A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) alertou para o facto de a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda ter estado ontem inoperacional por falta de médico.

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segunda-feira, 11 dezembro 2017 10:47

CHEDV celebra 10º aniversário de VMER

No passado dia 7 de dezembro, a equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga (CHEDV) comemorou o seu 10º aniversário num dia de reconhecimento a todos os profissionais de saúde envolvidos neste serviço.

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Ambulância INEM

O transporte de doentes entre hospitais pelo INEM é um problema que tem mais de quatro anos, mas que já está resolvido, garantiu ontem o presidente da instituição, adiantando, contudo, que continuará a ocorrer em situações excecionais.

O presidente do conselho de administração do Instituto Nacional de Emergência Médica, Luís Meira, foi ontem ouvido na Comissão Parlamentar de Saúde a pedido do CDS-PP, que pretendia obter esclarecimentos sobre o transporte de doentes entre hospitais.

Em causa estão declarações recentes do bastonário da Ordem dos Médicos, segundo as quais os meios do INEM estavam a ser usados em transportes de doentes entre hospitais, o que deveria ser feito pelas equipas daquelas unidades, comprometendo a proteção das vítimas de situações súbitas graves e de acidentes.

“Esta atividade das VMER [Viatura Médica de Emergência e Reanimação], de transporte inter-hospitalar não é de ontem. A partir de final de 2011, início de 2012, têm sido utilizadas para este transporte, desde que foram integradas [nos hospitais], explicou o presidente do INEM em resposta aos deputados.

Luis Meira esclareceu ainda que desde essa altura que se tenta enquadrar a atividade das VMER, o que terá ficado resolvido este ano com a publicação de um despacho, a 14 de abril, que proíbe o transporte de doentes entre hospitais em viaturas de emergência do INEM.

“Este despacho veio dar resposta a este problema. O INEM não se quer pôr de fora do problema, quer fazer parte da solução”, afirmou, lembrando que, entre hospitais, também há doentes que correm risco de vida e precisam de meios avançados para sobreviver.

O responsável sublinhou ainda que muitas vezes o INEM ajudou porque os hospitais não puderam resolver.

Com este novo enquadramento legal, o que o presidente da instituição espera é que as VMER não sejam “pura e simplesmente afastadas da situação, mas que os hospitais sejam parte importantíssima”.

“Tem que haver normas claríssimas para que o uso das VMER seja excecional e não comprometa a sua atividade”, afirmou, concretizando: perante situações concretas de doentes que precisem de determinados tempos de resposta, casos críticos ou de tal gravidade que não possam ser transportados em transporte normal.

Assim para 2016/2017, o INEM pretende garantir a existência de transporte inter-hospitalar, que não deve ser exclusivo do INEM, mas deve envolver os hospitais, o Governo, as Administrações

“A própria Ordem dos Médicos veio reconhecer que as VMER podem ser usadas, não devem ser afastadas, mas permanecer com muitas limitações”, salientou.

Fazendo um balanço dos meios operacionais do INEM e do atendimento das chamadas de emergência, a pedido da deputada Isabel Galriça Neto, do CDS-PP, Luís Meira afirmou serem positivos e estarem em crescimento.

O INEM tem 57 ambulâncias de emergência em funcionamento, 300 postos de emergência, 40 viaturas de Suporte Imediato de Vida (SIV) e 44 viaturas médicas de emergência e reanimação (incluindo os helicópteros de emergência medica), duas delas adquiridas recentemente.

Quanto às chamadas atendidas no CODU, situam-se acima de um milhão por ano, tendo a média diária vindo a subir nos últimos anos: em 2014 era de 3.458, em 2015 de 3.571 e em 2016 a média já é de 3.700 por dia.

O tempo de espera para atendimento das chamadas diminuiu, fixando-se atualmente nos sete segundos e tem havido um decréscimo de acionamento das VMER a um ritmo de 5% por ano.

Quanto à nova carreira dos técnicos do INEM, publicada recentemente em Diário da República, o presidente da instituição afirmou que está em avaliação.

“Em grande articulação com representantes dos trabalhadores, vamos conseguir aplicar essa conquista importante”, garantiu.

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Ambulancia INEM

O secretário de estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, anunciou ontem que vai ser publicado um despacho para que o transporte de doentes seja feito em segurança, mas sem deixar as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER) inoperacionais.

"Menos de dois por cento das ativações das VMER são ligadas ao transporte intra-hospitalar e quando um meio está ocupado temos sempre outros meios, que num esforço em rede, acabam por socorrer os utentes. Em locais onde existe um número limitado de VMER, como Chaves ou Bragança, temos mais dificuldade em ter meios adequados de resposta", disse, durante a assinatura de um protocolo para o funcionamento da VMER do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo.

A Ordem dos Médicos pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) uma auditoria ao INEM para saber quais são as consequências da utilização de viaturas médicas em transporte secundário.

O secretário de estado Adjunto e da Saúde explicou que vai ser publicado esta semana um despacho para evitar que as VMER fiquem inoperacionais por estarem a efetuar transportes intra-hospitalares de utentes.

"Num esforço integrado entre o INEM e os hospitais, com o INEM a fornecer os meios e o hospital a fornecer o médico, o serviço intra-hospitalar será feito com segurança para os utentes mas nunca deixando de forma inoperacional a VMER", afirmou.

Fernando Araújo explicou que o transporte de utentes que precisem de cuidados diferenciados será feito com ambulâncias do INEM e com um médico de um hospital.

"O que por vezes se fazia é que era o médico da VMER a acompanhar o utente e ela ficava inoperacional e o que pretendemos é que seja feito o acompanhamento por um médico do hospital, com a VMER a continuar operacional", explicou.

Sobre a nova VMER do Centro Hospitalar Barreiro/Montijo, que entrou em funcionamento na segunda-feira, o secretário de estado explicou que saiu 12 vezes nas primeiras 24 horas de serviço.

"A VMER saiu 12 vezes nas primeiras 24 horas, cerca de 50% acima da média nacional, o que demonstra que era necessária e que foi importante cumprir a promessa de até ao final de abril ter aqui um VMER", salientou, elogiando o serviço desempenhado pelas VMER no país, que respondem por ano a mais de 100 mil solicitações.

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segunda-feira, 11 abril 2016 12:54

Ordem dos Médicos pede auditoria ao INEM

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A Ordem dos Médicos pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) uma auditoria ao INEM para saber quais são as consequências da utilização de viaturas médicas em transporte secundário.

“A Ordem dos Médicos pretende saber quais são as consequências da utilização das viaturas médicas do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] em transporte secundário relativamente às vítimas de doença súbita ou acidentes a nível pré-hospitalar”, disse José Manuel Silva.

O Correio da Manhã adianta, na sua edição de hoje, que a Ordem dos Médicos pediu à IGAS uma auditoria ao INEM por causa do acompanhamento no transporte de doentes entre hospitais pelas Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER).

Em declarações à Lusa, José Manuel Silva afirmou que os “meios do INEM estão a ser usados em transportes de doentes entre hospitais, o que deveria ser feito pelas equipas daquelas unidades que transferem esses doentes para hospitais de referência.

“As viaturas do INEM estão a ser ocupadas, às vezes por várias horas, o que desprotege as vítimas de situação súbita graves e de acidentes. Sabemos que tem acontecido e, por isso, essa realidade deve ser avaliada para ser resolvida”, salientou.

O bastonário da Ordem dos Médicos considera que esta situação “é legal, mas inaceitável, sendo uma medida “economicista que certamente já terá prejudicado muitos portugueses”.

“Não é aceitável que, potencialmente, haja pessoas a morrer porque as viaturas do INEM estão ocupadas a fazer transporte secundário”, sustentou José Manuel Silva, acrescentando que o pedido de auditoria não foi feito formalmente.

“Nós pedimos não formalmente. Dizemos publicamente que a auditoria deve ser feita. Esperamos que a IGAS proceda de iniciativa própria face a notícias a essa auditoria. Se for preciso fazemos o pedido formalmente”, declarou.

José Manuel Silva, que já trabalhou há muitos anos em VMER, lembrou que a viatura médica é um meio insubstituível.

“Claramente, a viatura médica é insubstituível e faz a diferença entre a vida e a morte em muitas circunstâncias, por isso, fico chocado que as viaturas estejam a ser usadas em transporte secundário em grave prejuízo das vítimas de doença súbita e acidentes de viação”, concluiu.

De acordo com o Correio da Manhã, as viaturas médicas efetuaram 4.947 transportes entre hospitais nos últimos três anos: 1.306 em 2013, 1.561 em 2014 e 1.732 no ano passado.

O jornal indica que já este ano, em janeiro e fevereiro, registaram-se 348 serviços.

Na sexta-feira, a comissão de trabalhadores do INEM anunciou a apresentação de uma queixa à IGAS centrada em “ilegalidades” envolvendo ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV), afirmando pretender que sejam apuradas eventuais responsabilidades criminais.

De acordo com um comunicado, a comissão vai pedir a intervenção do Ministério Público, através do Departamento de Investigação e Ação Penal, “para eventual apuramento de responsabilidades criminais que possam ter ocorrido”.

A questão prende-se com a possibilidade de gestão conjunta das ambulâncias SIV entre o INEM e unidades de saúde onde estão instaladas, de que resulta “uma série de constrangimentos e ilegalidades”, que têm prejudicado os profissionais da carreira de Enfermagem, nos últimos três anos, diz-se no comunicado.

Entre essas ilegalidades, acrescenta-se, está a duplicação de horários, o alegado incorreto pagamento de horas e constrangimentos no gozo de feriados ou na compensação de horas extraordinárias.

O comunicado da Comissão de Trabalhadores é tornado público no mesmo dia em que o Presidente da República promulgou o diploma que revê a carreira do INEM e cria o regime da carreira especial de técnico de emergência pré-hospitalar.

Os técnicos do INEM há muito que reclamavam pela falta de conclusão da carreira, que estava a ser negociada com o Ministério da Saúde, e que motivou greves e ações de protesto por parte destes trabalhadores.

A decisão do Presidente da República é justificada com “a relevância da matéria, a garantia de que a criação da nova carreira não tem custos adicionais e o pressuposto da audição das entidades interessadas”.

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O Hospital Fernando Fonseca dispõe, desde ontem, de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), que até ao início da tarde de ontem já tinha sido solicitada para responder a oito situações de socorro urgente.

"Esta VMER era mesmo necessária. Nós em Portugal temos seis saídas de VMER por dia, nos vários locais, [e] esta, ainda estamos a meio do dia, e já saiu oito vezes", salientou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo.

O governante, que falava no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), por ocasião da entrada em funcionamento da VMER, acrescentou que "a sua necessidade era real" e a viatura pretende "tornar mais capaz a resposta do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] nesta região".

O secretário de Estado adiantou que esta é a 43.ª VMER no país, e que, em abril, deverá também ficar operacional outra para servir a zona do Barreiro-Montijo.

Fernando Araújo sublinhou ainda o esforço no aumento de meios do Serviço de Urgência Básica (SUB) de Algueirão-Mem Martins e manifestou a confiança na concretização, ainda durante 2016, da construção de novos centros de saúde e "mais médicos de família".

O presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), congratulou-se com a entrada ao serviço da VMER, tal como havia sido prometido pelo ministro da Saúde.

"Durante muito tempo, Sintra foi esquecida em termos de política de saúde, temos que o dizer com clareza, e ainda bem que, neste momento, está a ser lembrada", afirmou o autarca, considerando que a VMER é essencial na resposta às necessidades das populações.

Para Basílio Horta, satisfeito por ver cumprido o lema "palavra dada, palavra honrada", o município de Sintra aguarda agora que seja possível avançar com a construção de novos centros de saúde, principalmente em Agualva e Queluz.

A presidente da Câmara da Amadora, Carla Tavares (PS), também considerou que a instalação da VMER "era uma necessidade urgente" e espera que a viatura seja dotada dos meios humanos para o seu funcionamento.

O presidente do conselho de administração do Fernando Fonseca e o presidente do INEM assinaram o protocolo segundo o qual a unidade hospitalar assegura as equipas que vão trabalhar na VMER.

O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, admitiu no início de fevereiro que o hospital de Amadora-Sintra já devia estar dotado, desde há cerca de quatro anos, de uma VMER e prometeu resolver a situação "no princípio de março".

"O hospital Amadora-Sintra tem sido muito sacrificado, foi dimensionado para 300 mil habitantes e está a servir 600 mil. Nós temos de encontrar novas respostas", salientou o ministro, após uma reunião com o presidente da autarquia sintrense.

A falta de uma VMER no Fernando Fonseca tem sido criticada, sobretudo na sequência da morte do ator José Boavida, com uma paragem cardiorrespiratória, em Queluz, que teve de ser assistido por uma viatura do Hospital São Francisco Xavier, apesar da maior proximidade da unidade que serve Amadora e Sintra.

O secretário de Estado visitou depois a SUB de Algueirão-Mem Martins, instalada nas antigas instalações da fábrica de máquinas de escrever Messa, que classificou como "muito importante na resposta aos utentes de Sintra".

O SUB passou a contar, a partir de ontem, "com mais três médicos e dois enfermeiros, criando condições para que os casos de saúde menos urgentes possam ser ali avaliados em vez de recorrerem à urgência central do Hospital Fernando Fonseca", informou uma nota da unidade hospitalar.

A equipa passará a ser composta "por cinco médicos, um dos quais especialista, e quatro enfermeiros", adiantou uma fonte oficial do Amadora-Sintra, acrescentando que está "a ser equacionada a instalação de um ecógrafo".

"Nos planos de reforço desta urgência básica está ainda a dotação das instalações com equipamentos de radiologia, um técnico em permanência e a instalação de um laboratório de análises", esclarece o comunicado.

O SUB serve as populações abrangidas pelos centros de saúde de Algueirão-Mem Martins, Rio de Mouro, Pêro Pinheiro e Sintra e, no último ano, registou 52.115 episódios de urgência, dos quais apenas 7.229 (cerca de 14%) justificaram o reencaminhamento para a urgência do Amadora-Sintra.

O serviço, "com uma média diária de 160 doentes atendidos", vai passar a realizar mais análises clínicas e raio-x, e os utentes que precisem de consultas futuras de especialidades no Fernando Fonseca serão inscritos no sistema, deixando de ter de se deslocar à Amadora.

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O ministro da Saúde anunciou hoje, em Sintra, que o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) vai dispor, a partir de 1 de março, de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), para responder com maior prontidão.

"É um facto, há quatro anos que o hospital Amadora-Sintra devia ter uma VMER, não a tinha, isto é uma situação que importa mais do julgar os efeitos de não ter sido feito é resolver o problema", afirmou Adalberto Campos Fernandes, acrescentando que, "no princípio de março", a unidade terá uma viatura de emergência.

O governante, que se reuniu com o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta (PS), reconheceu que o despacho normativo para a existência de uma VMER no Amadora-Sintra tem quatro anos e que "o hospital tinha obrigação de dotar a unidade da viatura", mas garantiu que tal será assegurado a partir do próximo mês.

"O hospital Amadora-Sintra tem sido muito sacrificado, foi dimensionado para 300 mil habitantes e está a servir 600 mil. Nós temos de encontrar novas respostas, estamos a fazer numa parceria muito estreita com a câmara municipal, com as autarquias", salientou Adalberto Campos Fernandes.

O presidente da Câmara de Sintra congratulou-se com a decisão anunciada pelo ministro e adiantou que o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Algueirão-Mem Martins será transformado "numa verdadeira urgência", passando a receber grupos de utentes que atualmente vão para a urgência do Amadora-Sintra.

"Isto é de uma importância enorme, porque são 100 mil pessoas que são ali atendidas", considerou Basílio Horta, acrescentando que o SUB será ampliado com mais um médico e enfermeiros e dotado de mais meios de diagnóstico.

A falta de uma VMER no Hospital Fernando Fonseca tem sido criticada na sequência da morte do ator José Boavida com uma paragem cardiorrespiratória, em Queluz, que teve de ser assistido por uma viatura do Hospital São Francisco Xavier, apesar da maior proximidade da unidade que serve os concelhos de Amadora e de Sintra.

O ministro visitou ainda os centros de saúde de Agualva e de Queluz, para avaliar as necessidades de construção de quatro novos centros de saúde no município, já protocolada com o Governo PSD/CDS-PP.

Lusa

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O INEM vai investir, até ao fim do ano, cerca de 22 milhões de euros em mais de 50 novos meios de socorro e emergência médica, informou ontem a instituição, em comunicado.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) precisa que se tratam de duas novas viaturas de emergência e reanimação (VMER), sete ambulâncias de suporte imediato de vida, 13 ambulâncias de emergência médica, cinco motos de emergência e 25 postos de emergência médica (ambulâncias).

Justifica o INEM que o investimento inicial é de cerca de 3,5 milhões de euros, a que acresce o custo operacional anual de 19 milhões.

O Instituto diz que as duas VMER (veiculo de intervenção pré-hospitalar) irão para Amadora/Sintra e Barreiro e que as sete ambulâncias de suporte imediato de vida irão para Monção (Viana do Castelo), Oliveira de Azeméis (Aveiro), Alcobaça (Leiria), São Pedro do Sul (Viseu), Alcácer do Sal (Setúbal), Coruche (Santarém) e Montijo (Setúbal).

As 13 ambulâncias serão também distribuídas um pouco por todo o país e as cinco motos de emergência médica irão para Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia, Leiria, Seixal e Évora.

Os 25 postos de emergência (ambulâncias de socorro equipadas com elementos de protecção civil ou do sistema de emergência médica) serão igualmente distribuídos por vários concelhos ao longo do país, de Vila Nova da Cerveira, em Viana do Castelo, ao Alandroal, em Évora.

Segundo o comunicado, o INEM tem actualmente 42 VMER, 39 ambulâncias de suporte imediato de vida, 56 de emergência, oito motos e 275 postos (ambulâncias). A este dispositivo juntam-se 180 postos de reserva e 12 helicópteros, num total de 612 meios.

O INEM é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de cuidados de saúde, lembra-se no comunicado.

Desde o início do mês que os trabalhadores do INEM se recusam a fazer horas extraordinárias, em protesto pela falta de pagamento de subsídios e de horas-extra e de mais cortes no salário. Sindicato e comissão de trabalhadores alertaram que o socorro à população, especialmente na região de Lisboa, poderia estar em risco. O INEM negou.

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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