A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) vai promover no próximo dia 4 de junho, pelas 9h30, uma Mesa Redonda sobre o “impacto dos dispositivos médicos na qualidade de vida dos cidadãos”.

Published in Atualidade
terça-feira, 27 novembro 2018 10:06

Infarmed garante segurança de dispositivos médicos

De acordo com o Infarmed, o número de notificações de incidentes com dispositivos médicos é “extremamente baixo” em Portugal, sendo a utilização dos mesmos considerada segura.

Published in Atualidade

Investigadores portugueses estão a participar num projeto internacional que visa melhorar a segurança dos dispositivos médicos, como monitores de glicose e máquinas de hemodiálise, de forma a reduzir o número de erros associados à utilização desses equipamentos.

Published in Atualidade

O Governo desistiu da intenção de aplicar uma contribuição extraordinária às empresas de dispositivos médicos, através da qual esperava arrecadar anualmente 24 milhões de euros, por considerá-la “inapropriada no contexto nacional”, segundo o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.

Published in Atualidade

As empresas de dispositivos médicos vão passar a pagar uma contribuição extraordinária que pode ir dos 2,5% aos 7,5% consoante o preço dos produtos, segundo uma versão preliminar do Orçamento do Estado para 2018.

Published in Atualidade
terça-feira, 17 janeiro 2017 10:48

APORMED adota código de ética europeu

A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) vai proceder à implementação, em Portugal, do novo código de ética, promovido pela Associação Europeia das empresas de dispositivos médicos e de diagnóstico in vitro MedTech Europe, através da revisão do seu atual código.

Published in Atualidade

Dispositivos Medicos
Um terço dos 819 mil dispositivos médicos registados em Portugal já estão codificados, tendo a tutela previsto uma poupança de “milhões de euros” com esta medida de registo e posterior avaliação, afirmou hoje o presidente do Infarmed.

Eurico Castro Alves falava durante a cerimónia de abertura da Conferência “Do registo à avaliação de dispositivos médicos”, que decorre no auditório do instituto que regula o setor do medicamento em Portugal, em Lisboa.

Segundo o presidente do Infarmed, desde o início do trabalho de codificação destes dispositivos, em 2012, foram codificados 275 mil dispositivos, nomeadamente “aqueles produtos de maior complexidade”.

Eurico Castro Alves prevê que, até ao final do ano, a atribuição de um código único abranja a totalidade dos produtos em circulação.

“A codificação e a subsequente rastreabilidade são fundamentais para uma avaliação rigorosa do desempenho dos dispositivos médicos, a partir da qual serão tomadas decisões relacionadas com o financiamento e a comparticipação destes produtos”, afirmou.

Segundo o presidente do Infarmed, “os primeiros estudos realizados sobre o impacto deste tipo de avaliação incidiram sobre quatro classes de dispositivos médicos diferenciados, de utilização hospitalar, e permitiram concluir que, apenas nesses produtos, é possível uma poupança de 20 milhões de euros, se o Estado optar por financiar ou comparticipar as tecnologias que apresentem uma melhor relação custo-benefício”.

Presente na cerimónia, o ministro da Saúde corroborou a importância desta codificação, garantindo que “a avaliação das tecnologias vai marcar o setor da saúde nos próximos anos”.

“Se para os medicamentos muito do caminho de conhecimento e regulamentação já se fez, para os dispositivos médicos há ainda muito por percorrer no conhecimento efetivo do mercado nos processos que garantam a rastreabilidade no sistema de saúde”, disse.

Paulo Macedo sublinhou que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) gasta cerca de 700 milhões de euros por ano em dispositivos clínicos, sem que a sua aquisição esteja sujeita a qualquer avaliação, como existe para os medicamentos.

Para o ministro, com este registo e avaliação dos dispositivos médicos, há um ganho “em termos de transparência”, uma vez que este “é um mercado opaco, que não permite um julgamento de uma forma informada por parte dos decisores.

Durante a sua intervenção, o ministro anunciou ainda que a avaliação dos equipamentos pesados – que não existe em Portugal – vai avançar em 2016.

Em Portugal, o valor do mercado dos dispositivos médicos é de cerca de 1,1 mil milhões de euros por ano.

Published in Mundo

Dispositivos Medicos

A Ordem dos Médicos defende uma maior reutilização de dispositivos médicos e cirúrgicos de uso único, considerando que são seguros para doentes e profissionais e que podem permitir poupanças anuais de 45 milhões de euros aos hospitais públicos.

“A Ordem pretende que nos sectores em que seja possível reduzir os custos sem pôr em causa a qualidade que isso seja efectivado. Um dos sectores tem a ver com o reprocessamento de dispositivos médicos. É possível alargar o âmbito do reprocessamento, reduzindo os custos da saúde e sem pôr em causa a qualidade”, afirmou o bastonário dos Médicos.

A Ordem vai realizar na quinta-feira um debate sobre a reutilização dos dispositivos médicos (como máquinas de sutura, tesouras de corte ou dispositivos cardíacos) considerando que esta prática em Portugal ainda é “muito restrita e está condicionada por um jogo complexo de interesses”.

“Há ainda um grande receio e uma falta de debate, condicionado por interesses, na questão do reprocessamento”, referiu o bastonário José Manuel Silva.

Em Maio de 2013, o Ministério da Saúde publicou em Diário da República um despacho sobre os dispositivos médicos de uso único reprocessados, com o objectivo de “estabelecer condições adequadas de segurança que permitam alcançar poupanças indispensáveis”.

Na altura, a Associação dos Enfermeiros de Sala de Operações em Portugal contestou este reprocessamento de dispositivos de dose única, considerando-o um “atentado à saúde pública”.

O bastonário salientou que os médicos estão convictos de “que é possível alargar o reprocessamento, mantendo ou até melhorando a qualidade”, com o argumento de que há razões técnicas e científicas para afirmar a segurança do processo.

“Nós actualmente transplantamos órgãos, não há nenhuma razão técnica que possa limitar, em circunstâncias bem definidas, a reutilização/reprocessamento de dispositivos médicos”, declarou José Manuel Silva.

O reprocessamento pode até trazer mais segurança, insiste o bastonário, dado que tem uma “garantia de funcionamento exactamente pelo facto de [o dispositivo] já ter sido usado e demonstrado que não falha”.

Para a Ordem, a decisão de utilização única de um dispositivo, que geralmente cabe à própria indústria, “visa mais os interesses de quem o produz do que motivações técnicas”.

Depois de uma utilização dos dispositivos, eles são enviados para reprocessamento numa fábrica que tem de estar certificada. São retirados todos os contaminantes, depois os dispositivos são limpos, esterilizados, selados e passíveis de rastreabilidade.

Esta prática é já seguida, por exemplo, no hospital de São João, no Porto.

O reprocessamento de dispositivos médicos e cirúrgicos de uso único é corrente noutros países, como o caso dos Estados Unidos, onde 60% dos seus cinco mil hospitais já recorrem a este método.

Published in Mundo
Pág. 1 de 2

Doença Venosa

Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança
Editorial | Jornal Médico
Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança

O futuro tem hoje 5 dias! Inacreditável! Quem é que tem agenda para mais de 5 dias? A pandemia COVID-19 alterou profundamente a vida quotidiana, a prestação de cuidados de saúde e a organização dos serviços de saúde está totalmente alterada. O isolamento social é a orientação primordial de confrontação da pandemia. Mas é necessário promover o apoio de proximidade essencial e aprender a fazê-lo em segurança.

Mais lidas