Sob o tema “Será fibromialgia?”, a 1ª Conferência Interativa sobre Fibromialgia irá ocorrer este sábado durante as 11h e as 12h. A cargo do reumatologista e diretor científico da plataforma MyFibromyalgia, José António Pereira da Silva, a sessão procura responder às dificuldades sentidas pelos doentes perante alguns dos sintomas indicadores da patologia.

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Existem 250 mil portugueses que vivem com dificuldades devido à fibromialgia, uma doença de diagnóstico difícil.

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A Associação Myos lança este mês uma campanha com o objetivo de sensibilizar os doentes, familiares, profissionais de saúde e comunidade em geral para o estigma associado a viver com fibromialgia, uma doença considerada invisível, mas cujo sofrimento é real.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou a norma para a fibromialgia, passando a reconhecer oficialmente esta entidade como uma doença. Estima-se que, em Portugal, mais de 300 mil pessoas sofram deste problema, avançou à Lusa a presidente da Associação Portuguesa de Doentes com Fibromialgia (APDF), Fernanda Neves de Sá.

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A presidente da Associação Portuguesa de Doentes com Fibromialgia classificou hoje de "momento histórico" a discussão e votação no parlamento de dois projectos de resolução do Governo e do PCP para que estes doentes sejam reconhecidos como crónicos e incapacitantes.

Em declarações à agência Lusa, Margarida Neves de Sá disse que este é o momento que os doentes esperavam e que representa o fim de uma “luta muito dura” que durava desde 1999.

“Os doentes fibromiálgicos vão ser finalmente reconhecidos como doentes crónicos e incapacitantes” no dia 25 de Junho, em que serão discutidos e aprovados em plenário os dois projectos de resolução com esta finalidade, uma vez que a legislação de 2004 reconhece a fibromialgia como doença crónica, adiantou.

Com este reconhecimento, estes doentes vão passar a ter os mesmos benefícios dos outros pacientes crónicos em regime especial, como a comparticipação de medicamentos e isenção de taxas moderadoras.

No mesmo dia será também discutida a petição com 5.064 assinaturas entregue pela Associação Portuguesa de Doentes com Fibromialgia (APDF), com o mesmo objectivo.

Convicta de que os projectos de resolução se vão transformar em lei, Margarida Neves de Sá considerou que será um “momento histórico para o país e essencialmente para os doentes”, passando Portugal a ser um dos poucos países que têm estas duas situações legisladas.

“É bom demais” porque “atrás disto vêm todas as outras situações que estão paradas”, como a criação de juntas médicas para doentes fibromiálgicos em Lisboa, Porto e Coimbra com “médicos devidamente habilitados cientificamente para o fazer”.

Em simultâneo será elaborada pela Direcção-Geral da Saúde uma “norma de conduta clínica, científica baseada nas investigações dos últimos anos que passará a ser obrigatória para toda a classe médica de forma a cumprirem o que vai constar como lei”, adiantou Margarida Neves de Sá.

“O médico que ouse dizer que a fibromialgia não existe e que é do foro psicológico estará sujeito a sanções, porque tudo será devidamente legalizado”, comentou.

As estimativas apontam para que a fibromialgia possa atingir cerca de 2% da população adulta portuguesa, sendo que as mulheres são cinco a nove vezes mais afectadas do que os homens por esta doença que se inicia, em regra entre os 20 e os 50 anos, refere o projecto de resolução do PSD/CDS-PP.

“Tratando-se de uma doença com diagnóstico difícil, já que o mesmo se processa por exclusão de outras doenças, não oferece no entanto dúvida de que a fibromialgia é incapacitante e geradora de limitações para os seus portadores, tanto na vida profissional como na vida privada, manifestando-se essas limitações no cumprimento das tarefas diárias e também em termos de absentismo laboral”, sublinha o documento.

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
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Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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