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Artigo científico reporta a utilização de um produto de terapia celular constituído por células estaminais, em combinação com um transplante de sangue do cordão umbilical. Os resultados do ensaio clínico são favoráveis relativamente à segurança e tempo de recuperação hematológica após transplante.

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O primeiro ensaio clínico para avaliar a exequibilidade e a segurança de tratar recém-nascidos que sofreram AVC através da administração intranasal de células estaminais mesenquimais, nos primeiros sete dias de vida realizou-se nos Países Baixos. Os resultados abrem caminho a uma forma inovadora de tratar recém-nascidos com vários tipos de lesões.

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O designado “doente de Londres”, no Reino Unido, é sugerido como segundo indivíduo infetado com vírus de imunodeficiência humana (VIH) curado através do transplante de células estaminais de um dador com um gene resistente ao VIH. O estudo foi divulgado hoje no meio online da revista médica The Lancet HIV.

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Uma equipa de cientistas da Universidade de Basileia, na Suíça, criou medula óssea artificial na qual as células estaminais permanecem ativas por bastante tempo, o que representa um avanço na investigação das doenças do sangue.

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Cientistas da universidade norte-americana de Duke conseguiram criar células musculares a partir de células estaminais, tratando-se de uma nova técnica que permite cultivar mais células de cada vez e investigar doenças raras.

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celulasestaminais

Uma empresa portuguesa de biotecnologia descobriu uma técnica inovadora de multiplicação de células estaminais, que já estão a ser usadas em investigação e que podem, no futuro, ajudar no tratamento do cancro.

A StemCell2Max, criada há cerca de um ano, é também a primeira empresa portuguesa biotecnológica da área da saúde a receber um financiamento (estimado em 50 mil euros) da Comissão Europeia, escolhida entre 1995 projetos.

De acordo com Filipa Matos Baptista, diretora de Marketing e cofundadora da SremCell2Max, o projeto, “revolucionário”, permite já hoje que universidades tenham células estaminais suficientes para investigar doenças como o cancro ou a diabetes, a sida ou o ébola.

Mas a empresa, que nasceu do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa (IMM), quer ir mais longe e atingir o mercado clínico, podendo ser uma alternativa para os transplantes de medula.

As estimativas indicam que 20% dos doentes não encontram um dador de medula óssea compatível, havendo também problemas posteriores de rejeição em 10-15% dos casos de transplante.

Dentro de um período, que Filipa Matos Baptista calcula não ser inferior a cinco anos, a tecnologia da empresa poderá permitir a disponibilização do número de células do cordão umbilical suficientes para tratar esses doentes.

“Hoje já garantimos células suficientes para investigação. É um produto que já comercializamos para universidades europeias e norte-americanas. E isto, em apenas um ano de atividade”, segundo Maria Brandão de Vasconcelos, presidente e cofundadora da empresa.

Filipa Matos Batista considera importante o prémio mas o valor, 50 mil euros, é quase “simbólico”, porque o importante é o reconhecimento da importância do trabalho da StemCell2MAX e “demonstra a inovação qualidade e capacidade de entrada no mercado nacional e internacional”.

Maria Brandão de Vasconcelos considera também o prémio um “passo importante para o desenvolvimento da estratégia de entrada no mercado clínico”.

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 investigação 4
Um projeto de investigação de três instituições do distrito de Coimbra viu aprovada a candidatura a fundos comunitários e ficou com um orçamento de um milhão de euros para testar o efeito terapêutico de células estaminais em pacientes com AVC.

O projeto de investigação consiste no desenvolvimento de um ensaio piloto para avaliar o "efeito terapêutico de células estaminais em pacientes com AVC [acidente vascular cerebral]" e testar também o efeito terapêutico "de derivados de células em ensaios pré-clínicos [teste em modelos animais]", disse à agência Lusa o coordenador do projeto, Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra.

O projeto, com um consórcio formado pelo centro de investigação, o hospital Rovisco Pais e a empresa Crioestaminal, procura desenvolver terapias que induzam "a reparação e plasticidade cerebral", explicou o investigador.

Ou seja, permitir a regeneração das "estruturas sinápticas [zonas ativas de contacto entre neurónios]" e reorganizar a arquitetura funcional após um AVC, referiu Lino Ferreira, recordando que o único fármaco aprovado para o tratamento de AVC isquémico agudo restaura "a perfusão no cérebro isquémico", mas leva a um "considerável dano no tecido quando o fluxo sanguíneo é restabelecido".

O projeto de investigação é apresentado hoje nas I Jornadas do Hospital Rovisco Pais - Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro (CMRRC), que decorrem no auditório do Biocant, em Cantanhede.

O investigador coordenador do projeto salientou que o AVC "é a segunda causa de mortalidade a nível mundial e nos pacientes que sobrevivem apresenta uma grande taxa de morbidade", havendo uma grande probabilidade de, num AVC isquémico, surgir um "défice neurológico motor ou cognitivo que pode ou não voltar à normalidade durante as primeiras semanas".

Segundo o presidente do CMRRC, Vitor Lourenço, o projeto será desenvolvido ao longo de três anos.

"É um projeto de investigação do maior relevo", sublinhou, frisando que os resultados poderão permitir uma recuperação das lesões provocadas por um AVC.

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Investigação

Investigadores portugueses identificaram uma proteína em células estaminais da medula óssea e do cordão umbilical que poderão contribuir para o sucesso de transplantes em doentes com leucemia ou linfomas.

A molécula chama-se RET e pertence ao tipo de proteínas que são ativadas por outras que actuam nos neurónios – células do sistema nervoso.

Contudo, só agora foi identificada a sua expressão nas células estaminais (células capazes de gerar qualquer tecido) da medula e do cordão umbilical, explicou Henrique Veiga-Fernandes, coordenador da equipa de investigadores, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Segundo Henrique Veiga-Fernandes, a RET, detectada à superfície das células estaminais, funciona como um interruptor, que, quando está ligado, faz com que elas funcionem muito bem, "permitindo uma eficácia terapêutica superior à utilização das células com os métodos convencionais".

As células, descreveu, passam a ser mais eficientes, a serem capazes de "resistir, de forma muito eficaz, a agressões celulares que acontecem durante a transplantação".

A experiência foi feita com ratinhos e com a proteína manipulada geneticamente.

Posteriormente, células do cordão umbilical humano, com mais ou menos expressão da proteína, foram transplantadas, com sucesso, nos roedores.

O próximo passo da equipa de investigadores é estudar, em doentes humanos, a sobrevivência, a expansão e a transplantação do mesmo tipo de células estaminais.

Os resultados do estudo serão publicados na revista Nature.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.