×

Alerta

JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 34880

Os farmacêuticos portugueses vão celebrar os 40 anos do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “Saúde para Todos” é a mensagem central de um evento que vai reunir no Porto, esta quinta-feira, dia 31 de outubro, a partir das 09h30, profissionais das mais diversas competências, cidadãos portadores de doença, cuidadores, dirigentes e responsáveis da área da Saúde para refletir sobre o passado, o presente e o futuro daquela que é unanimemente considerada a maior conquista da democracia portuguesa: o nosso Serviço Nacional de Saúde (SNS).

No âmbito do 12º Congresso Nacional da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), foi aprovado o programa de ação da entidade, em defesa da revisão da carreira dos médicos e das suas condições de trabalho, e os corpos gerentes para o triénio de 2019-2022 foram eleitos.

O Relatório e Contas do Ministério da Saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), conhecido este mês, revela que o SNS registou no ano passado um prejuízo de 848 milhões de euros, o que representa um agravamento de 502 milhões de euros em relação a 2017.

“Não se pode prever o adivinhar quando chega a gripe”, afirmou o presidente do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), Fernando Almeida, dizendo aos jornalistas da Lusa que apenas tem a certeza “de que vai acontecer”.

O Serviço Nacional de Saúde terá este ano 1,4 milhões de doses de vacinas contra a gripe para dar gratuitamente a idosos, pessoas em lares ou instituições e para alguns doentes crónicos.

Os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) terão que, num prazo de três meses, definir um plano de ação para a implementação de projetos dedicados à humanização dos cuidados prestados, avançou ontem a ministra da Saúde.

O número de doentes dependentes de álcool ou drogas seguido nos Centros de Respostas Integradas (CRI) baixou no ano passado, mas subiram os novos casos e os de utentes readmitidos, de acordo com dados oficiais ontem divulgados.

A Associação das Termas de Portugal, que representa cerca de 40 balneários do país, alertou que até agosto, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) ainda só gastou 25% dos fundos disponíveis para comparticipar tratamentos termais em 2019.

Xtandi (enzalutamida), um medicamento da Astellas Farma, acaba de obter a aprovação de utilização e financiamento, num contexto clínico mais alargado, no âmbito do tratamento do cancro da próstata.

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou que o Serviço Nacional de Saúde “não pode ser só uma história bonita”, mas merece “um futuro muito promissor”, que se constrói nas unidades de cuidados primários.

A Astellas Farma, companhia farmacêutica com foco na disponibilização de terapêuticas, ao nível de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e da comercialização de tratamentos eficazes nas áreas da Oncologia, Urologia, Transplantação, Anti-infeciosos, acaba de receber a aprovação da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (INFARMED) para utilização e financiamento do medicamento tacrolímus granulado para suspensão oral, nos hospitais do sistema nacional de saúde (SNS).

A antiga ministra da Saúde, Ana Jorge, recomenda que seja analisada a coincidência entre as "grandes restrições" no SNS no período da ‘troika’ em Portugal com o desenvolvimento do setor privado.

O ex-ministro da Saúde Adalberto Campos Fernandes defende que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) está “vivo e forte”, apesar de “tanto ruído e tanto ataque político”.

Os hospitais, institutos e unidades locais de saúde EPE do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vão ver reforçada já a partir deste ano a sua autonomia de gestão, podendo contratar e substituir pessoal, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

A Conta Satélite da Saúde, hoje publicada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), demonstra que, entre 2017 e 2018, a despesa corrente em saúde acelerou, com a despesa privada a conhecer um crescimento de 4,6%.

O Governo tomou, dando continuidade ao esforço iniciado no final de 2017, tomou duas decisões de grande alcance para reforçar a situação financeira do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A maioria dos portugueses (61%) considera que não é possível melhorar o Serviço Nacional de Saúde (SNS) sem investimento de mais dinheiro público, sendo os aspetos que se consideram mais carenciados de financiamento: a contratação de mais profissionais de saúde; a modernização de equipamentos, instalações e tratamentos; e o apoio ao doente e família. 

Pág. 11 de 34
Alexandre Borges

Uma rubrica da autoria de Alexandre Borges

Escritor, cronista, argumentista integrou as equipas responsáveis por Zapping, Equador, 5 para a Meia-noite ou A Rede.
Colaborou com o Rádio Clube Português, o Observador, O Inimigo Público e a revista Atlântico.
Foi editor de cultura de A Capital e crítico de cinema do jornal i.
É Creative Director da LPM.