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Foi ontem lançado em Lisboa o mais recente projeto-piloto de dispensa de medicamentos antirretrovíricos nas farmácias comunitárias.

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Em Cabo Verde apenas um em cada quatro seropositivos comunica a sua situação à família, a maioria revela baixa autoestima e mais de metade opta por não ter filhos e priva-se de relações sexuais.

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É já amanhã que se assinala o Dia Mundial de Luta Contra a Sida. O plano das Nações Unidas é, em relação a esta patologia, muito claro: até 2030 a epidemia deve ser dada como terminada, sendo apenas expectável a existência de casos isolados.

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segunda-feira, 28 novembro 2016 12:27

Nova vacina contra VIH testada esta semana na África do Sul

É já esta semana que é testada uma nova vacina contra o VIH nas populações da áfrica do Sul.

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medicamentos

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) recomendou a comercialização do medicamento Truvada na União Europeia (UE), para a prevenção do vírus da imunodeficiência adquirida (VIH).

De acordo com um comunicado divulgado na passada sexta-feira, a EMA “recomenda (à Comissão Europeia) a autorização de comercialização, no seio da UE, do Truvada (…) por reduzir o risco de infeção pelo HIV em adultos de alto risco de contaminação”.

A agência afirmou que Truvada foi autorizado, em 2005, pela UE para o tratamento de adultos infetados pelo VIH, em combinação com outro antiviral. Para permitir esta medicação preventiva, a EMA baseou-se em estudos feitos em pacientes que demonstraram a sua eficácia.

O organismo referiu que, após a aprovação do medicamento, cada membro da UE deverá designar preços e medidas a tomar em termos de reembolso.

Segundo a EMA, o Truvada deve ser "parte de uma estratégia global de prevenção" e não substitui o uso de preservativos, que são a "única maneira de proteger não só do VIH, mas também outras doenças sexualmente transmissíveis.

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VIHSida

Um estudo publicado ontem pela revista médica  JAMA revelou que a terapia antirretroviral baixa consideravelmente o risco de transmissão do VIH em casais sorodiscordantes, isto é, em que apenas um parceiro se encontra infetado.

A investigação, na qual participaram 900 casais e que se desenvolveu entre 2010 e 2014 em cerca de 75 clínicas de diversos países europeus, teve como objetivo examinar o risco de transmissão daquele vírus em casais sorodiscordantes que tinham relações sexuais desprotegidas quando o parceiro infetado se encontra a suprimir a carga viral do VIH com recurso à medicação.

Ao fim de um ano e meio de análise não houve se verificaram casos de infeção de nenhum parceiro que estava a tomar medicação para controlo do vírus. Por outro lado, ocorreram 11 casos em que pessoas que, anteriormente, não estavam infetadas, acabaram por contrair o vírus, oito das quais ao manterem relações sexuais desprotegidas fora da relação. Ficou ainda comprovado que em nenhum dos casos de infeção havia compatibilidade molecular com o parceiro, o que significa que houve uma taxa de 0% da transmissão entre os membros dos casais participantes. Contudo, Eric Daar e Katya Corado do Harbor-UCLA Medical Center, que assinam o editorial da referida publicação, alertam para a impossibilidade de inferir, a partir do estudo, que o risco de transmissão do vírus é igual a zero.

“Para os indivíduos que querem ter relações sexuais desprotegidas, rotineiras ou periódicas, os médicos indicam que o risco de transmissão de VIH é pequeno, assumindo que o parceiro infetado esteja em contínuo tratamento de supressão viral”, afirmaram, acrescentando que é necessário “conduzir mais investigações com amostras maiores e um período de acompanhamento maior”.

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virussida

O grupo de ativistas sobre tratamentos de VIH/SIDA quer que o parlamento aprove uma resolução com medidas de maior apoio a estes doentes, como a redução do preço dos medicamentos e melhores respostas para grupos mais vulneráveis.

O GAT - Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA vai na quarta-feira à Comissão Parlamentar de Saúde para auscultar a disponibilidade das várias forças partidárias para uma resolução da Assembleia da República sobre as epidemias de VIH, Tuberculose, Hepatites Virais e Infeções Sexualmente Transmissíveis (IST).

Segundo Luís Mendão, dirigente do GAT, é pertinente rever a primeira resolução sobre o VIH, que foi aprovada em 2011, pois houve “uma série de coisas que foram recomendadas que não chegaram a ser implementadas, mas também houve avanços científicos e novos conhecimentos sobre as epidemias que fazem com que seja necessário rever a resolução de 2011”.

Entre as medidas preconizadas pelo GAT está a criação de centros que façam o rastreio a várias doenças transmissíveis pela mesma via.

“Não faz sentido abrir centros de rastreios apenas para VIH quando há doenças, como a tuberculose ou a hepatite C, que podem estar relacionadas e ter a mesma via de transmissão”.

Outra medida que o GAT considera ser urgente desenvolver é a de adaptar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) aos grupos e populações mais vulneráveis e expostos, como é o caso dos reclusos, dos consumidores de drogas injetáveis, dos homens que fazem sexo com outros homens, imigrantes da África subsariana e trabalhadores sexuais.

“Estes centros de rastreio devem ser adaptados para responder às necessidades destas populações. Os nossos centos de saúde muitas vezes não têm resposta adequada a pessoas com outra língua, com sexualidade minoritária, ou com uso de droga”, explicou, acrescentando: “queremos que o SNS funcione melhor e pensamos que deve ser complementado por respostas específicas para determinadas populações”.

Outro assunto que o GAT também vai levar à Comissão de Saúde é o problema do preço dos medicamentos, “que continua a não ser suficientemente colocado como prioridade”.

“Aumenta muito o número de pessoas a serem tratadas, mas isso não é possível sem renegociação dos preços praticados”, afirma Luís Mendão.

O responsável lembrou que existem atualmente cerca de 30 mil pessoas em tratamento, com um custo que ronda os 250 milhões de euros ano.

A manterem-se estes custos, se forem tratadas mais 15 mil pessoas nos próximos quatro anos, que é o grande objetivo da Organização Mundial de Saúde, significará um aumento de 50% com medicamentos, afirmou, acrescentando que no caso do VIH os medicamentos são 80% dos custos totais do tratamento.

No entanto, sublinhou que as associações não devem servir só para gastar dinheiro ou para pressionar os Governos a negociar baixas de preço, devem também servir para alocar as despesas.

“Não queremos ser usados para pressionar a baixar o preço dos medicamentos sem que haja um compromisso político para tratar mais e melhor. As pessoas devem começar a ser tratadas logo que diagnosticadas e ser diagnosticadas o mais cedo possível”, salientou.

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VIHSida

Há 35 anos, o Centro de Controlo e Prevenção da Doença (CDC), nos EUA, revelou “uma rara forma de pneumonia” em homossexuais, transformando o mundo da virologia, que se uniu em torno de uma cura que ainda não existe.

A sida, doença causada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), é hoje uma doença crónica e já não representa uma sentença de morte.

Contudo, há 35 anos, o desconhecido assustou o mundo, já que mesmo após o vírus ser identificado, muito pouco se sabia sobre esta infeção que inicialmente estava associada a grupos de risco: homossexuais e consumidores de drogas injetáveis.

Esta rara forma de pneumonia, de que o CDC deu conta num comunicado libertado a 05 de junho de 1981, começou por afetar cinco homens, todos eles com os sistemas imunitários comprometidos.

Todos eram homossexuais, com vários parceiros conhecidos, levando a que inicialmente a doença fosse associada apenas a este tipo de relacionamento.

Os doentes eram fisicamente reconhecidos por umas manchas provocadas pelo sarcoma de Kaposi, um cancro cutâneo grave, tendo muitas vezes sido alvo de discriminação, um comportamento que ainda hoje persiste.

A doença caracterizou-se ainda por uma quase ausência de respostas, seja a nível de tratamento, como de profilaxia (vacinas).

A pandemia do século XX matou milhões de pessoas em todo o mundo, revelando-se a mais democrática das infeções e não se limitando apenas aos homossexuais, mas a todos os que com o vírus contactaram através de relações sexuais ou por sangue.

Trinta e cinco anos depois, a vacina para o VIH ainda é uma miragem, mas os medicamentos aumentaram a esperança e a qualidade de vida destes doentes.

Na década de 90 registou-se a introdução da terapêutica anti retrovírica combinada (terapêutica de alta potência ou de alta eficácia), seguindo-se avanços nos conceitos de prevenção, diagnóstico e tratamento.

“Os conceitos de tratamento como prevenção e, posteriormente, de profilaxia pré-exposição, a introdução nalguns países do autoteste e, finalmente, a indicação de tratamento para todos, independentemente do valor de linfócitos T CD4+, abrem, no seu conjunto, uma perspetiva de alteração do paradigma de abordagem da infeção por VIH”, lê-se no relatório Portugal – Infeção VIH, SIDA e Tuberculose em números - 2015.

Os primeiros casos em Portugal foram registados em 1983. Desde então, foram notificados 53.072.

Mais de 65 milhões de pessoas foram infetadas pelo VIH. A sida causou a morte a mais de 25 milhões de pessoas desde que foi identificada.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.