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A 10.ª Semana de sensibilização para o cancro da cabeça e pescoço, inserida na campanha “Make Sense”, irá promover rastreios hospitalares e ações de sensibilização nas escolas, junto dos adolescentes em idades onde é frequente a iniciação no consumo de álcool e tabaco. A iniciativa, realizada anualmente, é liderada, a nível internacional, pela Sociedade Europeia de Cabeça e Pescoço (EHNS) e, a nível nacional, pelo Grupo de Estudos do Cancro da Cabeça e Pescoço (GECCP).  Esta campanha pretende promover a compreensão dos sinais e sintomas, deste tipo de cancro, encorajando o diagnóstico precoce e estimulando a troca de conhecimento entre especialistas e o público em geral.

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Apenas 27% dos inquiridos num estudo que envolveu cinco países, entre os quais Portugal, disseram conhecer os sintomas do cancro da cabeça e do pescoço e 38% admitiram nunca ter ouvido falar deste tipo de tumor.

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A médica oncologista e diretora clínica da Lenitudes Research and Medical Center, Ana Castro, tomou posse como membro da nova direção do grupo da cabeça e pescoço da European Organisation for Research and Treatment of Cancer (EORTC), no cargo de secretária.

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O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto promove, esta quinta-feira, um rastreio gratuito de cabeça e pescoço, lançando ao mesmo tempo ações de informação, sensibilização e alerta para a importância da prevenção e diagnóstico precoce deste tipo de cancro.

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Mais de 850 pessoas foram submetidas a um rastreio ao cancro da cabeça e do pescoço desde o início da 78ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, no passado dia 27 de julho, no âmbito de uma iniciativa promovida pelo Grupo de Estudos do Cancro de Cabeça e Pescoço (GECCP).

Neste rastreio gratuito, 31 pessoas foram encaminhadas para exames complementares por apresentarem lesões suspeitas, de acordo com o balanço realizado pela presidente do GECCP, a médica oncologista Ana Castro.

Ao longo de 11 dias, o GECCP percorreu mais de 1.500 quilómetros de estrada, acompanhando a Volta a Portugal em Bicicleta, ao longo da qual foi montando tendas de rastreio nos pontos de chegada de todas as etapas.

“Estamos na última etapa dos rastreios. Até agora fizemos 854 rastreios e foram referenciadas 31 pessoas com lesões suspeitas para serem avaliadas em ambiente hospitalar. Com estas pessoas esperamos poder fazer a diferença”, afirmou Ana Castro, no último dia da iniciativa, fazendo um balanço “muito positivo” e considerando que o número de pessoas abrangidas ultrapassou as suas expectativas.

Para este número contribuiu o facto de o rastreio ter sido feito no âmbito da Volta a Portugal em Bicicleta, indo ao encontro das pessoas que estavam a assistir ao evento.

“Quando fazemos rastreios em hospitais conseguimos uma adesão mais baixa, porque as pessoas têm que se deslocar. Quando vamos ao encontro da população, faz a diferença: Conseguimos chegar a mais pessoas e ter um maior número de pessoas rastreadas, que não iriam ao hospital”, explicou.

As 31 pessoas referenciadas irão agora ser chamadas para consulta de avaliação e para realização de biópsias, disse a responsável, acrescentando que “as principais lesões detetadas nos rastreios são lipoides na língua, nas bochechas e no pavimento da boca, bem como feridas e violáceas”.

Segundo Ana Castro, a petição on-line lançada pelo GECCP e pela Associação dos Amigos dos Doentes com Cancro Oral para levar à Assembleia da República a discussão do apoio do SNS na reabilitação oral dos doentes com esta patologia conseguiu até ao momento reunir 1.038 assinaturas. A petição em papel, com o mesmo objetivo, conta com 235 assinaturas.

Todos os anos, são diagnosticados entre 2.500 e três mil novos casos de cancro de cabeça e pescoço em Portugal e 85% das vítimas são fumadores ou ex-fumadores, daí a importância dos rastreios à doença a pessoas com hábitos tabágicos ou de consumo excessivo de álcool.

Em Portugal, os cancros de cabeça e pescoço são a quarta doença com maior incidência em indivíduos do sexo masculino, matando três portugueses por dia.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.