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O Serviço Nacional de Saúde (SNS) emitiu até setembro 170 mil vales para cirurgia, mais 3% face ao período homólogo, anunciou a ministra da Saúde, sublinhando que o SNS “procurou sempre alternativas” para responder aos utentes e trabalhar em complementaridade.
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A contratação de 287 especialistas de Medicina Geral e Familiar (MGF) vai permitir que mais 341 mil portugueses passem a ter médico de família (MF), afirmou a ministra da Saúde.

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O primeiro-ministro afirmou ontem que o Serviço Nacional de Saúde (SNS), com a proposta de Orçamento para 2021, vai dispor de um total de 12,1 mil milhões de euros, defendendo ainda que serão reforçados os apoios sociais.

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O bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães, considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) não corresponde às “expetativas dos profissionais de saúde e dos portugueses” nem investe no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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O presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar considerou ontem “muito pouco” o reforço de até 90 milhões de euros nos cuidados de saúde primários previsto no OE2021, quando comparado com o que é investido em “bancos falidos”.

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O Orçamento do Estado (OE) propõe uma subida de cerca de 500 milhões de euros para a Saúde face à estimativa de 2020, o que representa um crescimento de 4,1% e uma despesa consolidada de 12.564,8 milhões de euros.

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O Governo prevê gastar 300 milhões de euros no apoio à segurança dos profissionais de saúde e na mitigação dos efeitos da Covid-19 na saúde pública, segundo a proposta de Orçamento do Estado entregue na segunda-feira na Assembleia da República.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.