segunda-feira, 31 outubro 2016 10:42

Fibrilhação auricular: a perda do ritmo sinusal

O coração pode não parar de bater, mas se a fibrilhação auricular bater à sua porta vai reconhecer-lhe o ritmo. Responsável pelo aumento em cinco vezes do aparecimento do risco de acidente vascular cerebral e em três vezes o risco de insuficiência cardíaca, é também a arritmia crónica mais frequente.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.