O estudo EMPIRE comprovou que a prevalência da anemia na população portuguesa adulta é muito maior do que a OMS previa.

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Apenas 15% dos portugueses conseguem identificar o edema nas pernas como um dos principais sintomas da insuficiência cardíaca (IC), uma doença que afeta cerca de meio milhão de pessoas em Portugal.

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As mortes por insuficiência cardíaca vão aumentar 73% em 2036, comparando com a mortalidade em 2014, devido ao envelhecimento da população, segundo estimativas de um estudo sobre a carga da doença em Portugal continental.

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A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) está a desenvolver um dispositivo semelhante a um pacemaker que irá permitir melhorar o tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca.

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Portugal vai integrar o Acting on Heart Failure, uma campanha de sensibilização para a insuficiência cardíaca (IC), liderada por 21 associações de doentes de todo o mundo e que decorre em 40 cidades, no âmbito da iniciativa “maio, mês do coração”.

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O gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde publicou, em Diário da República, a criação de um Grupo de Trabalho dedicado à prevenção e tratamento da Insuficiência Cardíaca no nosso país.

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O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) anunciou hoje a abertura de uma unidade de insuficiência cardíaca, em Vila Real, que permite um acompanhamento diferenciado, próximo e personalizado aos doentes.

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A Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) defende uma resposta organizada para a insuficiência cardíaca (IC), doença que atinge meio milhão de portugueses, bem como a criação de uma rede nacional semelhante à que já existe para doenças crónicas como a diabetes.

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.