde e a Universidade Nova de Lisboa, surge a primeira Conferência Tagus Tank no próximo dia 14 de março, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa. O objetivo é refletir sobre o trabalho desenvolvido e projetar o futuro.

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A primeira edição dos Prémios de Investigação em Medicina do Tagus TANK conta com a presença do Reitor da Universidade NOVA de Lisboa, João Sàágua, do Presidente do Conselho de Administração da José de Mello Saúde, Salvador de Mello, e de António Rendas, Presidente do Comité Científico da iniciativa.

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A Universidade NOVA de Lisboa organiza a primeira conferência internacional sobre envelhecimento ativo já esta quarta-feira, dia 19 de setembro, na Reitoria da NOVA, Campus de Campolide.

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O presidente do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) rejeitou ontem a integração da instituição na Universidade Nova de Lisboa, mas sublinhou a necessidade de ser feita uma avaliação externa para reestruturar o organismo.

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Debater a necessidade de criar padrões que permitam medir os cuidados de saúde com base no valor que produzem para os doentes e a qualidade dos atos clínicos prestados pelas instituições de saúde em Portugal é o objetivo da Nova SBE que promove a Conferência ICHOM em Portugal.

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Dinheiro e Saúde

Cerca de nove por cento de consultas no Serviço Nacional de Saúde e 15% de urgências terão ficado por realizar porque os utentes não tinham dinheiro para as pagar, segundo um estudo hoje apresentado em Lisboa.

O estudo da escola de gestão de informação da Universidade Nova de Lisboa concluiu que 8,9% de consultas nos centros de saúde e nos hospitais em 2015 não foram realizadas por causa da barreira do preço das taxas moderadoras.

A análise revela ainda que cerca de 15% de episódios de urgências acabaram por não ocorrer também devido ao fator preço das taxas moderadoras, tendo ficado por fazer mais de 5% de exames de diagnóstico.

Caso não fosse o entrave das taxas moderadoras, teria havido em 2015 um acréscimo de 2,8 milhões de consultas nos centros de saúde, de 1,2 milhões de consultas de especialidade hospitalar e 1,1 milhões de episódios de urgência.

Aliás, de acordo com inquéritos representativos da população feitos a mais de 500 pessoas, o estudo mostra que só 35% da população portuguesa considera o valor das taxas moderadoras adequado, com a grande maioria a percecioná-lo como elevado.

Já em relação aos medicamentos, metade da população considera o seu preço adequado, mas ainda assim mais de 14% dos inquiridos optou por não comprar algum fármaco prescrito devido ao seu custo.

O coordenador do projeto Sustentabilidade na Saúde 3.0, Pedro Simões Coelho, considera também relevante que quase metade dos cidadãos considerem o seu estado de saúde “menos do que bom”.

Há 43% de inquiridos que consideram que o seu estado de saúde afeta negativamente a sua qualidade de vida, 45% diz que afeta as suas tarefas diárias e 46% diz mesmo que o estado de saúde lhe provoca dor/mau estar ou criar ansiedade/depressão.

Dos inquéritos realizados nos primeiros dois meses deste ano sempre em relação a 2015, mais de metade das pessoas faltou ao trabalho ou às aulas por motivos de saúde .

Os dias faltados por doença correspondem a perdas de dois mil milhões de euros relativos a salários.

Em média, os inquiridos faltaram 5,4 dias num ano ao trabalho por motivo de doença, mas os cuidados prestados no Serviço Nacional de Saúde terão permitido reduzir 2,2 dias o número de tempo de absentismo por cada português.

O estudo da Universidade Nova de Lisboa cria ainda um índice de sustentabilidade do SNS, com base na qualidade, na atividade e na despesa.

Segundo Pedro Simões Coelho, entre 2014 e 2015 o índice mostra uma estabilização, com um ligeiro aumento da atividade acompanhado por um ainda mais ténue aumento da despesa e por uma estabilização da qualidade.

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desenvolvimento
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, o Instituto Portoguês de Oncologia (IPO) do Porto e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Espinho/Gaia vão desenvolver o projeto “GIDO – Gestão Integrada do Doente Oncológico”, com o objetivo de promover o acompanhamento personalizado do doente com cancro em todas as fases da doença.

Este projeto pretende garantir a continuidade de cuidados após o diagnóstico de cancro, através de uma boa comunicação entre as diferentes instituições da região norte e os diversos profissionais, aumentando a satisfação do doente oncológico e reduzindo o desperdício e os custos associados a consultas e exames desnecessários.

Para a implementação do projeto serão criados canais de comunicação estruturados para acompanhamento de doentes entre as Unidades de Saúde de Cuidados Primários e o IPO Porto, durante o diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos doentes referenciados.

O projeto “GIDO” integra-se no programa Boas Práticas de Governação, uma iniciativa da Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, que proporciona aos participantes uma oportunidade de acesso a um plano curricular desenvolvido pela universidade e que lhes garante as bases teóricas e o acompanhamento necessário ao desenvolvimento dos projetos.

Este ano sob o tema “Caminhos para a Humanização”, o programa “Boas Práticas de Governação” teve como objetivo principal a implementação de projetos inovadores que fomentem uma maior articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, que possam trazer melhorias efetivas para o doente.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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