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Um ano após a vacina contra a tuberculose (BCG) começar a ser administrada apenas às crianças pertencentes aos grupos de risco, a diretora-geral da Saúde considera que a medida foi acertada, pois não aumentaram os casos da doença nas crianças.

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Um estudo, que envolveu mais de 35 países, incluindo Portugal, descreve as mutações genéticas das estirpes da bactéria da tuberculose resistente, um trabalho que permitirá aos médicos a realização de um diagnóstico mais precoce e seguro e uma melhor adequação da terapêutica.

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O reforço do rastreio da tuberculose em Moçambique revelou que em 2016 houve mais do dobro dos casos detetados em 2015, disse à Lusa o diretor do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose com base nos mais recentes dados apurados.

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terça-feira, 28 novembro 2017 10:55

ARS Norte admite “problema” de tuberculose no Porto

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte assumiu, ontem, a existência de “um problema” de tuberculose no Porto, desvendando que, desde março, foram identificados seis casos em toxicodependentes, um dos quais resultou em morte.

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O diagnóstico da tuberculose poderá ser mais rápido e fiável com um novo teste sanguíneo para detetar a doença que só nos últimos 200 anos matou mil milhões de pessoas.

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Portugal registou 18 novos casos de tuberculose por 100 mil habitantes em 2016, ano em que 18% das ocorrências foram em nascidos fora do país, um aumento que levou as autoridades de saúde a desenvolver estratégias com outros organismos.

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Bacilo-de-Koch_Tuberculose

Em 2015, Portugal foi o país da Europa Ocidental a registar a maior taxa de incidência de tuberculose, com 23 casos por cem mil habitantes, de acordo com as conclusões de um relatório apresentado ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

As estimativas sobre a doença à escala global, Portugal foi, em termos europeus, apenas superado por países do Leste – Rússia, Roménia, Moldávia, Geórgia, Ucrânia, Bósnia-Herzegovina, Arménia, Bielorrússia, Letónia e Lituânia – com taxas de incidência superiores à da região europeia (36 casos por cem mil habitantes).

O relatório da OMS refere ainda que, no nosso país, a taxa de mortalidade por tuberculose era, em 2015, de 2,1 casos por cem mil habitantes. Na região da Europa, a taxa de mortalidade estimada foi de 3,5 casos por cem mil habitantes, tendo sido ultrapassada nos países do Leste.

A coordenadora do Programa Nacional de Combate à Tuberculose, Raquel Duarte, já havia referido que vão continuar a surgir, em Portugal, surtos de tuberculose esporádicos em alguns locais, como prisões ou determinados bairros, que são precisamente característicos de incidências de infeção mais baixas.

Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a tuberculose começa a ser uma doença que não está em toda a comunidade, mas que afeta alguns grupos de risco e está mais concentrada em algumas áreas geográficas, sobretudo nas zonas urbanas de Lisboa e Porto.

Para Raquel Duarte, uma das prioridades passará por diminuir o tempo que medeia o aparecimento dos sintomas até ao diagnóstico da doença. A outra será aumentar a adesão ao tratamento, sobretudo entre os grupos populacionais mais vulneráveis e resistentes à terapêutica, como sem-abrigo, consumidores de droga, reclusos e infetados com o vírus da SIDA.

Mais de 10 milhões de novos casos

A OMS estima que em 2015 tenham surgido 10,4 milhões de novos casos de tuberculose no mundo e alerta que, embora a incidência e a mortalidade estejam a cair, é preciso acelerar o ritmo neste combate.

"As ações e investimentos globais estão aquém do necessário para acabar com a epidemia global de tuberculose", escrevem os autores do Relatório Global sobre a Tuberculose. De acordo com o documento, a taxa de redução da incidência da tuberculose foi de apenas 1,5% entre 2014 e 2015, mas para que os primeiros objetivos da Estratégia de Eliminação da doença sejam alcançados, até 2020, é preciso que esta taxa de queda suba para quatro a cinco por cento ao ano.

Outra conclusão é que, embora se estime que sejam precisos dois mil milhões de dólares anuais para a investigação e o desenvolvimento de medicamentos para a tuberculose, o financiamento nunca ultrapassou os 0,7 mil milhões por ano entre 2005 e 2014.

Com base em dados recolhidos junto de 202 países e territórios, que representam mais de 99% da população mundial e dos casos globais de tuberculose, o relatório conclui que em 2015 terão surgido 10,4 milhões de novos casos da doença no mundo, dos quais 5,9 milhões (56%) entre homens, 3,5 milhões (34%) entre mulheres e um milhão entre crianças.

Em 2015, 1,2 milhões de novos casos, 11% do total, eram pessoas que viviam com o VIH – que são particularmente vulneráveis.

Seis países apenas – Índia, Indonésia, China, Nigéria, Paquistão e África do Sul – são responsáveis por 60% de todos os novos casos, pelo que o progresso global na eliminação da tuberculose depende em grande medida de avanços na prevenção e tratamento da doença nestes países, admite a OMS.

Dos 10,4 milhões de novos casos estimados, apenas 6,1 milhões foram detetados e oficialmente notificados em 2015, o que representa uma diferença de 4,3 milhões.

Esta diferença reflete uma mistura de subnotificação de casos detetados (principalmente em países com grandes setores privados) e de subdiagnóstico (especialmente nos países com maiores dificuldades de acesso aos serviços de saúde).

A OMS estima que 1,8 milhões de pessoas tenham morrido com tuberculose em 2015, entre as quais 400 mil com o VIH.

Embora o número de mortes associadas à tuberculose tenha caído 22% entre 2000 e 2015, esta doença infeciosa continua a ser uma das 10 principais causas de morte em todo o mundo.

Em 2015, 17% das pessoas com tuberculose acabaram por morrer com a doença, taxa que a OMS quer reduzir para 10% até 2020.

Outra das preocupações é a tuberculose multirresistente aos antibióticos, que a OMS estima ter afetado 480 novas pessoas em 2015, a que se juntam 100 mil novos casos de tuberculose resistente à rifampicina, também eles elegíveis para o tratamento para a tuberculose multirresistente.

Segundo a OMS, das 580 mil pessoas que em 2015 passaram a ser elegíveis para o tratamento específico da tuberculose multirresistente, apenas 20% foram abrangidas. Globalmente, a taxa de sucesso deste tratamento foi de 52%, em 2013.

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Tuberculose 2

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou ontem um novo tratamento para a tuberculose multirresistente (TBMR), um passo decisivo para substituir uma terapia antiga e cara, que só é eficaz em cerca de 50% dos casos.

Calcula-se que cerca de 480.000 pessoas contraem TBMR todos os anos, o que representa mais ou menos 5% dos 9,6 milhões de casos de tuberculose registados anualmente.

A tuberculose multirresistente é muito difícil de tratar, ao contrário da tuberculose simples, exigindo que os pacientes tomem dolorosas injeções e milhares de comprimidos durante um período de 18 a 24 meses, por vezes com efeitos secundários graves, que podem incluir a surdez.

O antigo tratamento da TBMR “é praticamente uma tragédia”, disse Mario Raviglione, diretor do Programa Mundial de Luta Contra a Tuberculose da OMS.

O novo tratamento, que a OMS vai agora incentivar todos os países a adotarem, dura até nove meses e espera-se que cure mais de 80% dos casos.

Também é mais barato, devendo custar 400 dólares (350 euros) por paciente, comparado com os 1.500/3.000 dólares (1.315/2.630 euros) do tratamento antigo, disse Raviglione aos jornalistas.

Cerca de 30% dos doentes de TBMR com um tipo especialmente complicado da doença não poderão beneficiar do novo tratamento e para identificar a elegibilidade de um doente para a nova terapia a OMS também aprovou um novo teste de diagnóstico que indica a natureza exata de uma infeção de tuberculose no prazo de 48 horas.

A tuberculose é uma doença bacteriana que infeta sobretudo os pulmões e mata cerca de 1,5 milhões de pessoas anualmente, principalmente em países de rendimento baixo e médio. Calcula-se que 190.000 pessoas morram de TBMR todos os anos.

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#sejamestrelas
Editorial | António Luz Pereira
#sejamestrelas

Ciclicamente as capas dos jornais são preenchidas com o número de novos médicos. Por instantes todos prestam atenção aos números. Sim, para muitos são apenas números. Para nós, são colegas que se decidiram pelo compromisso com os utentes nas mais diversas áreas. Por isso, queremos deixar a todos, mas especialmente aqueles que abraçaram este ano a melhor especialidade do Mundo uma mensagem: “Sejam Estrelas”.

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