Torres Vedras acolhe caminhada pela doença de Parkinson
DATA
03/09/2014 14:00:38
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Jornal Médico
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Torres Vedras acolhe caminhada pela doença de Parkinson

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A Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDPk) vai promover no próximo dia 20 de Setembro (sábado), pelas 11h, em Torres Vedras, uma caminhada pela Doença de Parkinson. Inserida na iniciativa europeia European Unity Walk, a caminhada pretende sensibilizar a população para esta patologia neurodegenerativa crónica, progressiva e debilitante.

De acordo com José Luís Mota Vieira, presidente da APDPk, “neste mesmo dia, em toda a Europa, milhares de pessoas vão unir-se a esta acção que pretende alertar para a importância do diagnóstico e tratamento da doença. É importante que sensibilizemos a população e os dirigentes para o impacto que a doença tem não só na vida dos próprios doentes, como também das suas famílias e de toda a sociedade”.

O evento surge no âmbito da European Unity Walk, uma iniciativa inédita e organizada pela Associação Europeia da Doença de Parkinson, que inspira outras associações, a nível europeu, a adoptarem actividades semelhantes, de forma a aumentar a consciencialização para a doença.

Todos os interessados em participar no evento devem dirigir-se à Praça 25 de Abril a partir das 10h30. Esta caminhada é da responsabilidade da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, em colaboração com o Campus Neurológico Sénior e conta com o apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras.

A Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, membro da European Parkinson’s Disease Association e da World Parkinson’s Disease Association. Foi constituída em 1984 e os seus principais objectivos são sensibilizar para a doença e reunir meios para intervir junto dos organismos competentes, de forma a melhorar a qualidade de vida dos doentes de Parkinson.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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