A gripe é em Portugal de baixa intensidade, mas com tendência crescente, segundo o boletim de vigilância epidemiológica da gripe do Instituto Ricardo Jorge.

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A gripe em Portugal manteve uma baixa intensidade na semana passada, estando a ser uma época gripal de intensidade moderada, segundo o “Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe", divulgado semanalmente pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA).

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A gripe em Portugal regista uma tendência estável, mas decrescente, estando esta a ser uma época gripal de intensidade baixa a moderada, anunciou hoje a Direção-geral da Saúde (DGS).

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Portugal está em “franca atividade” epidémica gripal, mas a sua incidência é “bastante moderada”, afirmou hoje a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

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Este ano, o período de maior atividade da gripe em Portugal vai acontecer entre o Natal e a segunda semana de janeiro. A previsão foi hoje apresentada pelo Centro de Estudos e Avaliação em Saúde (CEFAR), da Associação Nacional das Farmácias.

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O Serviço Nacional de Saúde (SNS) já administrou mais de 430 mil doses de vacina contra a gripe, um número acima do registado na mesma altura no ano passado.

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A questão deu o mote para um simpósio promovido pela Sanofi Pasteur no âmbito do 23.º Congresso Nacional de Medicina Geral e Familiar, em que o pneumologista e intensivista do Hospital Pulido Valente/Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN), Filipe Froes, afirmou, com base em evidência, que “até prova contrária, a melhor forma de prevenir a gripe é a vacinação”.

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Na semana em que se inicia a época de vacinação antigripal, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), através da sua Comissão de Trabalho de Infecciologia Respiratória, alerta para a importância da vacinação contra a gripe sazonal, sobretudo, nos doentes crónicos e nos profissionais de saúde.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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