Uma equipa de investigadores da Universidade do Minho (UM) conseguiu reverter os efeitos provocados por lesões na espinal medula, ao desenvolver uma “nova abordagem terapêutica” que mostrou melhorias significativas ao nível motor e ajudou na redução da inflamação.

Published in Atualidade

Uma equipa liderada pela Universidade do Minho (UMinho) demonstrou que medicamentos usados no combate ao carcinoma da mama também são “extremamente eficazes” na redução da agressividade do cancro do colo do útero, propondo uma “terapia combinada”, anunciou aquela academia.

Published in Atualidade

A Universidade do Minho (UMinho) é a casa de duas dezenas de associações científicas nacionais e internacionais de várias áreas. A maioria destas entidades independentes está ligada à área da engenharia e situa-se no polo de Azurém, em Guimarães.

Published in Atualidade

O trabalho desenvolvido ao longo de 15 anos conduziu Miguel Julião, docente e investigador da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), ao Clinical Impact Award da Associação Europeia de Cuidados Paliativos, um dos principais galardões mundiais nesta área. O Jornal Médico esteve à conversa com o recém-distinguido para compreender, afinal, em que consiste a “Terapia da Dignidade”, na mesma altura em que a Assembleia da República acaba de aprovar um projeto-lei levado a cabo pelo CDS a propósito dos direitos das pessoas em fim de vida.

Published in Entrevistas

Investigadores das universidades de Coimbra e do Minho concluíram que uma molécula libertada por células estaminais aumenta o “canal de comunicação” entre neurónios, descoberta que pode ter aplicação em casos como a doença de Parkinson.

Published in Atualidade

857.big

O investigador português Noel Miranda "abriu portas" a novos tratamentos para o melanoma, ao "provar" que o sistema imunitário obriga os tumores a adaptarem-se e a ganharem resistências graças a alterações genéticas, informa a Universidade do Minho (UMinho). Além do investigador português, o trabalho envolveu investigadores da Universidade de Leiden, do Instituto Holandês de Cancro, do Hospital Universitário de Herlev (Dinamarca) e da empresa AIMM Therapeutics (Holanda).

Em comunicado enviado hoje à Agência Lusa, a academia esclareceu que foi recentemente publicado na revista Nature um estudo do ex-aluno da UMinho, no qual "avaliou a interação entre as células cancerígenas e o sistema imunitário de pacientes com melanoma em estado avançado submetidos a Imunoterapia".

Segundo a mesma nota, "concluiu-se que os tumores tendem a adaptar-se a médio prazo, alterando-se geneticamente e deixando, assim, de ser reconhecidos pelo sistema imunitário".

"Era algo que já se sabia que acontecia, das teorias de evolução clonal, mas nunca tinha sido provado do ponto de vista genético", pode ler-se no mesmo comunicado, onde é citada a sua tese, o qual é atualmente investigador do Centro Médico da Universidade de Leiden, na Holanda.

O investigador acrescentou que, com esta descoberta, passa a ser possível "adaptar as estratégias de administração de imunoterapias e, deste modo, combater a doença de uma forma mais eficaz". Atualmente são "atacadas" as alterações genéticas mais comuns, esclareceu a UMInho, "mas o objetivo é desenvolver métodos que permitam lidar com a heterogeneidade dos tumores".

Estima-se que surjam, em Portugal, cerca de 1.000 novos casos anuais de melanoma.

"A incidência dos vários tipos de cancro da pele tem vindo a aumentar devido, essencialmente, à mudança de comportamentos a favor de uma exposição aos raios ultravioleta exagerada ou inadequada", concluiu o cientista.

Published in Mundo

falar sobre cancro
O IPO-Porto e investigadores do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), da Universidade do Minho e do INESC TEC anunciaram hoje a criação de um portal na Internet para troca de informações e experiências entre doentes oncológicos.

O novo portal “FalarSobreCancro.org” tem vindo a ser apresentado a todos os doentes do Instituto Português de Oncologia do Porto - principal parceiro do projeto - e conta, de momento, com cerca de 400 membros registados que partilham conteúdos informativos através de artigos e comentários.

De acordo com Rui Oliveira, administrador do INESC TEC e docente da Universidade do Minho que, com Nuno Martins, docente do IPCA, é responsável pelo desenvolvimento do projeto, esta plataforma web é pública, livre e gratuita e pretende ser “um meio privilegiado de interação da comunidade oncológica”, nomeadamente doentes, familiares, amigos, profissionais de saúde, investigadores e voluntários.

A rede FalarSobreCancro.org apresenta ainda o “Boletim Clínico” gerido apenas pelo IPO-Porto e que integra conteúdos clínicos e científicos que só podem ser publicados por profissionais de saúde devidamente habilitados e cujo objetivo é exclusivamente informativo e educativo.

Para aceder à rede basta fazer um registo. O utilizador pode, depois de registado, verificar todos os membros que fazem parte da comunidade, aceder à atividade de cada utilizador, interagir em grupos temáticos (medicinas alternativas, cancro da mama, entre outros) e ainda escolher quem pretendem ou não seguir.

“O cancro é a segunda maior causa de morte em Portugal e aquilo que assistimos, cada vez mais, é a um aproveitamento enorme da dor e do desespero do paciente por parte de terceiros, potenciado pela quantidade de ‘desinformação’ que a Internet muitas vezes nos fornece”, disse Rui Oliveira.

Com o “FalarSobreCancro.org”, “o que queremos é, por um lado, criar uma rede de contacto entre pessoas que enfrentam a mesma luta e dar acesso aos pacientes a profissionais de saúde que dissipem algumas dúvidas e esclareçam a veracidade de algumas matérias”, explicou o investigador.

O projeto nasceu no âmbito da tese de doutoramento de Nuno Martins que estudou o trabalho de comunicação de cidadãos e instituições na luta contra o cancro.

O trabalho atingiu uma nova fase de investigação com o “FalarSobreCancro.org”, que passou a estar centrado no estudo de uma solução prática que ajude a comunidade oncológica na luta contra a doença.

O principal parceiro do projeto é o IPO-Porto que, com os seus clínicos e doentes, está a desenvolver um trabalho cooperativo e contínuo de estudo, teste e avaliação de soluções para esta plataforma ‘web’ que apoiem os cidadãos que se relacionam de forma direta ou indireta com o cancro.

“Nesta rede social, através do Boletim Clínico, prestamos informações científicas numa linguagem acessível a todos. Estabelecemos assim mais um canal de comunicação com a comunidade oncológica, acompanhando a evolução da comunicação digital”, explicou o presidente do IPO/Porto, Laranja Pontes.

Com este projeto, “reforçamos a nossa prática de disponibilidade e transparência junto do nosso público e contribuímos para uma população cada vez mais esclarecida", acrescentou.

Assunção Tavares, psiquiatra do Serviço de Psico-oncologia do IPO-Porto, manifestou-se surpreendida com a adesão da comunidade: “estamos agradavelmente surpreendidos com a adesão e interação da comunidade oncológica nesta primeira fase da plataforma que não para de crescer e que está exigir cada vez maior participação dos nossos profissionais, no âmbito do Boletim Clínico”.

Os conteúdos da responsabilidade do IPO-Porto na plataforma restringem-se aqueles que são produzidos para o Boletim Clínico e assinados pelos profissionais da instituição, prestando assim um serviço de informação à população. Não é função desta Instituição monitorizar ou mediar as publicações dos utilizadores da plataforma.

Lusa

Published in Mundo

jm_026 – 044
O Hospital de Braga e a Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) assinam hoje um protocolo de cooperação que prevê, entre outros, o desenvolvimento de um programa de voluntariado dos jovens estudantes nas instalações da unidade hospitalar.

Através deste protocolo, as duas instituições pretendem promover a colaboração entre as partes, a formação e desenvolvimento pessoal dos alunos da Universidade do Minho e a melhoria da qualidade da prestação de cuidados de saúde, através do incentivo ao voluntariado.

Na assinatura do documento estarão presentes o Presidente da Comissão Executiva do Hospital de Braga, João Ferreira, a Administradora Executiva do Hospital, Maria Barros, o Presidente da AAUM, Carlos Videira e Pedro Morgado, médico do Hospital de Braga e docente da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho.

Published in Mundo
Pág. 1 de 2
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

Mais lidas