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Tuberculose 2

A Direcção-Geral da Saúde (DGS) apresenta hoje os dados provisórios da tuberculose em 2014, que revelam que pela primeira vez o país vai ficar abaixo dos 20 novos casos desta doença por cada cem mil habitantes.

Com um total de 1.940 novos casos notificados em 2014, Portugal deixa assim de ser o único país da Europa ocidental com valores de incidência de tuberculose superiores àquele valor.

No entanto, a DGS sublinha que os distritos do Porto e de Lisboa continuam a ter incidências superiores à média nacional, pelo que “a luta contra a tuberculose não pode abrandar”.

Segundo os dados provisórios, foram até à data comunicados à DGS 1.940 novos casos de tuberculose, o que, atendendo à estimativa da população residente em Portugal de 10.397.315 habitantes (cenário central do INE para 2014), traduz a taxa de 18,7 por 100 mil habitantes.

A apresentação pública dos dados hoje servirá também para traçar os objectivos para 2015, no que respeita ao combate à tuberculose.

Problemas no fornecimento de vacina contra tuberculose

A Direcção-Geral da Saúde alertou para dificuldades no fornecimento da vacina contra a tuberculose nos próximos meses e recomendou uma boa gestão das reservas existentes, frisando no entanto que não há risco para a saúde pública.

As reservas existentes da vacina (BCG) nas Administrações Regionais de Saúde “devem ser geridas ao nível regional, concentrando as vacinas existentes nas maternidades ou fazendo marcações para vacinação”, diz a Direcção em comunicado.

No mesmo diz-se ainda que os utentes que forem afectados pela falta de vacina devem ser informados e tranquilizados sobre a situação, e que todas as crianças que não forem vacinadas deverão de ser contactadas pelo respectivo centro de saúde logo que este receba novo fornecimento de BCG.

Citando a empresa que distribui a vacina BCG em Portugal a Direcção-Geral da Saúde diz que a situação deve estar regularizada no final de Maio.

Os constrangimentos devem-se “a dificuldades por parte do Laboratório Público da Dinamarca que fornece as vacinas a Portugal”, diz-se no comunicado.

Ainda que a situação não constitua “risco para a saúde pública” é importante “reforçar outras medidas de prevenção da tuberculose”, acrescenta-se.

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Tuberculose 2

Portugal vai ficar pela primeira vez abaixo dos 20 novos casos de tuberculose por cada cem mil habitantes, com um total de 1.940 novos casos notificados em 2014, revelou a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Portugal deixa assim de ser o único país da Europa ocidental com valores de incidência de tuberculose superiores àquele valor.

No entanto, a DGS sublinha que os distritos do Porto e de Lisboa continuam a ter incidências superiores à média nacional, pelo que “a luta contra a tuberculose não pode abrandar”.

Segundo dados provisórios, foram até à data comunicados à DGS 1.940 novos casos de tuberculose, o que, atendendo à estimativa da população residente em Portugal de 10.397.315 habitantes (cenário central do INE para 2014), traduz a taxa de 18,7 por 100 mil habitantes.

Mesmo admitindo a possibilidade de haver atrasos de comunicação, e portanto de esta taxa ser revista em alta, “a DGS confirma que a incidência deverá situar-se abaixo de 20 novos casos”.

Portugal era, até ao momento, o único país da Europa Ocidental com valores de incidência acima da chamada linha vermelha, “pelo que esta conquista assume especial relevo”, considera a DGS.

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Hospital_Penafiel

As autoridades estão preocupadas com a tuberculose em Penafiel, a mais elevada na Europa, alegadamente relacionada com a indústria do granito, e o hospital alerta que muitos doentes recorrem tardiamente à assistência médica.

"Ao hospital recorrem as situações mais complicadas", afirmou à Lusa o director clínico, Barros da Silva, frisando que a maioria dos doentes tem a ver com inalação prolongada de silicose associada à profissão de pedreiro.

As autoridades de saúde revelaram recentemente que em algumas freguesias (Boelhe, Luzim, Rio de Moinhos e Oldrões) localiza-se o maior número de casos de tuberculose da Europa.

Segundo a Administração Regional de Saúde do Norte, "a doença mantém níveis preocupantes" em algumas freguesias devido "a uma conjugação de factores económicos, sociais e culturais".

Naquelas freguesias, segundo a ARS-N, as taxas de incidência ficam, em vários locais, "acima dos 100 novos casos por 100.000 habitantes por ano".

Para o director clínico do Hospital Padre Américo, alguns doentes veem agravada a situação clínica, porque abandonam a terapêutica e consomem álcool, frisando que ainda "impera o estigma da tuberculose".

"Aparecem situações graves, porque eles protelam a vinda, mas não tem havido acréscimo de doentes", assinalou.

A detecção da doença, alertou, ocorre muitas vezes quando os doentes vão ao hospital para serem tratados por outras situações clínicas.

"Nesses casos são tratados e encaminhados para os cuidados de saúde primários no sentido de continuarem o tratamento e fazerem o inquérito de prevalência junto de familiares", explicou.

Sobre o assunto, o presidente da Câmara de Penafiel, Antonino Sousa, disse estar preocupado, apesar de insistir não se tratar de um surto, recordando que o número de doentes até tem diminuído nos últimos meses.

No entanto, disse, já seguiu para o Ministério da Saúde uma recomendação da autarquia para que sejam colocados mais médicos nas zonas afectadas pela doença, para facilitar os rastreios e a administração presencial dos medicamentos.

"Se os doentes tiverem de se deslocar para unidades de saúde mais distantes das habitações, isso acaba por se transformar num obstáculo ao tratamento", reforçou Antonino Sousa.

A Lusa ouviu dois ex-doentes de tuberculose, pedreiros habituados à inalação de silicose.

Alcino Monteiro, de 52 anos, de Rio de Moinhos, disse estar completamente curado, depois de ter sido tratado durante nove meses, tomando oito comprimidos por dia.

"Teve de ser porque eu tinha falta de apetite, tosse e não tinha força para trabalhar", contou, frisando que três irmãos tiveram de se submeter ao mesmo tratamento.

"Há muitos casos por aqui e também em Boelhe e Alpendurada", exclamou. Sobre o risco da profissão afirmou: "É uma situação de risco, mas não há outros trabalhos por aqui".

José Ferreira, de 41 anos, da freguesia de Boelhe, disse ter contraído a doença há quatro anos.

Após o tratamento ficou bem e desde então diz usar uma máscara quando trabalha "para evitar uma recaída".

"Na pedreira, as pessoas trabalham muito. Aquilo é muito puxado e há bastante pó", contou.

O trabalhador afirmou conhecer muitos casos de tuberculose que foram curados, mas um dos problemas, alertou, é que nos tratamentos há doentes que consomem álcool durante o tratamento, retirando-lhe eficácia.

José Ribeiro, empresário no sector em Boelhe desse 1976 e que trabalha com os granitos há quase 60 anos, rejeitou haver uma relação directa entre a tuberculose e a profissão.

"Trabalhamos nisto, aqui na empresa, há mais de 30 anos, e nunca tivemos problemas com essa doença", exclamou, enquanto dizia ter a seu cargo mais de 30 funcionários.

Para o empresário, a propagação da tuberculose tem outras explicações, relacionadas com o consumo de álcool quando decorrem os tratamentos e o contágio nos cafés e nas famílias.

"Não tem nada a ver. As pedreiras são uma coisa, a tuberculose é outra", insistiu.

José Ribeiro disse que, ao contrário do que acontecia há 20 anos, actualmente os trabalhadores têm mais cuidado, protegendo-se com máscaras e outros equipamentos e a empresas também têm melhores condições de higiene e segurança.

Para o presidente da Junta de Boelhe, Artur Teixeira, o consumo de álcool, o tabaco e as deficientes condições de higiene de alguns casos são factores de risco que acrescem à profissão.

Contudo, observou, as pessoas hoje estão mais bem informadas devido às campanhas de sensibilização, com aconselhamento sobre os cuidados para não contrair a doença e contagiar familiares e amigos.

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Tuberculose 2

A taxa de incidência de tuberculose em Portugal diminuiu 7% em 2013, face ao ano anterior, com as cidades do Porto e de Lisboa a registarem a maior incidência de todo o país, segundo um relatório hoje apresentado.

De acordo com o relatório “Portugal – Infecção VIH, SIDA e Tuberculose”, foram notificados no ano passado 2.195 novos casos, o que representa uma taxa de incidência de 21,1/100.000 habitantes.

Cerca de 38% dos doentes com tuberculose tinham comorbilidades reconhecidas de risco para tuberculose, sendo a mais significativa a infecção por VIH (14,5%).

A proporção de doentes com tuberculose e doença oncológica, com diabetes ou patologia inflamatória articular tem aumentado nos últimos anos.

O documento indica ainda que perto de 30% dos doentes tinha factores de risco sociais, entre os quais o consumo de álcool e o consumo de drogas ilícitas.

Dos 1.114 casos com tuberculose confirmada e tratamento terminado, 931 tiveram sucesso terapêutico, o que representa uma taxa de sucesso de 83,6%.

Em contrapartida, 32 interromperam o tratamento (2,9%) e 113 morreram no decorrer do tratamento para tuberculose (10,1%).

A Direcção-geral da Saúde recomenda a identificação e correcção das barreiras ao diagnóstico célere da tuberculose e a definição de protocolos com vista ao rastreio e detecção precoce nos grupos de maior risco.

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Tuberculose DoenteOs doentes com dificuldades económicas vão receber senhas de transporte e ter direito a um pequeno-almoço como “incentivo” para cumprirem até ao fim o tratamento contra a tuberculose, que costuma durar seis meses, anunciou hoje a Direcção-Geral da Saúde.

O anúncio foi feito pelo director-geral da Saúde, Francisco George, e o coordenador do Programa Nacional para a Infecção VIH/Sida, António Diniz, no Dia Mundial da Tuberculose, que se assinala hoje.

Nesta cerimónia, os responsáveis da DGS congratularam-se com a descida de novos casos da doença – 2.142 em 2013 e 2.399 em 2012 – e sublinharam a necessidade dos tratamentos serem feitos até ao final.

Por essa razão, os locais onde os doentes com tuberculose costumam receber os medicamentos – que tomam mediante observação dos profissionais de saúde – vão passar a dispor de um pequeno-almoço para os infectados com necessidades económicas.

Outra ajuda que as autoridades de saúde vão assegurar é a oferta de senhas para transporte, de modo a que as dificuldades financeiras não impeçam as deslocações até aos locais para a toma assistida.

A coordenadora do Centro de Tuberculose, Raquel Duarte, disse na cerimónia de apresentação dos dados da doença em 2013 que “os incentivos aumentam o sucesso do tratamento”, uma situação que está “comprovadíssima”.

Por seu lado, António Diniz – que não gosta do termo “incentivo” – recordou que podem existir limitações à toma do medicamento por parte do doente, como o nível do preço dos transportes, pelo que as senhas de transporte podem ajudar.

“A toma do medicamento é limitada no tempo, só durante o tratamento, e o investimento nas senhas e no pequeno-almoço será seguramente suplantado pelos benefícios”, disse.

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estetoscopio1Portugal registou 2.142 novos casos de tuberculose em 2013, menos 257 do que no ano anterior, o que coloca Portugal “à beira de um momento histórico” da doença, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

No dia em que se assinala a descoberta do bacilo que causa a doença, a coordenadora do Centro de Tuberculose, Raquel Duarte, indicou que, em 2013, foram notificados 2.292 casos de tuberculose, dos quais 2.142 foram novos casos.

Isto significa que Portugal apresenta uma taxa de incidência de 20,4 por 100 mil habitantes, colocando o país “acima da linha que define a baixa incidência” (20 por 100 mil habitantes), adiantou. Dos casos notificados, 1.602 (70 por cento) eram pulmonares, ou seja, a forma contagiosa e que transmite a doença na comunidade. Raquel Duarte disse ainda que, no ano passado, assistiu-se a um arrastar da idade dos doentes.

Em 2000, quando Portugal teve mais de 4.000 novos casos de tuberculose, a patologia atingia sobretudo os adultos entre os 25 e os 40 anos. No ano passado, os doentes tinham mais idade, “que é o que acontece nos países com baixa incidência”.

Os casos oriundos de outros países representaram 16,7 por cento, sendo de 26,8 por cento nos restantes países da União Europeia.

Ao nível das multirresistências, os dados apontam para 0,87 por cento destes casos “potencialmente intratáveis”.

Segundo Raquel Duarte, a tuberculose multirresistente está concentrada nos centros urbanos, com 13 dos 20 casos a estarem localizados na zona de Lisboa e Vale do Tejo.

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Tuberculose 2Quase nove milhões de pessoas são infectadas com tuberculose todos os anos, mas cerca de três milhões não chegam aos serviços de saúde, por falta de acesso ou de diagnóstico, alerta a Organização Mundial de Saúde (OMS). "Alcancemos os três milhões" é o lema da campanha da OMS para o dia mundial da tuberculose, que se assinala no dia 24 de Março.

Os sistemas de saúde dos países notificam [à OMS] cerca de seis milhões de casos de tuberculose, isso quer dizer que outros três ficam sem detectar", informou hoje em conferência de imprensa Mario Raviglione, director do departamento dedicado à doença na OMS.

Além disso, acrescentou, dos seis milhões detectados estima-se que entre 450.000 e 500.000 sejam casos de tuberculose multirresistente (MDR-TB, na sigla em inglês). Destes, apenas 90 mil são diagnosticados, "o que é muito alarmante, porque é um número muito baixo", alertou o especialista.

A OMS declarou no ano passado que a MDR-TB é uma "crise sanitária” e deveria ser abordada "com urgência", recordou hoje Raviglione.

A agência da ONU para a saúde aplicou em 27 países em desenvolvimento o programa EXPAND TB, que visa melhorar as técnicas de detecção e diagnóstico da tuberculose em general e da multirresistente em particular.

Este programa permite que o diagnóstico se faça em duas horas, e não em dois meses como acontece em vários países, especialmente os mais pobres, que têm apenas um laboratório central ou que têm de enviar as amostras para outro país.

Segundo os primeiros resultados, nos países onde o projecto está em vigor, triplicou o número de casos detectados.

"Sem diagnóstico, a medicina é cega. O projecto EXPAND TB é crucial para aumentar a capacidade de detectar tuberculose multirresistente", disse, por seu lado, Catherina Boehme, directora executiva do FIND's, uma organização não-governamental que participa no projecto.

Os 27 países onde o programa foi aplicado representam 40 % dos casos estimados de tuberculose multirresistente no mundo.

Até agora, o projecto teve "enormes resultados", já que mais de 30 % dos casos de MDR-TB detectados a nível mundial, em 2012, resultaram do EXPAND TB.

Com efeito, entre 2009 e 2013 triplicou o número de casos detectados de tuberculose multirresistente nos 27 países do projecto.

Na Índia, graças ao projecto, foram detectados 90 % dos casos de tuberculose multirresistente.

Perante estes resultados, a OMS pede à comunidade internacional mais fundos para financiar o projecto na sua estrutura actual de 92 laboratórios e poder expandi-lo para alcançar os três milhões de casos no mundo que continuam fora dos sistemas de saúde.

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quinta-feira, 13 fevereiro 2014 12:10

Nova vacina contra tuberculose será testada em humanos

[caption id="attachment_6730" align="alignleft" width="300"]vacinabcg O projecto, que deverá terminar no dia 28 de Fevereiro, está centrado nas formas de bloqueio da transmissão da doença, bem como na prevenção da infecção latente para que esta não se transforme numa verdadeira tuberculose[/caption]

Uma nova vacina contra a tuberculose poderá ser brevemente testada em humanos, prevêem os resultados de uma pesquisa desenvolvida por cientistas de 35 organizações mundiais de investigação e desenvolvida com o apoio da União Europeia, revelou hoje a Horizon-Magazine.

Segundo a publicação da União Europeia, a potencial vacina contra a doença, que anualmente mata 1,3 milhão de pessoas no mundo, está a ser desenvolvida por cientistas do Reino Unido, Alemanha, Argentina e Coreia do Sul.

O projecto, que deverá terminar no dia 28 de Fevereiro, está centrado nas formas de bloqueio da transmissão da doença, bem como na prevenção da infecção latente para que esta não se transforme numa verdadeira tuberculose.

O projecto descobriu cerca de 40 potenciais vacinas de tuberculose, das quais quatro foram legalmente certificadas para início de testes em seres humanos.

Ouvido pela Lusa, o director do programa nacional de tuberculose em Moçambique, Ivan Matsinhe, considerou hoje que a descoberta de uma vacina seria “uma grande vantagem” para países como Moçambique que integra a lista dos 22 estados que a nível mundial contribuem para 80% da doença.

“A descoberta de uma vacina que possa ter um efeito profiláctico e eventualmente terapêutico seria para países como Moçambique, que tem um alto peso da doença, uma grande vantagem”, disse Ivan Manhiça.

Anualmente, Moçambique detecta cerca de 50 mil casos de tuberculose e, a nível mundial, 3,5 milhões de pessoas são diagnosticadas com novos casos da doença, segundo o responsável pelo programa de tuberculose no país.

“A descoberta desta vacina seria naturalmente um grande avanço, pois iria contribuir para alcançar não só os cerca de 3,5 milhões de casos que são perdidos anualmente, mas também poderíamos pensar numa possível eliminação de doença”, afirmou.

Moçambique ainda não tem uma vacina profiláctica para a tuberculose, possuindo somente a BCG (Bacilo Calmette-Guérin), vacina utilizada para a prevenção da tuberculose, que é administrada em crianças, conferindo alguma protecção em relação ao desenvolvimento de formas maios graves da epidemia.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, na União Europeia, sete pessoas morrem por hora devido a tuberculose e cerca de um terço da população mundial está infectada com o bacilo de Koch.

“As novas vacinas são a única solução sustentável que pode ter um impacto significativo no combate à epidemia global da tuberculose”, considerou o director da Iniciativa Vacina para Tuberculose (TBVI, na sigla em inglês), Jelle Thole, citado no artigo da Horizon-Magazine da União Europeia.

 

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.