sexta-feira, 25 maio 2018 15:45

Desculpem, mas eu li! A agonia dos CSP

Há quem não note, mas ou anda distraído ou está de baixa de longa duração, como diz um amigo meu.

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As doenças vasculares, no seu conjunto – cérebro e cardiovascular – são, em Portugal e no mundo, um problema de saúde pública e com fortíssimas repercussões financeiras. E também já estão longe de ser um exclusivo dos países mais ricos ou desenvolvidos, conforme o demonstram as estatísticas de mortalidade.

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O PSD de Matosinhos revelou que há 2.925 residentes no concelho sem médico de família, tendo já pedido aos eleitos do partido na Assembleia da República para “levantarem a voz” e exigirem a regularização urgente desta “grave situação”.

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O concurso, a decorrer a partir de hoje, para colocação, a nível nacional, de 110 especialistas em Medicina Geral contemplou o maior número de vagas à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT): um total de 43.

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O presidente da Junta de Vila Nova de Anha, Viana do Castelo, reclamou hoje uma solução “provisória” para os utentes da extensão de saúde da freguesia que estão há cinco meses sem médico de família (MF).

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quinta-feira, 28 dezembro 2017 11:41

Vila Nova de Anha está sem médico há quatro meses

A extensão de saúde de Vila Nova de Anha, em Viana do Castelo, está sem médico há quatro meses, situação que “tem causado alarme social, sobretudo na população mais idosa”, denunciou hoje o presidente da junta de freguesia da localidade, José Filipe Silva.

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O presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Humberto Brito, anunciou ontem que toda a população do concelho já tem médico de família, em contraste com as 14 mil pessoas que em 2009 não acediam àquele serviço.

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Familia bebe

Chegado o dia 1 de setembro é cumprida uma das principais medidas do projeto “Nascer Utente”: a partir de hoje, todas as crianças têm médico de família logo após o seu nascimento. É na própria maternidade que o nascituro é inscrito na lista de utentes do médico de família dos seus pais.

A iniciativa, divulgada em Diário da República no dia 19 do mês anterior, remonta ao anterior governo ao lançar uma lei que assegurava que nenhuma criança deveria ser privada de ter um médico de família.

Com a viabilização do projeto “Nascer Utente”, a criança é inscrita, assim que nasce, no Registo Nacional de Utente, sendo-lhe atribuído um número de utente, a constar do cartão do cidadão, e de médico de família.

O processo é automático e a inscrição é realizada pela instituição com bloco de partos, na lista de utentes do médico de família da mãe ou do pai.

Nas situações em que a mãe e o pai não se encontrem inscritos em nenhuma lista de utentes de um médico de família, a instituição com bloco de partos onde a criança nasce deve comunicar o nascimento ao coordenador da unidade funcional [Unidade de Saúde Familiar (USF) ou Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP)] mais próxima da residência da criança.

Este “deve proceder à inscrição da mesma na lista de utentes de um médico de família, preferencialmente de uma USF caso a mesma exista naquele Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), salvo se um dos pais declarar expressamente preferência pela UCSP, devendo ser dado conhecimento dessa inscrição ao presidente do conselho clínico e de saúde do respetivo ACES”, lê-se no despacho, publicado a 19 de agosto.

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COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
COVID e não-COVID: Investimentos para resolver novos e velhos problemas

Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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