Um método inovador para induzir a formação de novos vasos sanguíneos no coração, abrindo perspetivas para o aparecimento de outros tratamentos de doenças cardiovasculares, foi descoberto no âmbito de um estudo internacional.

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Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o “canal de comunicação” entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

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A diretora do serviço de Medicina de Reprodução do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) salientou hoje que as mulheres com doença oncológica que preservam a sua fertilidade sentem-se mais seguras e com mais esperança na recuperação.

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Um estudo realizado por uma equipa de investigadores das Universidades de Coimbra (UC) e Leeds (Reino Unido), entre 2011 e 2016 indica que uma SenseCam, uma câmara fotográfica, auxilia no tratamento do Alzheimer.

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A Faculdade de Medicina da Universidade da Universidade de Coimbra (FMUC) investiu 315 mil euros em equipamento para as clínicas de Medicina Dentária e de Ortodontia, de acordo com informação avançada pela UC.

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Um projeto europeu de investigação para estudar o fenómeno de envelhecimento cardiovascular e desenvolver terapias, com um financiamento de 2,5 milhões de euros e liderado pela Universidade de Coimbra (UC), é apresentado, este sábado, naquela cidade.

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Uma equipa de investigadores do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), em colaboração com o Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC, Polo dos Covões), desenvolveu um modelo matemático que simula a libertação do fármaco a partir dos stents de última geração, os denominados Drug-Eluting Stents (DES, stents de libertação de fármacos), uma ferramenta que poderá ter impacto na Cardiologia de Intervenção.

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) acaba de descobrir que a presença reduzida de A2A nos idosos agrava a inflamação gastrointestinal, facto que a equipa defende que pode abrir portas a novas estratégias preventivas e terapêuticas.

“A carência de um ‘sensor’ envolvido na regulação do tubo digestivo agrava a inflamação gastrointestinal nos idosos, revela um estudo realizado por uma equipa de investigadores” de Coimbra, em colaboração com especialistas das universidades do Porto e do Ceará (Brasil), anunciou hoje a UC.

A descoberta “abre portas para o desenvolvimento de novas estratégias preventivas e terapêuticas para uma das inflamações mais comuns na terceira idade”, sustentaram os especialistas envolvidos na investigação.

Enquanto no intestino dos jovens e adultos, “perante uma situação de infeção gastrointestinal, este ‘sensor’ (recetor de adenosina A2A) responde com o aumento de sinalização, permitindo controlar o dano provocado pelo agente da infeção, nos intestinos dos idosos tal não acontece”, explica a coordenadora da investigação, Teresa Gonçalves.

O estudo, desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, com a colaboração de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e da Universidade Federal do Ceará (Brasil), mostrou que, nos idosos, “a presença de A2A é muito reduzida” e, por isso, “o sistema de sinalização” não funciona.

“Este sistema de sinalização é importante no controlo da infeção gastrointestinal e a sua perda de eficiência é um fator que contribui para a menor capacidade de lidar com infeções gastrointestinais no idoso, em particular infeções oportunistas”, esclareceu Teresa Gonçalves, citada pela UC.

Por outro lado, acrescentou a docente da Faculdade de Medicina da UC e investigadora do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC), o A2A participa também “no controlo do nível de acidez do estômago e a sua deterioração com a idade irá refletir-se na disfunção do estômago, contribuindo igualmente para o aumento do perigo de alguns microrganismos”.

Assim, “os resultados deste estudo poderão ser um contributo para minorar a incidência de infeções oportunistas e processos inflamatórios que aumentam a partir dos 65 anos”, salientou a investigadora.

Realizado em modelos animais de três faixas etárias (jovens, adultos e idosos), o estudo foi publicado na revista científica Oncotarget.

A investigação foi financiada pelo programa NARSAD (sigla de Aliança Nacional para a Investigação sobre Esquizofrenia e Depressão), dos EUA, e por fundos comunitários, através, designadamente, do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) e do COMPETE (Programa Operacional Fatores de Competitividade), via Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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