Aprovado investimento de 1,3 milhões para novo Centro de Saúde da Nazaré

CS-Nazaré1
A Câmara da Nazaré aprovou ontem, por unanimidade, o contrato para a construção de um novo centro de saúde, um investimento de 1,3 milhões de euros aguardado desde os anos 80.

O contrato-programa entre a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e o município foi aprovado por unanimidade pelo executivo que irá lançar a empreitada com vista à construção de uma nova Unidade de Saúde que incluirá a USF Global e a USF Nazareth, anunciou ontem, dia 4 de agosto, o município.

De acordo com uma nota de imprensa da câmara, trata-se de “um investimento suportados pela ARSLVT, que também ficará responsável pelo projeto de arquitetura, projetos de especialidades e de execução”.

À câmara caberá, por seu lado, o lançamento da empreitada, a demolição do edifício atual, a execução dos arruamentos, estacionamento e das infraestruturas (águas, esgoto, eletricidade, comunicações) e os arranjos exteriores ao edifício, refere o mesmo documento.

A construção de um novo centro de saúde é entendida pelo presidente da câmara, Walter Chicharro (PS), como “um passo enorme” para “a qualificação dos cuidados primários de saúde de um concelho com forte vocação turística”.

O equipamento tem sido reivindicado por sucessivos executivos e será construído no mesmo local onde, desde os anos 80, o centro de saúde funciona num pré-fabricado.

No âmbito do acordo agora assinado, o edifício, onde ficará instalada a nova unidade de saúde da Nazaré, será cedido à ARSLVT por um período de 40 anos.

A construção do novo centro de saúde da Nazaré (no distrito de Leiria) integra-se num investimento de 1,7 milhões de euros, anunciado no dia 23 de junho passado pela ARSLVT e que inclui, para além deste equipamento, uma nova unidade de saúde no Cadaval, no distrito de Lisboa.

Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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