A incidência de casos de cancro colorretal está a aumentar em pessoas com menos de 50 anos em pelo menos sete países desenvolvidos, embora esteja a diminuir ou a estabilizar na população mais velha.

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Os valores mais elevados de mortalidade por cancro colorretal tendem a localizar-se nas regiões d Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e do Alentejo, revela um estudo que será hoje divulgado.

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O Governo Regional da Madeira quer rastrear, já no próximo ano, 100% dos grupos de risco dos cancros de colo do útero e colorretal.

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante ter rastreio de base populacional ao cancro colorretal, situação denunciada pela Europacolon Portugal.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) indicou que as recomendações europeias no âmbito do rastreio do cancro colorretal continuam a ser a pesquisa de sangue oculto como teste primário, mas reconheceu que a colonoscopia tem maior capacidade de diagnóstico.

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sexta-feira, 09 fevereiro 2018 10:59

Cancro colorretal mata 4.000 pessoas por ano

O presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), Luís Tomé, defendeu uma discussão aberta sobre o melhor método de prevenir o tumor colorretal, que mata anualmente cerca de 4.000 pessoas em Portugal.

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O Instituto Português de Oncologia do Porto (IPO-Porto) anunciou ontem que já disponibilizou a pesquisa de mutações tumorais através de uma simples amostra de sangue, permitindo aos doentes com cancro colorretal avançado ser “mais facilmente testados e monitorizados”.

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colonoscospiaA Associação de Luta Contra o Cancro do Intestino (Europacolon) quer ser ouvida sobre normas de orientação clínica para o rastreio de base populacional do cancro colo-rectal e para a realização de colonoscopias.

A Europacolon tomou hoje, no Porto, posição sobre o despacho do Ministério de Saúde n.º 3756/2014, relativo aos cuidados ao abrigo da convenção para a endoscopia gastrenterológica, considerando o seu presidente, Vítor Neves, que ele "demonstra vontade política" para a introdução de um rastreio alargado à população e não apenas às pessoas que têm queixas.

"Contudo, será importante avaliar a capacidade de resposta que terá de ser significativamente aumentada em termos de disponibilidade de colonoscopias de diagnóstico" daquele cancro, sustenta também a Europacolon num documento distribuído à comunicação social com a sua "posição" sobre o despacho.

A Europacolon manifesta "grande apreensão" por se prever que a "sedação será executada por um gastrenterologista e com um produto que não faz parte do estado da arte, o que contraria os procedimentos estabelecidos, com o aumento potencial da insegurança do exame".

O médico, vereador da Câmara Municipal do Porto e também membro da Europacolon, Manuel Pizarro foi mais longe salientando que, "no ordenamento técnico-jurídico da medicina portuguesa, só pode fazer sedação quem for anestesista".

A Ordem dos Médicos pronunciou-se no mesmo sentido, avisando que o Ministério da Saúde está a propor uma sedação inadequada para as colonoscopias, que pode pôr em risco os doentes.

Manuel Pizarro admitiu, por seu lado, que "a questão dos custos tem o seu peso" nesta medida, "mas não pode sobrepor-se àquilo que é o ordenamento técnico das competências de cada profissional".

A sua opinião é que haverá uma "solução muito simples" para esta situação, "até porque não há nenhum gastrenterologista que se ofereça para fazer sedação".

Daniel Serrão acredita que o Ministério da Saúde fará as alterações necessárias ao seu despacho e de acordo com a "opinião de pessoas que estão no terreno, conhecem as situações e que podem dar uma assessoria de mais qualidade".

"Aguardamos com expectativa o conhecimento da elaboração das normas de orientação clínicas, prometidas até ao final de Março deste ano, dado que elas serão fundamentais para definir os critérios de rastreio, a metodologia a seguir e os meios necessários", realçou a Europacolon.

Segundo esta associação, "o cancro colo-rectal é o tumor maligno com maior incidência" em Portugal: anualmente, surgem "mais de 7.000 novos casos e morrem mais de 3.000 pessoas".

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2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos
Editorial | Rui Nogueira
2020: Linhas de provocação de uma nova década com novas obrigações para novos contextos

Este ano está quase a terminar e uma nova década vai chegar. O habitual?! Veremos! Na saúde temos uma viragem em curso e tal como há 40 anos, quando foi fundado o Serviço Nacional de Saúde (SNS), há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções.

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