Os utentes da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Santo André, em Vila Nova de Poiares, distrito de Coimbra, vão ter médico de família em setembro, anunciou a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

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A partir de hoje, médicos recém-formados em Medicina Geral e Familiar podem concorrer às 195 vagas abertas para 15 Agrupamentos de Centros de Saúde da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

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Por mais que tentemos, a Saúde persegue-nos, contribuindo em boa medida para os índices assustadores de burnout que afectam os médicos em geral. E diria, em particular, os que desempenham funções no sector público.

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A Câmara Municipal de Óbidos anunciou que até ao primeiro trimestre de 2019 quer que todos os habitantes tenham um médico de família.  

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O ministério da Saúde estima que no final deste ano desça para 4% a percentagem de portugueses sem médico de família (MF) e prevê ter 532 unidades de saúde familiar (USF) até ao fim de 2018.

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sexta-feira, 25 maio 2018 15:45

Desculpem, mas eu li! A agonia dos CSP

Há quem não note, mas ou anda distraído ou está de baixa de longa duração, como diz um amigo meu.

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As doenças vasculares, no seu conjunto – cérebro e cardiovascular – são, em Portugal e no mundo, um problema de saúde pública e com fortíssimas repercussões financeiras. E também já estão longe de ser um exclusivo dos países mais ricos ou desenvolvidos, conforme o demonstram as estatísticas de mortalidade.

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O PSD de Matosinhos revelou que há 2.925 residentes no concelho sem médico de família, tendo já pedido aos eleitos do partido na Assembleia da República para “levantarem a voz” e exigirem a regularização urgente desta “grave situação”.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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