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sexta-feira, 06 novembro 2020 15:19

“A expectativa sobre os novos fármacos é elevada”

A propósito das comemorações do Dia Mundial da Diabetes, a 14 de novembro, o Jornal Médico falou com o presidente da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), José Manuel Boavida, que abordou o tema dos cuidados e acompanhamento das pessoas com diabetes num quadro de COVID-19, e destacou os avanços terapêuticos e o impacto que têm no dia a dia de quem vive com a doença.

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terça-feira, 07 janeiro 2020 15:22

Educar a comunidade para prevenir e rastrear a diabetes

No âmbito do Dia Mundial da Diabetes, assinalado a 14 de novembro, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) lançou a campanha “Quando a cabeça não tem juízo”. Remetendo para a música “O corpo é que paga”, de António Variações, a iniciativa alertava para os efeitos da diabetes em dois dos órgãos mais afetados pela doença: o coração e os rins. Em entrevista ao Jornal Médico, o presidente da APDP, José Manuel Boavida, faz um balanço desta campanha, alinhando-a com a missão da associação.

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O presidente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) advogou a extinção das atuais Administrações Regionais de Saúde (ARS) e fusão, num só ministério, a Saúde e os Assuntos Sociais.

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As colaborações não formais já tinham feito correr muitas páginas do calendário até que, a 13 de abril, a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) assinaram um protocolo de cooperação, com o objetivo de realizar ações de prevenção, tratamento e controlo da doença cardiovascular (DCV) na população diabética. Estima-se que as pessoas com diabetes tenham duas vezes maior risco de sofrer de DCV comparativamente à população em geral. O objetivo é comum: alertar para o desafio que é tratar o “coração da diabetes”. O Jornal Médico promoveu uma conversa a três, com o presidente da APDP, José Manuel Boavida, e o presidente da SPC, João Morais, onde ambos destacaram o (muito) trabalho preventivo que urge implementar e até dos “fogachos” em Saúde que, não raras vezes, ocupam a agenda mediática.

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acucar
O diretor do Programa Nacional para a Diabetes (PND) defende que as bebidas com elevado teor de açúcar tenham uma referência aos malefícios que provocam, “tal como acontece com o tabaco e devia existir para o sal”.

“No mínimo, estas bebidas deviam ter uma referência para o mal que fazem”, disse José Manuel Boavida à agência Lusa, reclamando ainda o fim da publicidade aos alimentos cuja composição é comprovadamente prejudicial à saúde.

A posição de José Manuel Boavida vai ao encontro das recomendações que a Assembleia da República aprovou recentemente com vista à adoção de medidas de prevenção, controlo e tratamento da diabetes.

Uma destas recomendações é “a aprovação de legislação que desincentive o consumo de refeições, lanches, alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com elevado teor de açúcar, de gorduras saturadas ou de sódio, e sejam principalmente destinados a menores de idade”.

“Não é possível continuarmos a ter refrigerantes com dois litros e com quantidades adicionadas de açúcar”, disse o especialista, que critica ainda a disponibilização de bebidas para crianças, com imagens extremamente coloridas e de super-heróis, bem como a compra fácil de açúcar e açucarados junto às caixas dos supermercados ou nas prateleiras mais visíveis.

Para José Manuel Boavida, “as leis que existem no tabaco e na regulação do tabaco vão ter de se aplicar a alimentos nocivos”.

O diretor do PND sublinha que “o que é importante é realçar que a má alimentação é tão má para a saúde como o álcool, o tabaco ou o sedentarismo”.

José Manuel Boavida não acredita que a resposta esteja na indústria, até porque - sublinha - "esperar que os industriais da alimentação se autorregulem é claramente deixar nas mãos deles uma inércia que se tem vindo a registar nos últimos anos”.

A recomendação da Assembleia da República preconiza a aprovação de legislação que desincentive o consumo de refeições, lanches, alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com elevado teor de açúcar, de gorduras saturadas ou de sódio, e sejam principalmente destinados a menores de idade.

Para tal, deve ser proibida a comercialização destes produtos com a oferta de brindes ou brinquedos, bem como a utilização de personagens e celebridades infantis na sua publicidade.

Deve igualmente ser proibida a publicidade destes produtos nas rádios e televisões, entre as sete e as 22 horas, e a sua venda ou disponibilização em meio escolar.

José Manuel Boavida sublinha a importância desta recomendação da Assembleia da República, recordando que é a segunda que o Parlamento faz, tendo a primeira abrangido a Sida.

Em 2012 morreram 4.867 pessoas em Portugal devido à diabetes. Em 2000 tinham sido 3.133.

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Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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