Em 2019, nasceram pelo menos 87.364 bebés em Portugal, mais 537 face ao ano anterior e mais 4.264 do que em 2014, segundo dados baseados no "teste do pezinho", hoje divulgados hoje Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA).

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De acordo com os dados do Programa Nacional do Rastreio Neonatal, que cobre quase a totalidade dos nascimentos, até ao final de novembro nasceram 80.714 bebés em Portugal, atingindo um número recorde dos últimos cinco anos para igual período.

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O teste do pezinho foi realizado pela primeira vez há 40 anos e desde então tornou-se uma rotina que salvou a vida de crianças e evitou que milhares tivessem atrasos neurológicos irreversíveis.

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Cerca de 87 mil crianças nasceram em Portugal em 2018, um ligeiro aumento face a 2017, de acordo com os dados do Instituto Nacional Ricardo Jorge (INSA) baseados no rastreio neonatal, conhecido por “teste do pezinho”.

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O número de bebés nascidos nos primeiros dez meses do ano aumentou face ao mesmo período de 2017, atingindo pelo menos 72.805 bebés, de acordo com os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”. Este número representa um crescimento de 1.320 nascimentos.

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Dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido por “teste do pezinho”, registam um total de 41.786 nascimentos, em Portugal, no primeiro semestre do ano, mais 97 do que no mesmo período do ano anterior.

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Nos primeiros quatro meses deste ano, nasceram pelo menos 27.157 bebés, mais 198 face ao mesmo período do ano passado, segundo os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como “teste do pezinho”.

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Pé de Bebé
A comissão técnica do “teste do pezinho” vai decidir no final do ano se este diagnóstico vai abranger a fibrose quística que atualmente é incluída através de um estudo piloto que já identificou 10 recém-nascidos portadores da patologia.

De acordo com fonte do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), responsável por esta fase do rastreio neonatal da fibrose quística, o estudo piloto vai prosseguir até final de 2015.

“A decisão de incluir esta patologia no painel de doenças rastreadas pelo Programa Nacional de Diagnóstico Precoce será tomada no final do ano pela Comissão Técnica Nacional” do programa.

Desde 2008 que o “teste do pezinho” rastreia a nível nacional 25 patologias.

A inclusão da fibrose quística neste diagnóstico precoce começou em 2013, no estudo piloto, com a meta de 80 mil recém-nascidos.

Para a pediatra Celeste Barreto, consultora científica da Associação Nacional de Fibrose Quística (ANFQ), a inclusão desta doença no “teste do pezinho” é defendida pela comunidade científica.

Em declarações à agência Lusa, a especialista sublinhou a importância desta doença – cujo dia europeu se assinala sábado (21 de novembro) - ser diagnosticada o mais precocemente possível.

“Em Portugal temos diagnósticos tardios”, lamentou, afirmando que o estudo piloto que decorre até ao final do ano aponta para uma prevalência de um em cada 7.500 nascimentos.

A identificação precoce da doença – nomeadamente na altura do nascimento da criança – permite uma maior taxa de sobrevivência e mais qualidade de vida.

Um dos aspetos que é possível melhorar é ao nível da nutrição, através do controlo da insuficiência pancreática, de forma a evitar estados de perda ponderal ou atrasos no crescimento.

O doente pode, desde cedo, ser seguido num centro especializado, onde com muito mais facilidade são identificadas manifestações da doença.

Lusa

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Doença Venosa

Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança
Editorial | Jornal Médico
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