“Portugal iniciou bem o processo de tratamento e cura dos doentes infetados com hepatite C, mas está a perder o comboio e, a continuar assim, não vai atingir as metas da Organização Mundial de Saúde (OMS) para erradicar a patologia até 2030, ao contrário de outros países da Europa, que começaram depois de nós”.

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Atualmente estima-se que existem em Portugal 89.200 de doentes com hepatite C. De acordo com os parâmetros da Organização Mundial da Saúde e tendo por base os níveis das 24 políticas de intervenção pública existentes no País, o cálculo desta análise indica que Portugal não vai alcançar a eliminação até 2030.

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Os antigos e atuais utilizadores de droga têm, a partir de hoje, uma consulta para tratamento da hepatite C fora dos hospitais, uma iniciativa do Grupo de Ativistas em Tratamento, que pretende aproximar esta população dos cuidados de saúde.

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A Região Autónoma da Madeira gasta, anualmente, cerca de cinco milhões de euros (ME) no combate ao VIH e à hepatite C, revelou o secretário regional de Saúde, Pedro Ramos.

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O Serviço de Saúde da Madeira (SESARAM) tratou e curou 278 doentes com Hepatite C nos últimos quatro anos, num investimento de 5,9 milhões de euros, e prevê que outros 31 iniciem o tratamento até ao final deste ano.

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A Associação Abraço vai promover formações e rastreios nos Açores, em 2018 e 2019, no âmbito de um plano que pretende sensibilizar profissionais de saúde e a população em geral sobre a incidência de VIH e hepatite C.

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Mais de dez mil doentes com hepatite C ficaram curados, nos últimos três anos, graças a medicamentos antivíricos de ação direta, com a percentagem de cura a continuar acima dos 96%.

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Médicos vão passar a deslocar-se até às prisões para tratar reclusos infetados com VIH e hepatites B e C. Além disso, serão realizados rastreios à entrada, durante e no final da reclusão.

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Deixar cair com violência o que é desnecessário e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
Deixar cair com violência o que é desnecessário e aproveitar a oportunidade

Assaltar o desnecessário. Rasgar a burocracia. Rejeitar o desperdício. Anular a perda de tempo. As aprendizagens da pandemia serão uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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