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As autoridades portuguesas passaram a aceitar, para feitos de emissão de certificado COVID-19, as vacinas chinesas da Sinopharm (Vero Cell) e Sinovac (Coronavac), bem como a da multinacional indiana Bharat Biotech International (Covaxin).

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Portugal já administrou mais de 2,5 milhões de vacinas contra a gripe desde o dia 1 de setembro de 2021. Deste número de vacinas contabilizadas até ao final do dia 12 de janeiro, cerca de 483 mil foram ministradas em farmácias.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Unicef alertaram para o facto de cerca de 23 milhões de crianças terem ficado sem vacinas básicas em 2020 devido à pandemia, mais 3,7 milhões do que em 2019. As organizações temem o ressurgimento de várias doenças.

"Apesar de os países quererem pôr as mãos nas vacinas para a COVID-19, recuámos em outras vacinações, deixando as crianças em risco de doenças devastadoras que podem ser evitadas, como o sarampo, a poliomielite ou a meningite", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus.

As agências da ONU recomendam que os programas de vacinação contra a COVID-19 tenham "planeamento e financiamento independentes" e que decorram "lado a lado e não com prejuízo dos serviços de vacinação infantil".

As maiores perturbações nos processos de vacinação em 2020, interrompidos por causa das restrições de movimento de populações e desvio de meios para atender às necessidades dos doentes com COVID-19, fizeram-se sentir nas zonas do sudeste asiático e Mediterrâneo oriental.

"A pandemia e as perturbações com ela relacionadas fizeram-nos perder terreno valioso e as consequências serão pagas em vidas e no bem-estar dos mais vulneráveis", assinalou a diretora executiva da Unicef, Henrietta Fore, notando que a COVID-19 "tornou pior uma situação que já era má".

Antes da pandemia, os níveis de vacinação global contra difteria, tétano, tosse convulsa, sarampo e poliomielite estavam, há vários anos, perto dos 86%. Um registo, ainda assim, abaixo dos 95% recomendados pela OMS para garantir proteção contra o sarampo, que é frequentemente a primeira doença a ressurgir quando as crianças não são vacinadas.

Avaliando o cenário atual, as organizações, numa mensagem dirigida a nível global, apelam aos países para que restabeleçam as campanhas e serviços de vacinação de forma a que as rotinas sejam retomadas.

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O INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde quantifica quase 6.700 suspeitas de reações adversas às vacinas contra a COVID-19 registadas em Portugal. Segundo o regulador, foram comunicados 44 casos de morte de idosos com várias doenças, mas não está demonstrada a relação causa-efeito.

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Em 2020, o Programa Nacional de Vacinação (PNV) atingiu ou ultrapassou coberturas de 95% até aos sete anos em todas as vacinas, segundo os dados que a Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgou no âmbito da Semana Europeia da Vacinação 2021.

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Um estudo de investigadores norte-americanos concluiu que as vacinas com a tecnologia RNA mensageiro (mRNA) são “altamente eficazes” na produção de anticorpos contra o vírus SARS-CoV-2 em mulheres grávidas e lactantes.
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A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) emitiu uma circular com alertas aos profissionais de saúde e aos cidadãos sobre a vacina da AstraZeneca contra a Covid-19, mas reiterou que os seus benefícios superam os riscos.

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O Conselho de Escolas Médicas Portuguesas manifestou preocupação com a suspensão da vacina da AstraZeneca em Portugal e reiterou a importância de se manter o plano de vacinação, que considera preponderante no combate à pandemia.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.