Um em cada quatro portugueses tem mais dificuldade em dormir, desde o início da pandemia, com especial incidência na faixa etária entre os 45 e os 54 anos. A conclusão é de um estudo realizado pela marca Aquilea, em parceria com a Ipsos Apeme.

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A Associação Portuguesa de Sono (APS) e a Philips lançam iniciativa conjunta com o objetivo de melhorar a qualidade do sono das pessoas. A campanha Bons Sonhos visa a consciencialização e educação da comunidade para a importância do sono como pilar fundamental da saúde.

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Segundo comunicado enviado ao nosso jornal, 46% dos portugueses com idade igual ou superior a 25 anos dormem menos de 6 horas por dia, 21% dizem que demoram mais de 30 minutos para adormecer, 32% consideram ter um mau sono e 40% reportam dificuldade em manter-se acordados durante a condução e outras atividades diárias.

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Os portugueses estão a descansar poucas horas, dormindo em média menos de seis horas diárias, com reflexos negativos na vida ativa e social, disse hoje o presidente da Associação Portuguesa do Sono (APS), Joaquim Moita.

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quinta-feira, 07 fevereiro 2019 11:07

Os Prós e os Contras na Medicina do Sono

A CUF Academic and Research Center promove, dia 23 de março, as II Jornadas do Sono onde serão discutidos os prós e contras da Medicina do Sono. O Jornal Médico falou com a responsável pela iniciativa, Susana Teixeira de Sousa, para avaliar as expetativas e objetivos da reunião.

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A Philips lançou, no Dia Mundial do Sono, a campanha de sensibilização Philips Sonhos Cumpridos em conjunto com a atleta de triplo salto, Susana Costa.

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Especialistas em cronobiologia e medicina do sono alertam para os riscos da mudança da hora, como alterações do sono, do estado de ânimo, de capacidades cognitivas como a memória e psicomotoras.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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