×

Alerta

JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 34880

O Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra está a testar cerca de dois mil fármacos contra a Covid-19, utilizando uma espécie de réplica do novo coronavírus.

Published in Atualidade

A linha telefónica SNS 24 já recebeu 20 chamadas de pessoas informadas através da aplicação de rastreio StayAway Covid de terem estado em contacto com alguém infetado, segundo o presidente dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), Luís Goes Pinheiro.

Published in Atualidade

Vírus transmitidos pelo ar – como o da gripe (influenza) – podem propagar-se através do pó, fibras e outras partículas microscópicas, segundo um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade de Califórnia e cujos resultados, com implicações na transmissão do novo coronavírus, foram hoje publicados no Nature Communications.

Published in Atualidade

“Guerreiros da Saúde contra o Coronavírus”. É este o nome do portal infantil lançado hoje pela Betweien, spin-off da Universidade do Minho, através do qual pretende sensibilizar as crianças para a Covid-19.

Published in Atualidade

A probabilidade de importação do coronavírus detetado na China para a Europa é “moderada”. A classificação, divulgada hoje numa nota pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (CECD), é baseada no facto de a “probabilidade de a infeção de viajantes que visitam Wuhan (cidade do centro da China), tendo contacto próximo com indivíduos sintomáticos, ser considerada moderada”.

Published in Atualidade

coronavirus
O governo da Coreia do Sul declarou hoje "virtualmente acabado" no país o surto do novo coronavírus, ao cumprirem-se 15 dias sem novos casos da doença, que causou 35 mortos desde finais de maio.

O ministério dos Negócios Estrangeiros sul-coreano convocou representantes das embaixadas estrangeiras em Seul para comunicar que "o surto está virtualmente acabado e não existem riscos de contrair o vírus" no país, disse à agência noticiosa espanhola EFE um diplomata espanhol que esteve na reunião.

"O governo quis transmitir tranquilidade à comunidade internacional, deixar claro que a segurança dentro e fora dos hospitais é total", afirmou o diplomata, que a EFE não identificou.

O ministério sublinhou que para ser declarado oficialmente acabado o surto da Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS, sigla em inglês) devem passar 28 dias sem novos casos desde o momento em que a doença desapareceu por completo, de acordo com as normas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Neste momento, estão hospitalizadas 15 pessoas por terem contraído o vírus e, à exceção de uma, todas estão curadas, disse o ministério.

Só quando o último infetado receber alta se poderá iniciar a contagem de 28 dias sem novos casos para anunciar oficialmente o fim do surto.

A MERS, detetada pela primeira vez a 20 de maio num sul-coreano que tinha viajado para o Médio Oriente, causou um forte alarme na Coreia do Sul, onde o número de contágios foi de 186 e mais de 16 mil pessoas foram submetidas a quarentena.

Em junho, o surto da MERS também foi responsável por prejuízos económicos devido a uma quebra no consumo, originada pelo medo generalizado de contágio, e ao cancelamento das viagens à Coreia de Sul de mais de 120 mil turistas estrangeiros.

Published in Mundo

camelo

A Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS-CoV), mais conhecido como novo coronavírus, infectou mais de 700 pessoas, das quais 249 faleceram, anunciou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera a transmissão do vírus "preocupante" mas não uma emergência.

O director-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, apresentou hoje em conferência de imprensa os últimos resultados sobre o MERS, que surgiu pela primeira vez na Arábia Saudita em 2012, e que desde então foi registado em pelo menos quinze países.

Os 16 membros do Comité de Emergência sobre o MERS reuniram-se hoje pela sexta vez, e durante quatro horas analisaram a situação e a gravidade da expansão do vírus.

Os especialistas concluíram de forma unânime que apesar da gravidade, não estão reunidas as condições para declarar uma emergência de saúde pública de alcance internacional.

O facto de o número de casos não ter aumentado consideravelmente, como sucedeu em meados de Abril, e também por "não haver provas" da transmissão entre humanos na comunidade fazem descartar, por agora, a declaração de emergência.

Até à data, detectaram-se duas formas de transmissão: de humanos a camelos, e em infecções hospitalares.

"O facto de ainda desconhecermos com exactidão como o vírus se infecta exactamente, obriga-nos a determinar que a situação é preocupante", afirmou Fukuda.

As principais recomendações são para que as pessoas que se relacionem com camelos aumentem as precauções, e que os enfermeiros e pessoal sanitário que frequenta os centros de saúde seja extremamente cuidadoso.

O comité disse também que não se pode baixar a guarda porque o vírus "ainda mata um número significativo de pessoas que são infectadas". Por agora, a taxa de mortalidade é de 36%.

Outro aspecto reforçado pelo comité foi o perigo que o aumento das viagens à Arábia Saudita constitui, já que se esperam milhões de pessoas para as peregrinações a Meca durante o Ramadão.

Neste caso, a OMS solicita que se transmita informação entre os peregrinos para que estejam conscientes do perigo que enfrentam e para que tomem medidas de precaução adequadas.

Para já detectaram-se casos na Argélia, Egipto, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos da América, Filipinas, Grécia, Holanda, Irão, Jordânia, Kuwait, Líbano, Malásia, Omã, Qatar e Iémen.

O comité voltará a reunir-se para avaliar o impacto do novo coronavírus em Setembro, excepto no caso de existir alguma situação extraordinária.

Published in Mundo

JM_025 - 1A Comissão de Emergência da Organização Mundial de Saúde, reuniu hoje, de emergência para avaliar a propagação da síndrome respiratória por coronovírus no médio oriente (MERS-CoV, na sigla inglesa) tendo manifestado grande preocupação com o aumento do número de casos.

A reunião contou a presença de três especialistas na área e de representantes dos 13 países actualmente afectados.

Até ao momento já se registaram 145 pessoas.

Em comunicado, a organização informa que a comissão “enfatizou que a sua preocupação com a situação aumentou significativamente”.

As preocupações centram-se no rápido aumento do número de casos, na fragilidade sistémica na prevenção e controlo da infecção, assim como nas falhas existentes na informação clínica e na possível exportação de casos para países especialmente vulneráveis.

Ainda assim, e apesar de “a seriedade da situação ter aumentado em termos de impacto para a saúde pública”, a OMS sublinha que não há evidência de transmissão sustentada entre humanos. Deste modo, a Comissão de Emergência deliberou que não estão ainda reunidas as condições para uma Emergência de Saúde Pública de Envergadura Internacional (PHEIC), figura definida pelo Regulamento Internacional de Saúde que permitiria a emissão de recomendações temporárias aos Estados membros.

Ainda assim, a Comissão “apelou fortemente” aos países, particularmente os que já registaram casos, que tomem medidas imediatas para melhorar as políticas para a prevenção e o controlo da infecção.

Iniciar e acelerar a investigação para entender a epidemiologia, os factores de risco e a eficácia das medidas de controlo; apoiar países particularmente vulneráveis, especialmente na África Subsaariana; reforçar a identificação e gestão de casos e melhorar a sensibilização e a comunicação do risco ao público, profissionais de saúde, grupos de risco e decisores políticos são outras recomendações da OMS, que apela ainda à disseminação de informação em caso de grandes concentrações de pessoas para evitar o contágio.

O coronavírus do MERS é considerado um 'primo', mais mortal mas menos contagioso, do vírus responsável pela Síndroma Respiratória Aguda Severa, que em 2008 vitimou cerca de 800 pessoas em todo o mundo.

Tal como aquele vírus, o MERS-CoV provoca uma infecção pulmonar e os afectados sofrem de febre, tosse e dificuldades respiratórias, não havendo por enquanto tratamento preventivo para a doença.

O último balanço mundial aponta para 538 casos de infecção, 145 mortais, a maioria dos quais na Arábia Saudita, que regista já 450 casos e 112 mortos

Published in Mundo
A "hiperventilação" dos Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Joana Romeira Torres
A "hiperventilação" dos Cuidados de Saúde Primários
A Organização Mundial de Saúde alude que os Cuidados de Saúde Primários (CSP) são cruciais para a obtenção de promoção da saúde a nível global. Neste sentido, a Organização Mundial dos Médicos de Família (WONCA) tem estabelecido estratégias que têm permitido marcar posição dos mesmos na comunidade médica geral.

Mais lidas