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Os hospitais públicos dispõem de 1.015 camas de cuidados intensivos, mais 134% do que no início da pandemia, no âmbito de investimentos para aproximar esta área dos parâmetros de outros países europeus, anunciou a ministra da Saúde.

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A criação de 400 novas camas de cuidados intensivos até ao final do primeiro trimestre de 2021, proposta pelo PEV, foi hoje aprovada na especialidade orçamental, mas foi rejeitada a contratação de mais profissionais de saúde para esta rede.

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O Hospital de Santa Maria quase esgotou na quarta-feira a capacidade atual de cuidados intensivos para doentes Covid-19, com apenas uma cama livre, mas prevê alargar a capacidade para 28 vagas e, se necessário, chegar às 48.

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Quase 86% das camas de enfermaria para Covid-19 e 76,5% das camas de cuidados intensivos na região de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) estão ocupadas, avançou à Lusa o presidente da ARS, assegurando que ainda há “margem de progressão”.
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A ocupação das camas dedicadas à Covid-19 nos hospitais do Norte ascendia a meio desta semana a 61% na valência de enfermaria e a 70% no caso dos cuidados intensivos, segundo a Administração Regional de Saúde.

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A ministra da Saúde revelou ontem que estão ocupadas 6% das camas que poderão ser utilizadas por doentes com Covid-19 nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo e no Porto e 18% das camas em unidades de cuidados intensivos.

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O Hospital de Vila Nova de Gaia vai abrir em novembro uma nova unidade de cuidados intensivos, obra orçada em 3,3 milhões de euros, revelou ontem o conselho de administração (CA), que tenciona abrir a nova urgência "em datas aproximadas".

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A ministra da Saúde reconheceu a necessidade de reforçar a capacitação de recursos humanos nos serviços de medicina intensiva, observando, no entanto, que esse é um processo demorado.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.