Displaying items by tag: leucemia

A 4.ª edição da bolsa “Building Future Knowledge in mature B cell malignacies” abriu candidaturas até ao dia 31 de maio de 2022, com o prémio no valor de 15 mil euros para o projeto de investigação mais promissor. A bolsa tem como objetivo promover a investigação científica e epidemiológica nas áreas das neoplasias de células B maduras e é uma iniciativa da Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), em parceria com a Sociedade Portuguesa de Hematologia (SPH) e conta com o apoio da Gilead Sciences.

Published in Atualidade

Desmistificar alguns receios associados ao diagnóstico do linfoma, bem como esclarecer dúvidas aos doentes, são os principais objetivos do webinar organizado pela Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL), que se realiza no próximo dia 17 de dezembro, entre as 17h e as 20h.

Published in Atualidade
Investigadores espanhóis e portugueses de Salamanca e Coimbra querem subir um degrau na investigação da leucemia, pelo que criaram uma rede ibérica, a IDIALNET, para decifrar chaves ainda por descobrir para o diagnóstico precoce e a prevenção deste tipo de cancro.
Published in Atualidade

A Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) e a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro apresentam amanhã, em Coimbra, um "projeto transfronteiriço inovador de investigação e deteção precoce da leucemia", foi hoje anunciado.

Published in Atualidade

Um projeto destinado a doentes com leucemia e linfoma presta apoio domiciliário a mais de 200 utentes, na maior parte idosos, evitando que passem horas no Centro Hospitalar de São João (CHSJ), no Porto, à espera de uma transfusão.

 

Published in Atualidade
Tagged under

Investigadores do Instituto de Medicina Molecular (iMM) de Lisboa descobriram que um composto químico a ser testado no tratamento de um determinado cancro pode ser igualmente eficaz no combate contra um outro cancro, uma leucemia frequente em crianças.

Additional Info

  • Imagem 720*435 Imagem 720*435
Published in Atualidade
Tagged under

leucemia

Uma equipa de investigadores, incluindo o português Delfim Duarte, concluiu que células de leucemia, o cancro do sangue, "fogem" e resistem à quimioterapia porque movimentam-se de forma rápida na medula óssea, sem se fixar num sítio específico.

A descoberta, cujos resultados foram publicados esta semana na revista Nature, abre portas para novos tratamentos, que, segundo a equipa, devem ser concebidos para travar o movimento destas células.

Cientistas do Imperial College de Londres estudaram, numa experiência com recurso a ratos, um tipo agressivo de leucemia aguda, a leucemia linfoblástica aguda de células T, um cancro de uma espécie de glóbulos brancos, que se caracteriza pelo aumento descontrolado destas células, responsáveis pela defesa do organismo contra agentes invasores.

Uma das teorias avançadas para explicar a resistência desta leucemia agressiva ao tratamento inicial, a quimioterapia, e a sua reincidência é a capacidade de os tumores se protegerem em locais específicos da medula óssea.

"[Contudo,] surpreendentemente, verificámos que, ao contrário do que tinha sido proposto anteriormente, as células de leucemia são extremamente rápidas e não têm localização preferencial na medula óssea. Ou seja, de forma simplificada, a leucemia 'foge' e resiste à quimioterapia", sustentou à Agência Lusa o investigador Delfim Duarte, a realizar o doutoramento em leucemia e microambiente da medula óssea, no Imperial College de Londres.

A equipa utilizou uma "técnica inovadora" de observação ao microscópio, 'in vivo', em ratinhos com leucemia linfoblástica aguda de células T.

A técnica, explicou o hematologista no Instituto Português de Oncologia do Porto, Delfim Duarte, "permitiu seguir, pela primeira vez, e em tempo real, as células de leucemia dentro da medula óssea", possibilitando "estudar o seu comportamento (movimento e estruturas com que interagem) e a sua localização".

Para o estudo, foi analisado o comportamento das células de ratinhos "doentes", com leucemia, e de células humanas de leucemia transplantadas em ratinhos imunodeficientes.

Os investigadores concluíram que quanto mais agressiva era quimioterapia administrada, mais rapidamente se movimentavam as células tumorais, resistindo ao tratamento.

O grupo observou também que a leucemia linfoblástica aguda de células T, predominante em crianças, destrói os osteoblastos, células do osso "essenciais à produção normal de sangue".

As conclusões a que chegaram os cientistas foram verificadas a partir de biópsias de medula óssea de doentes humanos, na Austrália. A equipa da qual faz parte Delfim Duarte, um dos primeiros coautores do artigo publicado na Nature, está a averiguar qual a proteína envolvida no movimento das células da leucemia estudada, que possa servir como alvo terapêutico.

Além disso, pretende "explorar tratamentos que protejam os osteoblastos e permitam diminuir algumas complicações da doença", como anemia, infeções ou hemorragias. O estudo teve a colaboração de investigadores do Instituto Francis Crick, igualmente em Londres, no Reino Unido, e da Universidade de Melbourne, na Austrália.

Published in Mundo
Tagged under

imm

Uma equipa de investigadores portugueses descobriu como travar a evolução de um tipo de leucemia frequente nas crianças, através da utilização de um composto farmacológico, abrindo portas ao desenvolvimento de uma terapêutica alternativa à existente actualmente.

O trabalho foi desenvolvido por uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, sob a coordenação de João Taborda Barata, com “resultados bastante promissores no que respeita ao potencial desenvolvimento de uma terapêutica alternativa para tratamento da leucemia linfoblástica aguda de células T (LLA-T), um tipo de leucemia bastante frequente em crianças”, revela o instituto.

Publicada na revista científica Oncogene, a investigação estudou o papel da proteína ‘CHK1’ em doentes e concluiu que esta se encontra ‘hieratizada’, permitindo a viabilidade das células tumorais e a proliferação da doença.

“Demonstrámos que a expressão do gene CHK1 está aumentada neste tipo de leucemia. O curioso é que o CHK1 serve como uma espécie de travão para a multiplicação celular, mas acaba por ajudar as células leucémicas porque as mantém sob algum controlo. Se inibirmos o CHK1 as células tumorais ficam tão ‘nervosas’ – o que chamamos de ‘stresse replicativo’ – que acabam por morrer”, explica João Barata.

Deste modo, o CHK1 constitui “um novo alvo molecular para potencial intervenção terapêutica em leucemia pediátrica”, acrescenta.

A equipa de investigadores utilizou um composto farmacológico (PF-004777736) para inibir o gene CHK1 e verificou que o composto induzia a morte de células de LLA-T (leucemia linfoblástica aguda de células T), sem afectar as células T normais.

A investigação conseguiu assim observar que a utilização daquele composto farmacológico é capaz de interferir na proliferação das células afectadas e de interromper o seu ciclo de vida, diminuindo o desenvolvimento da doença.

Apesar de este tipo de leucemia ser um cancro que apresenta grande sucesso terapêutico nas crianças, os efeitos secundários resultantes das terapias actuais são bastante consideráveis.

A LLA- T é um cancro do sangue (tumor líquido) especialmente frequente em crianças e que se caracteriza por um aumento descontrolado do número de linfócitos T (glóbulos brancos), as células do sistema imunitário responsáveis por identificar e combater agentes externos causadores de infecção.

A incidência de LLA em geral é relativamente similar na Europa e nos Estados Unidos da América, com um caso em cada 50.000 habitantes, sendo mais frequente no sexo masculino do que no sexo feminino e apresentando dois picos de incidência: dos dois aos cinco anos e após os 50 anos de idade.

Lusa/JM

Published in Medicamento
Tagged under
Pág. 1 de 2
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.