Displaying items by tag: Dermatologia e Venereologia

Qual o impacto da pandemia por Covid-19 no tratamento das doenças do foro dermatológico? Em entrevista exclusiva ao Jornal Médico, o presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), Miguel Peres Correia, responde: “A consequência é evidente: cancros de pele que ficaram por diagnosticar e tratar, doenças inflamatórias que agudizaram carecendo de tratamento mais agressivo, entre outras situações”.
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Declaradamente voltado para o futuro, o EADV 2019 apostou numa conferência inaugural dedicada a temas como a inteligência artificial (IA), big data em Medicina, machine learning, entre outros.

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Arranca já na próxima sexta-feira, dia 24, a Reunião da Primavera da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), que este ano decorre na Curia, com um programa essencialmente focado na Venereologia e que procura refletir a complexidade da especialidade. Com o olhar posto no amanhã, o dermatologista do Hospital Lusíadas Lisboa, Rui Tavares-Bello, elenca os principais desafios da Medicina Digital e das novas tecnologias, nomeadamente no que concerne à utilização da inteligência artificial (IA) em Dermatovenereologia.

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calendário

DATA: 10 a 11 de Abril

LOCAL: Porto

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.