Roche atribui 45 mil euros em “bolsas de cidadania”
DATA
20/02/2015 17:08:39
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Jornal Médico
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Roche atribui 45 mil euros em “bolsas de cidadania”

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A Roche Portugal acaba de anunciar a criação de um programa de bolsas de financiamento, no valor de 45 mil euros, que pretendem viabilizar os melhores projectos, desenvolvidos por Associações de Doentes ou outras Organizações Não Governamentais (ONG), que visem a promoção da saúde junto de doentes.

Esta iniciativa enquadra-se na Política de Responsabilidade Social da empresa e resulta do seu compromisso em assumir um papel activo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente.

Os projectos candidatos a estas bolsas serão avaliados por um júri independente, do qual fazem parte personalidades como Maria de Belém Roseira (deputada e ex-Ministra da Saúde), Eurico Castro Alves (Presidente do Infarmed) e José Manuel Pereira de Almeida (Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde), entre outros, que escolherão os projectos mais originais, focados na defesa dos direitos dos doentes e na promoção da saúde na comunidade.

Robin Turner, Director-geral da Roche, refere que “a Responsabilidade Social é algo que faz parte do nosso ADN empresarial. É algo que fazemos naturalmente. Desde sempre. Este novo Programa de Bolsas é mais um exemplo do compromisso que assumimos diariamente com os doentes. Espero que esta iniciativa possa viabilizar projectos inovadores e que façam realmente a diferença na vida dos doentes portugueses.”

Para mais informações sobre o Programa de Bolsas, regulamento e formulário de candidatura, aceda ao seguinte endereço: http://www.roche.pt/bolsas.

Governação Clínica
Editorial | Joana Romeira Torres
Governação Clínica

O Serviço Nacional de Saúde em Portugal foi criado e cresceu numa matriz de gestão napoleónica, baseada numa forte regulamentação, hierarquização e subordinação ao poder executivo, tendo como objeto leis e regulamentos para reger a atividade de serviços públicos no geral, existindo ausência de regulamentação relativa à sua articulação com os serviços sociais e económicos.

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