O Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da Universidade do Minho (EMUM) está a desenvolver um projeto de investigação, para encontrar novos tratamentos para a malária, uma doença que, em 2018, atingiu 228 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais 405 mil acabaram por morrer, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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Uma equipa internacional de investigadores liderada por Miguel Prudêncio, do Instituto de Medicina Molecular (iMM), testou o potencial de uma nova vacina contra a malária em 24 voluntários, com resultados que “abrem caminho a uma estratégia de vacinação eficaz”.

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Angola registou 7.356 mortes por malária em 2018, uma quebra de quase metade face ao ano anterior. Contudo, a doença continua a ser a principal causa de morte no país.

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Embora as mortes provocadas por malária tenham diminuído em todo o mundo em 2017, a redução de casos que se registava desde o início da década “estagnou”. Desta forma, a Organização Mundial de Saúde (OMS) defende uma estratégia mais severa.

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A malária é a causa de 35.5% das mortes anuais em crianças entre os zero e os cinco anos, na província do Cuanza Sul, em Angola, devido à insuficiente cobertura sanitária, fraca manutenção dos hospitais, entre outros fatores.

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A malária mata diariamente duas a três crianças, no banco pediátrico do Hospital Geral do Moxico, no leste de Angola, situação que acontece nos nove meses de época chuvosa do país.

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O ex-ministro da Saúde da Namíbia, Richard Kamwi, afirmou esta quinta-feira, em declarações à agência chinesa Xinhua, que cerca de 90% dos casos de malária no mundo ocorrem na região da África subsaariana.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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