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Investigadores do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) integram um projeto europeu que visa implementar um modelo para melhorar a qualidade e segurança no acesso aos cuidados de saúde oral para todos os cidadãos.

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Um grupo de investigadores portugueses está a trabalhar num projeto europeu, o ARDAT (Accelerating research & development for advanced therapies), financiado em 25,5 milhões de euros, para acelerar o desenvolvimento de medicamentos inovadores, com potencial para tratar ou reduzir necessidades terapêuticas em doenças como cancro ou degenerativas.

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O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), a Direção-Geral da Saúde (DGS) e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) vão trabalhar num projeto europeu para melhorar a preparação e resposta da União Europeia (UE) a futuras pandemias.

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A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e o Centro de Trauma/CES da Universidade de Coimbra estão a desenvolver, em Portugal, um estudo europeu sobre a adaptação e a resiliência das populações à atual pandemia.

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A vice-presidente do Conselho Económico e Social Europeu (CESE), a espanhola Isabel Caño, considera que a União Europeia (UE) está num momento “histórico”, pois a pandemia obrigou os Estados-membros a “avançarem mais rapidamente”.

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O Hospital de São João, no Porto, é o único português a integrar o processo de “validação” do sistema de Inteligência Artificial (IA) europeu para “um diagnóstico mais fiável” de Covid-19 a partir de tomografias computadorizadas (TAC).

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.