Investigadores do Centro de Investigação em Biomedicina (CBMR) da Universidade do Algarve (UAlg) participaram na descoberta de uma proteína que pode levar ao desenvolvimento de novos tratamentos contra diversos tipos de tumores.

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Investigadores do Centro de Investigação em Biomedicina (CBMR) da Universidade do Algarve (UAlg) participaram numa descoberta que poderá contribuir para o diagnóstico e tratamento do cancro da bexiga.

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O mestrado integrado em Medicina da Universidade do Algarve (UAlg) assinala este ano 10 anos de existência. O curso distingue-se pelo investimento nas qualidades humanas dos alunos.

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Investigadores da Universidade do Algarve (UAlg), dez chefes de cozinha e uma empresa de cultivo de plantas halófitas estão a desenvolver um painel de novos produtos e a aperfeiçoar outros para introduzir estas plantas na rotina alimentar dos portugueses.

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Professor de Neurorradiologia da Universidade do Algarve (UAlg) está a implementar, em Portugal, uma técnica criada por uma equipa multidisciplinar que permite reduzir os riscos cirúrgicos na remoção de tumores na base do crânio.

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Universidade Algarve
A 8.ª edição do Mestrado Integrado de Medicina (MIM) da Universidade do Algarve (UAlg) tem candidaturas abertas até ao próximo dia 1 de fevereiro (mais informações aqui).

Este curso, centrado num método de aprendizagem inovador, Problem Based Learning (PBL), "conquistou definitivamente os alunos, que o consideram uma espécie de Eureka, há muito procurada", segundo relata, em comunicado, a instituição.

“Quando tive conhecimento do MIM-UAlg tive aquele momento: 'Eureka, é isto mesmo!'”, reforça Sérgio Esteves, 31 anos, licenciado em Fisioterapia e atualmente aluno do quarto ano do curso de Medicina da UAlg.

O aluno conta que “é sobretudo na metodologia que o curso de Medicina da UAlg é diferente, inovador e representativo de uma mudança de paradigma do ensino médico em Portugal”.

Consta que o modelo estruturante do curso, o PBL "utiliza um caso real e desconstrói-o até à sua essência", diferenciando-se assim dos modelos de ensino tradicionais. “Fazendo-o, leva-nos a estudar as ciências básicas e clínicas, mas de forma integrada, no contexto do caso clínico, e, assim, muito mais próximo da realidade que os futuros médicos vão encontrar nos hospitais e centros de saúde”, acrescenta Sérgio Esteves.

O curso tem uma vertente bastante prática, sendo que o contacto com doentes se inicia na segunda semana de aulas e é uma constante até ao último dia. “O contacto com os pacientes é algo sem par”, refere o aluno e acrescenta: “nos dois primeiros anos estamos um dia por semana em vários centros de saúde do Algarve, desenvolvendo um contacto fundamental com o que deve ser o centro da formação médica: os Cuidados de Saúde Primários”.

Já nos dois últimos anos (3.º e 4.º) iniciam-se as rotações hospitalares e os alunos estão diariamente no hospital, integrados nas equipas médicas dos vários serviços clínicos, com oportunidade de ter experiências em hospitais fora da zona algarvia. “Durante estes quatro anos já tive a oportunidade de estagiar no Centro Hospitalar do Algarve (em Faro e Portimão), no Hospital do Litoral Alentejano (Santiago do Cacém), no Hospital de Évora, no Hospital de Setúbal, no Hospital Ortopédico do Outão e no Hospital Garcia d’Orta (Almada), ao que se acresce ainda o Hospital Curry Cabral e o Hospital Amadora-Sintra onde estive em contexto de investigação", exemplifica Sérgio Esteves.

Estes quatro anos de rotações clínicas têm uma característica exclusiva: um rácio de um para um entre aluno e tutor clínico.

"O MIM-UAlg dispõe de variados e modernos modelos/simuladores clínicos que permitem praticar, simulando em segurança muitos dos procedimentos clínicos que um médico tem de denominar e que, posteriormente, serão aplicados em situações reais nos estágios", lê-se na nota de imprensa enviada à nossa redação.

Durante o curso, explica Sérgio Esteves, “somos confrontados com um desafio: realizar um Elective, que deverá ser um estágio médico numa realidade diferente daquela em que estamos normalmente incluídos, em áreas médicas distintas daquelas com que contactamos nos estágios curriculares, preferencialmente fora de Portugal”.

Assim, durante oito semanas, este aluno realizou o seu Elective para fora da Europa, em Jerusalém, capital de Israel, numa região fundamentalmente distinta, geográfica, cultural e socialmente. “A oportunidade de observar e de praticar medicina num país como Israel, de testemunhar de perto a confluência de culturas e de credos aparentemente tão incompatíveis e, ainda assim, ter sido tão bem recebido no seio da comunidade israelita (não apenas a médica), ajudou-me a desenvolver uma faceta mais compreensiva e tolerante, que será certamente muito útil durante a minha carreira médica", afirma.

De salientar que na edição 2015 do U-Multirank, a Universidade do Algarve registou os melhores resultados a nível nacional na área da Medicina com a obtenção de nota máxima (categoria A – Muito Bom) em sete categorias.

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malária

A descoberta de semelhanças nos mecanismos que regulam a reprodução, no mosquito da malária e no homem, pode abrir novas perspetivas de estudo da doença, explicou um dos responsáveis por esta investigação, na Universidade do Algarve (UALg).

“Descobrimos pela primeira vez que, na verdade, o sistema das alatostatinas [AST-A] dos mosquitos e do sistema Kisspeptina [KISS] dos humanos tiveram uma origem comum”, o que pode permitir, no futuro, o controlo da reprodução e alimentação de insetos que dependem do sangue para se alimentarem e reproduzirem, contou o investigador João Cardoso à agência Lusa, que partilha com Deborah Power a responsabilidade deste estudo.

Desde 2009, oito investigadores do Centro de Ciências do Mar da UALg trabalham em colaboração com o Instituto de Medicina Tropical, neste estudo financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

A malária é uma doença para a qual não há cura e que é transmitida através da picada do mosquito fêmea do género ‘Anopheles’.

O controlo das populações de mosquitos que transmitem a malária é difícil e os mosquitos e insetos são cada vez mais resistentes aos inseticidas, que também têm efeitos nocivos para o ambiente, explicou João Cardoso que espera que a investigação possa ajudar a encontrar alternativas.

“Vamos dar continuidade, porque agora aquilo que queremos fazer é produzir mosquitos mutantes e ver realmente se isto tem efeito na fisiologia do animal”, explicou João Cardoso, que espera conseguir impossibilitar os mosquitos de produzirem gerações viáveis.

Este próximo passo vai ser prosseguido em colaboração com o Instituto de Medicina Tropical, através de uma nova candidatura a financiamento da FCT.

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Universidade Algarve

A Universidade do Algarve (UALg) anunciou hoje que obteve a melhor classificação nacional na área da medicina, no ranking U-Multirank, uma nova classificação mundial apoiada pela Comissão Europeia e que analisa dados, informações e opiniões de alunos.

O resultado tem como base a fundação do curso de medicina da UALg, a funcionar há seis anos, ou seja, uma preocupação na contratação de docentes que se dedicassem paralelamente à investigação, defendeu à Lusa o docente Álvaro Tavares, do Departamento de Medicina e Ciências Biomédicas da Universidade do Algarve.

“Quando o curso montado, foi tido em conta o que de melhor se fazia lá fora [estrangeiro]”, referiu.

No estudo, financiado pela União Europeia, foram analisadas as instituições participantes na sua globalidade e sobre as áreas das ciências computacionais, medicina e psicologia.

Ao todo, o estudo contou com a participação de mais de 1.200 instituições de ensino superior de 83 países, 24 das quais de Portugal e tem também em conta a informação dos alunos que frequentam as instituições, para permitir dados mais concretos sobre universidades estrangeiras a que se pretendam candidatar.

Em comunicado hoje divulgado, a Universidade do Algarve refere que obteve a nota máxima em sete categorias, tendo as escolas de medicina portuguesas no seu conjunto obtido 21 notas máximas.

Entre as 113 universidades europeias avaliadas pelo U-Multirank, tendo em conta as sete categorias em que o departamento de Medicina e Ciências Médicas foi avaliado, a Universidade do Algarve está entre os primeiros dez lugares.

No passado mês de Março, a Universidade do Algarve (UALg) viu várias investigações na área da oncologia serem reconhecidas. Dois dos projectos de investigação venceram os Prémios de Investigação “Maratona da Saúde”.

“Temos um conjunto de investigadores com óptima produtividade”, no departamento de Medicina e Ciências Biomédicas, observou Álvaro Tavares, acrescentando que o objectivo, a partir de agora, é manter a universidade nos lugares cimeiros do ranking nos próximos anos.

O ranking internacional e os prémios de investigação podem contribuir para dar visibilidade ao trabalho realizado naquela universidade, para dar ânimo para candidaturas a projectos internacionais e atrair mais investigadores.

Álvaro Tavares considerou que a dinâmica que o departamento está a imprimir demonstra ainda que os profissionais médicos que trabalham, ou venham a trabalhar, no Algarve não estão isolados ou distantes do conhecimento, porque existe uma comunidade académica activa.

O curso de medicina leccionado na Universidade do Algarve foi uma antiga reivindicação das forças vivas da região, que acabou por se concretizar há seis anos, após duas avaliações internacionais, apesar de ter sido alvo de críticas pela Ordem dos Médicos (OM).

Em 2009, a OM mostrava-se reticente quanto aos critérios de selecção, a preparação de base exigida aos candidatos, a importação de um método de ensino de outros países e as dificuldades de selecção do corpo docente.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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