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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) defende que o facto de perto de meio milhão de portugueses sofrer de insuficiência cardíaca deve passar a ser uma prioridade nacional.

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As colaborações não formais já tinham feito correr muitas páginas do calendário até que, a 13 de abril, a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) e a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) assinaram um protocolo de cooperação, com o objetivo de realizar ações de prevenção, tratamento e controlo da doença cardiovascular (DCV) na população diabética. Estima-se que as pessoas com diabetes tenham duas vezes maior risco de sofrer de DCV comparativamente à população em geral. O objetivo é comum: alertar para o desafio que é tratar o “coração da diabetes”. O Jornal Médico promoveu uma conversa a três, com o presidente da APDP, José Manuel Boavida, e o presidente da SPC, João Morais, onde ambos destacaram o (muito) trabalho preventivo que urge implementar e até dos “fogachos” em Saúde que, não raras vezes, ocupam a agenda mediática.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia revelou que cerca de 50 portugueses recebem todos os anos, em média, um novo coração, sendo que o número de transplantes cardíacos é “muito inferior às necessidades”.

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O consumo de tabaco é responsável pela morte de quase 20 mil pessoas por dia, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que quer ver proibida a promoção de produtos de tabaco e o aumento dos preços como forma dissuasora.

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Cerca de 2500 especialistas rumaram, este fim de semana até ao Algarve para participar na 38.ª edição do Congresso Português de Cardiologia, onde foram apresentados “500 trabalhos originais” por jovens médicos, a maior parte deles internos.

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O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), João Morais, cuja direção toma hoje posse, afirmou à Agência Lusa que pretende criar uma agenda própria e discutir os problemas da morte súbita e da insuficiência cardíaca.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia quer que as escolas tenham formação prática obrigatória em suporte básico de vida e em utilização de desfibrilhadores nos 9.º e 11º anos.

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De acordo com dados do Programa Nacional das Doenças Cérebro-Cardiovasculares, a mortalidade por doenças cérebro-cardiovasculares atingiu em 2013 um valor de 29,5%, mantendo uma trajetória de descida nas últimas três décadas. De salientar que em 1988, Portugal registava um valor de 44,4%.

Contudo, e apesar desta evolução positiva, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) recorda que as doenças cérebro-cardiovasculares continuam a ocupar o 1.º lugar nas causas de morte dos portugueses com idade inferior a 70 anos, à frente dos tumores malignos que são responsáveis por cerca de 25% da mortalidade no mesmo grupo etário.

As doenças cérebro-cardiovasculares incluem as doenças cardiovasculares (doença cardíaca isquémica ou doença coronária) e as doenças cerebrovasculares (AVC isquémico ou trombótico). Em Portugal, ao contrário dos restantes países europeus, as doenças cerebrovasculares são responsáveis pela maior percentagem (2/3) da mortalidade.

Comparando as nossas estatísticas com as de outros países europeus, verificam-se das mais reduzidas taxas de mortalidade por cardiopatia isquémica e das mais elevadas por AVC. Esta disparidade em relação à Europa, pode ser explicada pelo deficiente controlo da hipertensão arterial na nossa população e, em menor grau, pelas baixas taxas de anticoagulação na fibrilhação auricular.

Em todo o caso, é assinalável o caminho percorrido em Portugal, uma vez que se conseguiu reduzir os valores de mortalidade cardiovascular nas últimas três décadas, muito graças aos esforços realizados com campanhas de prevenção, educação e consciencialização da população que foram sendo lançadas ao longo dos anos.

Estudos realizados nos países desenvolvidos, onde também se observou uma evolução positiva na mortalidade cardiovascular, concluíram que a redução da mortalidade foi condicionada pelas medidas preventivas em cerca de 50%, em 40% pelos tratamentos e em 10% por causas não identificadas, o que justifica a necessidade de investir na prevenção, numa mais ampla disponibilização dos tratamentos e no treino dos profissionais de Saúde.

Foram publicados recentemente estudos que concluem que a doença coronária é suscetível de prevenção em 80% dos casos por intervenção no estilo de vida, através da cessação tabágica, controlo dos fatores de risco cardiovasculares, aumento da atividade física e adoção de uma dieta saudável.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.