A taxa mortalidade infantil na União Europeia recuou para praticamente metade entre 1998 e 2018, de 6,6 mortes por cada mil nados-vivos para 3,4.

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A taxa de mortalidade infantil na União Europeia (UE) fixou-se, em 2017, nas 3,6 mortes por mil nados-vivos, com Portugal a registar um valor abaixo da média (2,7 por mil), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, mostrou-se preocupado com o aumento da mortalidade infantil, considerando que é preciso apurar as causas de morte.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que a taxa provisória de mortalidade infantil em Portugal, referente a 2018, está dentro da normalidade e continua abaixo da média europeia.

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A Ordem dos Médicos (OM) pediu um “apuramento rápido” das causas do “aumento da mortalidade infantil”, na sequência da divulgação dos dados provisórios da Direção-Geral da Saúde (DGS) que dão conta de um aumento de 26% em 2018.

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A mortalidade infantil até ao primeiro ano de idade aumentou em Portugal no ano de 2018, divulga a Direção Geral de Saúde (DGS). Os dados ainda não foram validados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

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A taxa de mortalidade infantil tem vindo a registar melhorias significativas desde 1990, contudo a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que os valores continuam inaceitáveis.

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No último ano, Portugal registou o valor mais baixo desde que há registo de óbitos de crianças com menos de 1 ano, segundo as “Estatísticas Vitais” do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgadas.

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